Um mega post…Em jeito afrodisíaco…

Faz hoje uma semana desde o último workshop DeBorla. O tema, Receitas Afrodisíacas para o Dia dos Namorados, caracterizou-se por ser um grande desafio. De entre os workshops que realizei na loja da Terceira, este excedeu sobremaneira todas as expetativas em muitos aspetos.  As receitas foram sendo confecionadas ao longo da tarde entre  sabores, aromas, explicações e boa-disposição. A loiça da loja concorreu, sem dúvida, para o embelezamento das sugestões apresentadas.

Venham então comigo nesta viagem!

food blogger Patrícia Cheio

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Entradas

Paté de Veado 

paté de veado

Inicialmente, iria servir o paté de veado como topping de crostini (fatias de baguete fininhas torradas no forno, pinceladas com azeite e salpicadas de pimenta). Resolvi simplificar a entrada e utilizei breadsticks (gressinos) de pão, de compra,  para acompanhar com o paté.

Para o paté irão necessitar de uma embalagem de paté de veado Quinta dos Jugais, com 100 g, de mini-tostas, de 100 g de queijo creme, uma colher de chá de sumo de limão ou um toque de raspa de limão. Misturem todos os ingredientes até se obter a consistência desejada. Decorem com germinados de alho-francês, da Verde Vivo.

(Poderão encontrar o paté de veado na loja Raminho de Salsa, no Mercado Duque de Bragança)

 

Figos Secos com Queijo de Cabra Curado, Mel e Nozes

figos

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Prato de Peixe

Camarão com Algas, Leite de Côco e Caril

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Camarão com Algas

Ingredientes

  • 1 caixa de camarão ou de gambas
  • 1 lata de leite de côco
  • caril
  • algas (Tok de mar)
  • manteiga
  • azeite
  • 1 cabeça de alho
  • Piri-piri
  • Sumo de meio limão
  • sal

Preparação

Retira-se o camarão do congelador e deixa-se descongelar num recipiente com água. Escorre-se muito bem. Numa tigela, colocam-se as algas, que se tapam com água para que hidratem. Numa frigideira grande, de paella, colocam-se dentes de alho esmagados, pedaços de manteiga, um pouco de azeite e piri-piri fresco. Quando a manteiga começar a derreter, vai-se adicionando o camarão até cobrir o fundo da frigideira. Deixa-se fritar de um lado e do outro. Reservam-se os camarões numa travessa. Verte-se por cima destes o sumo de meio limão. Na mesma frigideira, verte-se o leite de côco, tempera-se com sal e juntam-se as algas hidratadas e todos os camarões, envolvendo-os no molho. Deixa-se o molho apurar e serve-se de imediato com arroz branco ou marroquino (ver receita – acompanhamentos)

(Poderão encontrar as algas à venda na loja Raminho de Salsa, no Mercado Duque de Bragança)

(Decoração com germinados de alho-francês Verde Vivo)

Acompanhamento do Prato de Peixe

Arroz Marroquino

Arroz Marroquino

Ingredientes

  • 1 chávena de arroz (vaporizado ou basmati)
  • 2 chávenas de água
  • 2 dentes de alho
  • 1 pau de canela (que retirei após cozinhado)
  • 1 cravinho
  • 2 folhas de hortelã (que retirei posteriormente)
  • 1 punhado de sultanas
  • 1 punhado de cajus (não coloquei)
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • sal

Preparação

Faz-se um refogado com o alho em manteiga. Colocam-se as sultanas até ficarem inchadas e luzidias. Adiciona-se o arroz e os restantes ingredientes. Envolve-se com a colher de pau por instantes. Junta-se a água e deixa-se cozinhar.

Prato de Carne

Rolinhos de Porco com Morcela com Torre de Batata-Doce e Ananás caramelizado

Rolinhos de Porco com Morcela

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Ingredientes

  • Bifanas de porco
  • Morcela
  • Bacon laminado
  • Azeite
  • Chutney de damasco e tâmaras
  • Germinados para decorar

Preparação

Pré-aqueça o seu forno a 160ºC de temperatura. Tempere as bifanas com sal, alho em pó e pimenta. Recheie-as com morcela sem pele. Envolva-as em tiras de bacon e ate-as com fio de cozinha, para não perderem a forma. Numa frigideira de fundo anti-aderente, aqueça um fio de azeite e junte ainda algumas tiras de bacon, para largarem gordura. Nessa gordura, junte os rolinhos e deixe-os dourar bem, de ambos os lados, antes de os levar ao forno para acabarem de cozinhar por uns vinte minutos. Poderá optar por fazer um rolo maior e levar diretamente ao forno, sem passar na frigideira. Sendo assim, terá de aumentar o tempo de cozedura para 45 a 60 minutos. Retire os fios e fatie os rolinhos. Acompanhe com batata-doce e ananás caramelizado e chutney de damasco e tâmaras.

