Bolo e glacê cremoso de banana

Há frutos que não têm muita resistência ao calor. A banana é um deles. Quando esta fruta fica demasiado madura e começa a ser menos apetecível, há que transformá-la em algo delicioso, evitando também o desperdício. E foi assim que surgiu este bolo e glacê de banana deliciosos.

Bom fim de semana!

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Ingredientes

  • 290 g de banana madura
  • 3 ovos
  • 100 g de açúcar mascavado escuro
  • 70 g de manteiga
  • 220 g de farinha com fermento
  • 1 colher de sobremesa de fermento para bolos

Preparação

  1. Esmague a banana e bate-a com o açúcar e com a manteiga amolecida.
  2. Junte o aroma de baunilha e os ovos inteiros. Bata novamente, mas pouco.
  3. Adicione a farinha e o fermento aos poucos, previamente misturados e peneirados.
  4. Leve a cozer, a 180ºC, em forma untada e enfarinhada, durante 35 minutos. Verifique a cozedura, recorrendo ao teste do palito. Retire o bolo de imediato do forno e deixe que arrefeça um pouco antes de o desenformar.
  5. Quando o bolo estiver totalmente frio, cubra-o com o glacê de banana.

 

Glacê cremoso de banana (sem claras)

Ingredientes

  • 100 g de banana
  • 50 g de manteiga
  • sumo de meio limão pequeno
  • 1 colher de sobremesa de aroma de baunilha
  • 200 g de açúcar confeiteiro (poderá aumentar a quantidade de açúcar)
  1. Triture a banana totalmente e junte a manteiga amolecida, o sumo de limão e o aroma de baunilha. Bata muito bem.
  2. Vá adicionando o açúcar em pó, continuando a bater até obter a consistência desejada. Poderá adicionar mais açúcar, se pretender uma cobertura mais sólida.

Notas. Guarde num frasco o glacê de banana que sobrar e sirva-o juntamente com o bolo. Poderá também optar por cobrir o bolo totalmente.

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Alcatra de camarão e perrexil ou funcho-do-mar

O Perrejil, Perrexil ou Funcho do Mar é uma planta que se encontra em toda a costa marítima Portuguesa e em algumas zonas da costa europeia mediterrânica.
Cheguei a pensar que esta planta, que cresce apenas junto ao mar, fosse uma endémica dos Açores porque, desde miúda,  por altura do Verão, ia à costa apanhar o perrejil para, depois de separado da flor, utilizar as suas folhas para fazermos curtume. Era um ritual sazonal, mais ou menos divertido.  Eu e a minha irmã saltávamos o muro que separava o caminho, na altura de bagacina vermelha, da zona de rochas e, num ápice, já estávamos em cima dos lençóis pretos e ondulados de basalto. O perrejil surgia espontaneamente e servia de sombra e esconderijo para alguma lagartixa ocasional. Ai que medo quando éramos surpreendidas por este réptil! Mas do que mais gostávamos após a apanha do perrejil era do mergulho no mar, como se este fosse uma recompensa após andarmos cautelosamente por cima das rochas e ao calor. A minha avó ficava à nossa espera, junto ao muro, aflita, na condição de quem não sabia nadar, e só via  as nossas cabeças a mergulhar e a surgir nas ondas refrescantes. Nem nos dava tempo para secarmos ao sol. E lá íamos  pelo caminho acima deliciadas com o pretexto do perrejil.
O uso desta planta não tem tradição na culinária açoriana, com exceção do curtume de perrejil.  Para além disso, poucas pessoas da nova geração conhecem a planta e são por isso poucos os que lhe dão utilidade. Este curtume não costuma estar disponível para venda ao público. Apenas algumas mercearias das freguesias junto à costa o vendem e em poucas quantidades por ser um produto artesanal. Na freguesia de Biscoitos, no norte da ilha Terceira, e da qual já falei aqui, poderão encontrar o curtume à venda numa banca de produtos regionais junto à zona balnear.

Uma vez que este curtume acompanha peixe na perfeição, resolvi experimentar conjugar a base do tempero da alcatra, prato tradicional terceirense, com o perrejil fresco e com marisco. Uma aventura que repetirei de certeza no próximo verão.

Se desejarem consultar a receita de curtume de perrexil, esta encontra-se aqui.

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Receita para 5 ou 6 pessoas

Ingredientes:

  • 1,5 kg de camarão
  • 500 dl Azeite 
  • 50 g Toucinho Entremeado (usei toucinho de fumo)
  • 20 folhas de perrejil fresco
  • 225 g Cebola picada
  • 5 dente/s Alho picado
  • 200 g Tomate limpo em cubos
  • 2,5 dl Vinho branco
  • 2 cravinhos
  • 1 colher/s de café paprika fumada
  • Pimenta da Jamaica
  • q.b Sal marinho 
  • 2 folhas Louro
  • Salsa ou coentros 

 

Preparação:

Tempere os camarões com sal marinho e paprika fumada.