Batata-Doce com Ananás Caramelizado

batata-doce com ananás caramelizado

Ingredientes

  • 4 ou 5 batatas-doces pequenas
  • 1 lata de ananás em calda
  • Calda do ananás
  • Açúcar mascavado

Coze-se a batata-doce com casca em água e sal. Retira-se a pele e corta-se às rodelas. Cortam-se em pedaços as rodelas de ananás. Numa assadeira, dispõem-se as rodelas de batata, intercaladas com pedaços de ananás. Verte-se a calda do ananás e polvilha-se com açúcar mascavado a gosto. Leva-se ao forno até que a batata absorva o molho.

Chutney de damasco e tâmaras (canto inferior direito)

Chutney de damasco com tâmaras

1.Pique dois dentes de alhos, 10 g de gengibre e 1 cebola.

2. Coloque 20 ml de água quente numa panela e junte 200 g de açúcar. 3. Adicione 100 ml de vinagre, os damascos- 300 g -, previamente hidratados durante 30 minutos em vinho do porto, e as tâmaras – 300 g – cortados em cubinhos.
4. Tempere com uma colher de chá de sal, pimenta preta e ½ colher de chá de açafrão das índias. Cozinhe em lume brando durante 1 hora ou até fazer ponto de estrada.
5. Deite o chutney em frascos esterilizados e guarde num local escuro e seco 1 a 2 meses antes de consumir.

 

Salada Baby-Leaf com tangerina, sementes de girassol e de abóbora tostadas e amêndoa laminada

Salada Baby-Leaf com clementina, sementes de sésamo e amêndoa laminada

Salada Baby-Leaf com clementina, sementes de sésamo e amêndoa laminada

Ingredientes

  • Mistura de folhas para saladas (alface, rúcula, agrião, acelga…)
  • Gomos de tangerina
  • Amêndoa laminada tostada
  • Sementes de girassol e de abóbora tostadas
  • Orégãos secos
  • Azeite
  • Sumo de limão
  • mel

Disponha numa saladeira a mistura de folhas para saladas Descasque gomos de tangerina e adicione. Termine com amêndoas torradas e as sementes tostadas e  regue com um molho de azeite, sumo de limão e mel. Polvilhe a salada com orégãos secos.

 

Trio de chocolate, morangos e marshmallows

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Ingredientes

  • Morangos
  • Marshmallows
  • Chocolate de culinária

Lavam-se os morangos sem retirar o pé. Secam-se. Num pau de espetada, enfia-se primeiro um morango, depois um marshmallow, novamente um morango, um marshmallow e termina-se com um morango. Leva-se o chocolate a derreter (em banho-maria ou no micro-ondas desenham-se fios de chocolate por cima das espetadas.

Corações de chocolate e rebuçado de menta

Corações de chocolate e rebuçado de menta

Ingredientes

  • Mini-guarda-chuvas de menta
  • Chocolate branco, de leite ou negro
  • Pau de espetada
  • Papel vegetal

Preparação

Partir o chocolate aos pedaços e coloca-lo numa taça de vidro. Derreter em banho-maria ou no micro-ondas em sessões de 30 segundos, mexendo sempre entre cada sessão.

Dispor dois guarda-chuvas de rebuçado de menta em cima de uma folha de papel vegetal em formato de coração. Colocar no meio o pau de espetada e encher o centro com o chocolate derretido. Levar ao frigorífico até solidificar

 

Sobremesas

Flores de massa filo com morangos, creme inglês e topping de chocolate

Flores de massa filo com morangos, creme inglês e topping de chocolate

Ingredientes

  • 1 embalagem de massa filo com 4 folhas
  • Morangos
  • 500 ml de leite
  • 2 ovos
  • 50 g de açúcar (coloquei 80 g)
  • 15 g de amido de milho (maizena)
  • manteiga derretida para pincelar

Preparação

Cortei quadradinhos de massa filo com tamanho suficiente para caberem em forminhas de alumínio, ficando as pontinhas levantadas. Pincelei as forminhas e cada quadradinho de massa filo com manteiga. Coloquei em cada forminha 3 folhas alternadas, tendo o cuidado de desencontrar as respetivas pontas para conferir o efeito de flor. Levei ao forno as forminhas com a massa cerca de 5 minutos em forno previamente aquecido. É importante não deixar tostar muito.Aroma de baunilha ou vagem de baunilha.