À parte, num alguidar de barro – típico da alcatra- coloque uma camada de cebola picada, alho picado,  tomate, louro, grãos de pimenta da Jamaica, um cravinho, metade dos camarões, 10 folhas de perrejil e azeite. Repita o mesmo procedimento para a segunda camada.  Regue com o vinho o vinho, cubra com o toucinho picado, tape, com folha de alumínio e leve ao forno quente a 180ºC até que ferva, apure e os camarões estejam cozidos.

Na hora de servir, polvilhe a alcatra com salsa ou coentros picados.

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Gelado de vinho-doce…bem-vindo Setembro!

Com o início de setembro, e com as primeiras vindimas, surge este gelado de vinho-doce, mais uma experiência inusitada que acabou por surpreender. Nas nossas compras de domingo na Feira do Gado, na Vinha Brava, veio uma garrafa de vinho-doce, acabadinho de sair do lagar. Um copo de sumo de uva acabada de espremer é capaz de contar tantas histórias: desde o tratar das videiras à colheita das uvas. É fruto do trabalho de muita gente, por isso, no prazer que o sumo de uva, precioso néctar, confere ao paladar deve estar a gratidão.

Desde os tempos mais remotos, o vinho tem vindo a desempenhar um papel de relevo em quase todas as civilizações. “Fruto da videira e do trabalho do Homem” é repleto de simbologia, impregnado de religiosidade e de misticismo,  é fonte de lendas e inspiração de mitos.

Com o intuito de enaltecer e dignificar este saboroso líquido, trago-vos este gelado de vinho-doce, ou de sumo de uva, antes da fermentação.

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Ingredientes

  • 200 ml de vinho-doce (sumo de uvas acabadas de espremer)
  • 150 g de açúcar em pó
  • 4 claras batidas em castelo
  • 400 ml de natas

 

Preparação do Gelado

  1. Batem-se as natas até estas ficarem fofas e adoçam-se com açúcar em pó.
  2. Junta-se o vinho-doce ao preparado anterior e bate-se novamente.
  3. À parte, batem-se as claras em castelo e envolvem-se no preparado anterior.
  4. Verte-se para uma marmita para se iniciar o processo de congelação.
  5. Após uma hora de congelação, retira-se o gelado e mexe-se muito bem para se quebrarem os cristais de gelo já criados. Repete-se o mesmo processo uma hora depois.  Volta ao congelador mais duas horas, no mínimo, antes de servir.
  6. O gelado poderá ser servido acompanhado com topping de compota de uva ou com coulis de uva.

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Lievito madre…Pão de sementes

Este proposta que vos trago hoje foi uma das receitas confecionadas na formação que frequentei sobre Pão Artesanal, Risottos e Arancini, dinamizada pela formadora Ana Simas, após a mesma ter participado numa formação em Itália.  Éramos doze formandos muito entusiasmados e colaborativos e adorámos preparar os fermentos para o pão, os ingredientes para os risottos e, finalmente, moldar e fritar os arancini. Foi muito bom partilhar algumas horas com pessoas que, tal como eu, têm a paixão pela cozinha e adoram convívios culinários.
Desta formação ficou a vontade de fazer em casa o fermento natural, isco ou massa-mãe. Fui beber mais ensinamentos ao blogue do Filipe Frazão, Chilli com Todos, um blogue de referência para mim.

E cá está um pão rústico, delicioso e que inspira saúde.

Pão de Sementes

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Lievito Madre (fermento natural/ massa mãe)

Segundo o Filipe, “usar farinha biológica integral aumenta em muito a probabilidade de sucesso do starter. As farinhas integrais contém fungos importantes para o metabolismo da bactéria ácido-láctica, promovendo assim a fermentação natural. Como as farinhas não biológicas são lavadas com fungicidas, esses fungos são eliminados, reduzindo a probabilidade de sucesso. Em relação à água o princípio é semelhante, o cloro presente na água da torneira acaba por eliminar também os fungos que queremos preservar. A ideia é tentar manter a integridade biológica do starter nos seus primeiros dias de vida. Por isso usem água engarrafada e farinha biológica pelo menos nos primeiros dias, até o seu estado de fermentação ser suficientemente forte.”

Tal como o Filipe, eu fiz um starter de centeio.