Retirei as flores do forno e deixei arrefecer. Fiz o creme inglês, colocandotodos os ingredientes no copo da Bimby e programei 6 Min/90º/Vel.4

Creme Inglês Tradicional
Verte-se o leite num tacho, deixando de reserva ½ copo. Deita-se o açúcar no tacho e a vagem de baunilha. Fica a levantar fervura. Sai do lume e elimina-se a vagem de baunilha. Coloca-se as gemas num recipiente, mistura-se a maizena e dissolve-se o creme resultante com o leite frio reservado. Passa-se por um coador o leite fervido e verte-se, gradualmente, sobre o creme obtido, batendo energicamente. Leva-se o creme ao lume no mesmo tacho onde se ferveu o leite e cozinha-se, mexendo continuamente, até o creme chegar ao ponto de ebulição. O creme não deve levantar fervura. Fica pronto ao espessar.

Deixei arrefecer e depois coloquei o creme no frigorífico.

Na hora de servir, retirei o creme do frigorífico e coloquei duas colheres de sopa de creme bem cheias em cada flor de massa filo. Decorei com morangos cortados aos pedacinhos. Poderá ainda adicionar um coulis de morango ou compota de morango antes de decorar com os morangos e com os germinados de alfafa Verde Vivo.

Sobremesas Flores de massa filo com morangos, creme inglês e topping de chocolate

Se desejarem ver o álbum de fotografias completo, cliquem no link abaixo.

https://www.facebook.com/patricia.foodwithameaning/media_set?set=a.775761755889221.1073741851.100003662128130&type=3&pnref=story

 

Um dois em um e o conto por trás da receita

Como é natural na maioria das casas, a quadra natalícia caracteriza-se por alguns excessos. Agora que janeiro já chegou, todos nós voltamos às rotinas alimentares nas quais a sopa está sempre presente. Esta sugestão de hoje não é considerada uma refeição light, uma vez que contém enchidos e algumas carnes gordas. No entanto, foi confecionada com o propósito de servir de dois em um, não havendo, assim, necessidade de segundo prato.

A Sopa da Pedra é uma sopa tradicional da cozinha portuguesa, originária de Almeirim, em Santarém, no centro de Portugal. É uma sopa consistente e rica, feita à base de carne, enchidos, feijão, couve, batatas e cenoura.  É uma sopa que alimenta e reconforta. Tradicionalmente, coloca-se a pedra, bem lavada, no fundo da terrina e, depois de comida  a sopa, guarda-se a pedra para a próxima vez que for preparada.

A designação desta sopa encontra-se em muitas culturas ocidentais e tem como base um conto tradicional que nos diz ter sido um frade lambareiro e espertalhão o primeiro homem a confecioná-la.

Sopa da Pedra

Ingredientes

(para 6 a 8 pessoas)
  • ½ kg de feijão-encarnado (feijoca)
  • 1 cebola
  • 2 cenouras
  • 1 couve-lombarda
  • 1 farinheira
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de coentros
  • 2 dentes de alho
  • 250 g de carne de vaca
  • 400 g de batatas
  • 60 g de chouriço
  • 60 g de morcela
  • 800 g de carne de porco (orelha, pés e toucinho)
  • sal e pimenta a gosto

Preparação

De véspera raspe e limpe bem a orelha e os pés de porco e salgue-os. Ponha o feijão de molho.

No dia da confeção, leve o feijão a cozer, juntamente com o louro. Tempere com sal e pimenta. Junte mais água, se for necessário.

À parte coza as carnes e os enchidos (à exceção da farinheira, que deve cozer em separado).

À medida que forem cozendo, vá retirando as carnes sucessivamente, visto que a carne de porco coze mais depressa que a de vaca, o mesmo acontecendo com a morcela em relação ao chouriço. Corte as carnes e os enchidos em pedaços.

Logo que se retirarem todas as carnes, junte a couve, as cenouras, a cebola, todas elas cortadas em pedaços, os alhos picados, e algum tempo depois as batatas também em pedaços.

Depois de cozido, retire 2 conchas de feijão e reduza-o a puré.

Quando os legumes estiverem cozidos, junte-lhes os feijões inteiros e os passados. Deixe ferver todos os ingredientes, para apurar, e retifique o sal. Acrescente também os coentros picados e a pimenta.

Depois de frios, corte os enchidos em rodelas finas.

Tire a panela do lume e introduza as carnes previamente cortadas.