Dia 1

  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 75g

“Misture a farinha e a água com os dedos num recipiente à parte até obter uma mistura pastosa (antes de misturar lave as mãos com pouco sabão). De seguida transfira essa mistura para o frasco, feche-o e reserve num local morno até o dia seguinte, longe de correntes de ar. Nunca o coloque directamente em cima de uma fonte de calor nem ao sol. Os fungos morrem a partir dos 60°. (As nossas mãos contém a bactéria lactobacillus sanfranciscensis, uma das bactérias presentes no sourdough, por isso é importante misturar com os dedos)

Dia 2

  • (75g do dia anterior)
  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 150g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a mistura do dia anterior. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

Algumas bolhas devem começar surgir na superfície ao fim do segundo dia.

Dia 3

  • (150g do dia anterior)
  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 225g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a que já está lá dentro. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

No terceiro e quarto dias começa a ocorrer um arejamento da massa, visível pela formação de bolhas nas laterais do frasco, uma estrutura semelhante a favos de mel.

Dia 4

  • (225g do dia anterior)
  • 50g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 325g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a que já está lá dentro. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

Ao fim do quarto dia temos um starter com um aroma frutado e avinagrado e apresenta muitas bolhas. Está cheio de vida, repleto de fungos e ácido-láctico, pronto a ser usado na produção de pão!

No entanto, alguns starters podem levar mais tempo a desenvolver-se e a razão principal pode ser a temperatura. Se for o caso, espere mais um dia ou dois e mude o frasco para um local mais quente.” *

*fonte

Pão de Sementes com Lievito Madre (receita by Ana Simas)

Ingredientes:

  • 170g de grão e/ou flocos (usei centeio e trigo integral)+0,3 l de água+sal
  • 20 g de fermento natural (lievito madre)+ um pouco de água+um pouco de farinha T65
  • 500 g de farinha T65 + 20 g de sementes (usei girassol)+20 de erva doce ou de coentros

Preparação: 

  1. Dissolver o sal na água e juntar os grãos/flocos.
  2. Misturar o fermento com a água e a farinha e deixar levedar cerca de meia hora.
  3. Misturar a farinha com as sementes.
  4. Misturar tudo, juntar a água necessária e amassar muito bem.
  5. Polvilhar com farinha e deixar levedar cerca de 12 horas dentro de uma taça.
  6. Ao fim deste tempo, virar a massa (a massa abate) e deixar levedar mais 2 ou 3 horas.
  7. De preferência, usar uma base de ferro para cozer o pão.
  8. Aquecer bem a base, colocar a massa na base e levar a forno pré-aquecido a 180 ºC. Colocar uma taça com água dentro do forno.
  9. Coze cerca de hora e meia.

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O fim de agosto…’limanadas’ de maracujá e conversas deliciosas

O mês encontra-se em contagem decrescente. Será sempre o fim das férias para alguns e o início das mesmas para outros. Cá por casa, o fim de semana soube-nos muito bem. Começou  com uma saída com amigos e fluiu  entre a preparação de almoços tardios, umas barritas saudáveis, uma limonada de maracujá e um compromisso radiofónico, com a Claudine Lourenço, do Planeta Mulher, e a Fátima Albino, que dispensam ambas apresentações. Recebi o convite para participar na rubrica Planeta Mulher, da Rádio Clube de Angra e fui calorosamente acolhida nos estúdios pela Claudine, uma mulher dinâmica e uma comunicadora nata. Tive a surpresa de partilhar o programa com a Fátima Ferreira, mais conhecida como Fátima Albino, e dona da Ganadaria José  Albino Fernandes, uma mulher encantadora, uma verdadeira contadora de histórias, um exemplo de vida e de força para tantas mulheres.

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E agora a limanada… Os maracujás e as limas conjugaram-se muito bem neste sumo delicioso e refrescante.

Brindemos à vida e a este lindo momento do dia, que decidi partilhar convosco.

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Ingredientes para um jarro

  • 5 maracujás
  • sumo de duas limas
  • mel a gosto
  • cubos de duas cuvetes de gelo

Preparação

  1. Corte as duas limas e retire-lhes o sumo, colocando-o no jarro.
  2. Corte os maracujás a meio e, com uma colher, retire-lhes todo o conteúdo (polpa e sementes), juntando-o ao sumo de lima.
  3. Junte cubos de gelo e mel a gosto.

 

Vieiras e props

Parte 1. Introdução sobre o molusco

“As vieiras são moluscos bivalves marinho. Encontram-se em vários oceanos e abundantemente na América do Norte, norte da Europa, e Japão, sendo bastante apreciadas como alimento refinado. Nos países de língua inglesa são conhecidas como scallop, em francês são a famosa coquille saint-jacques. As conchas coloridas em forma de leque de algumas vieiras, com seu padrão de pregas radiantes, são apreciadas por colecionadores e malacologistas e tornaram-se um símbolo de heráldica e de Santiago Maior, ostentado pelos peregrinos a Santiago de Compostela. É também a concha representada em O Nascimento de Vénus de Botticelli. A sua característica mais interessante na vida selvagem, segundo o National Geographic, é serem nadadores ativos, sendo o único bivalve migratório, movendo-se por propulsão com ajuda do músculo adutor. As Vieiras possuem olhos com lente e retina, mais complexos do que os de outros bivalves. Embora não consigam ver formas, podem detectar a luz e movimento. Uma vieira nômade pode nadar, abrindo e fechando rapidamente as conchas. Este método de locomoção é também uma técnica defensiva, protegendo-a da ameaça de predadores. Algumas vieiras podem fazer um som suave mas audível de um estalo ao bater as conchas debaixo da água, levando a que lhes chamem “vieiras cantoras”.” *

*fonte 

Parte 2. Vieiras e Props

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Desde que iniciei esta caminhada no mundo dos blogues de culinária, já lá vão sete anos, comecei a ser fã de props, ou seja, de loiças, talheres, panos de cozinha, toalhas, entre outras coisas para as quais vou encontrando utilidade na preparação do cenário das fotos, um dos aspetos deste hobby de foodblogger que me dá mais prazer. Por este motivo, a família, os amigos, e até algumas pessoas que conheço há menos tempo, sabendo deste meu gosto, me têm presenteado com diversos mimos que estão revestido de grande valor. Nestas fotos, por exemplo, está um pratinho com uma estampagem de uma paisagem azul que me foi oferecido por uma amiga, outro ao centro, comprado numa feira de segunda-mão, um jarro que foi prémio de bazar, estão talheres diversos, comprados num flea market, na minha última viagem a Paris, um pano de loiça, bordado, costurado e oferecido pela minha sogra, e conchas e búzios, servidos nas entradas do último festival de gastronomia do concelho onde vivo. Nada é por acaso. Os objetos, tal como nós, desejam uma história, remetem-nos para pessoas e espaços. Ou seremos nós que os enaltecemos com as nossas vivências? Hoje, estes props estão aqui para contar a história desta receita, onde as vieiras são as atrizes. Eu também estou: junto ao fogão na preparação da receita, como encenadora nas composições e atrás do disparo da máquina fotográfica. Aqui está a prova de que velho ou novo, valioso ou modesto,  tudo concorre para a transformação de ideias em realidade. E prometo não filosofar mais hoje.

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Parte 3. A receita- Vieiras com manteiga de alho e lima e pesto de amêndoa 

Ingredientes para as vieiras e para o pesto

  • uma embalagem de vieiras congeladas (7/8 unidades)
  • manteiga
  • sumo e raspa de lima
  • pimenta rosa
  • flor de sal
  • 3/4 chávena de folhas de manjericão fresco
  • 3 dentes de alho
  • 1/4 chávena de amêndoa torrada
  • 1/4 chávena de azeite
  • 25 g de queijo parmesão ralado

Preparação do pesto de amêndoa

 

1. Coloque o manjericão e um dente de alho no almofariz e esmague.

2. Junte o sal e metade da medida de azeite. Volte a esmagar até obter uma massa uniforme.

3. Adicione as amêndoas trituradas e o restante azeite, e volte a esmagar.

4. Junte o queijo parmesão e envolva todos os ingredientes.

Preparação das vieiras

  1. Descongele as vieiras totalmente.
  2. Tempere-as com flor de sal e pimenta rosa.
  3. Pique dois dentes de alho e leve-os a alourar numa colher de sopa de manteiga. Quando começar a borbulhar, coloque as vieiras e cozinhe-as 3 minutos de cada lado, em lume brando.
  4. Perfume com sumo e raspa de lima.
  5. Sirva com o pesto de amêndoa.

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Taste in Adegas…Take 2

No seguimento da publicação Taste in Adegas take 1 vem esta de hoje, dedicada ao evento, que decorreu, desta vez, na cooperativa vitivinícola do Pico, localizada também no Concelho da Madalena do Pico, e que colocou em destaque os Vinhos Terras de Lava e Lajido. Outra experiência monumental como a montanha.

Venham comigo!

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Camarão marinado com maionese de abacate

acompanhado de Terras de Lava rosé

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Strudel de cebola caramelizada, espinafre e cogumelos

acompanhado de Terras de Lava tinto

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Biscuit de feijão branco com curd de ananás

acompanhado de Lajido Reserva Doce 2004

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Acabámos o rota dos vinhos picoenses com esta magnífica paisagem do canal Pico e Faial, vista da vila da Madalena do Pico.

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Um dia perfeito!