No fundo da terrina onde vai servir a sopa, coloque uma pedra, tipo seixo, bem lavada. Decore com coentros picados e sirva quente.

fonte

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frade sopa da pedra 130x130 Sopa da Pedra (Almeirim)O conto por trás da receita…

Um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada. O frade estava a cair de fome e disse:

— Vou ver se faço um caldinho de pedra.

E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, como para ver se era boa para um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança. Diz o frade:

— Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa.

Responderam-lhe:

— Sempre queremos ver isso.

Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu:

— Se me emprestassem aí um pucarinho…

Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.

— Agora, se me deixassem estar a panelinha aí, ao pé das brasas…

Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele:

— Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava a primor!

Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada para o que via.

O frade, provando o caldo:

— Está um nadinha insosso. Bem precisa duma pedrinha de sal.

Também lhe deram o sal. Temperou, provou, e disse:

Quando os olhos já estavam aferventados, arriscou:

— Ai! Um naquinho de chouriça é que lhe dava uma graça!…

Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele pô-lo na panela e, enquanto se cozia, tirou do alforge pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço.

Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe:

— Ó senhor frade, então a pedra?

— A pedra… lavo-a e levo-a comigo para outra vez.

Conto Tradicional português recolhido por Teófilo Braga

Sopa da Pedra

Os Açores dentro de um rissol….rissóis de morcela e rissóis de salsicha com queijo vaquinha

De um mar de rissóis, surgiram estes com recheio de morcela, de queijo e salsicha.
Para fazer inveja aos tradicionais rissóis de carne, de camarão e de atum, partilho convosco estas minhas experiências culinárias com ingredientes apenas terceirenses. Até a farinha é da Moagem Terceirense. Bairrismos? Claro que não. As ilhas são nove e na diversidade é que está o ganho açoriano. Há pouco tempo falei de produtos do Pico. Da próxima vez, irei com certeza, colocar em destaque pormenores culinários de outras vivências do arquipélago.

Mas agora não resisto a colocar este excerto do programa 5 para a meia-noite com um moço terceirense que dispensa apresentações: Luís Filipe Borges.

Dois sotaques açorianos bem diferenciados: o terceirense e o micalense (isto até dava uma anedota – e vai dar!)

E aqui deixo hoje algumas ideias com produtos apenas terceirenses, a morcela do Talho Galo e o Queijo Vaquinha, para servirem de entrada nas nossas casas quer sejam os rissóis fritos em óleo, na frigideira ou na Actifry, ou simplesmente assados no forno.


Ingredientes para a massa
(receita Bimby- testadíssima e aprovada)- quantidades para 38 a 40 unidades

500 g de farinha (tipo 65)

500 g de água

60 g de manteiga

10 g de azeite

1 pitada de sal

Ingredientes para a massa (modo tradicional- receita testadíssima e aprovada da D. Nazaré, a minha querida sogra)

500 g de farinha (tipo 65)

250 ml de leite

250 ml de água

1 colher de sopa de manteiga ou margarina

casca de limão sem a parte branca

umas pedras de sal

Ingredientes para o recheio de  morcela

1 morcela (do talho Galo)

Ingredientes para o recheio de salsicha

6 salsichas grandes frescas ou de conserva

queijo curado Vaquinha (utilizei do picante)

Ingredientes para envolver os rissões depois de feitos

pão ralado com ervas finas da Espiga

2 ovos inteiros

Modo de preparação na Bimby

Pese a farinha e reserve.

Coloque no copo a água, a manteiga, o azeite, o sal e programe 5 Min/100º/Vel.1

Junte a farinha de uma só vez e programe 20 Seg/Vel.4 Retire a massa e deixe arrefecer.

Numa superfície estenda a massa com a ajuda de um rolo.

Cortam-se círculos de massa, com um copo ou com um utensílio próprio.

Recheia-se cada rissol com 1 colher de chá de morcela  ou com pedacinhos de salsicha e queijo.

Fecha-se o rissol com a mão ou com recurso a utensílio próprio.

Batem-se dois ovos inteiros e, com os dedos, untam-se os rissóis, passando-os de seguida por pão ralado.

Obs. Convém congelar antes de se usar para evitar que abram ao fritar.

Modo de preparação tradicional

Colocam-se os líquidos, a casca do limão, a manteiga e o sal numa panela e deixa-se começar a ferver. Quando estiver neste ponto, baixa-se o lume para o mínimo e começa-se a adicionar a farinha peneirada, mexendo-se sempre com uma colher de pau até o tacho ficar seco.

Retira-se do tacho, para cima de uma mesa e amassa-se o quanto se puder até a massa ficar bem manobrada. Abafa-se com um pano de cozinha enquanto se faz o recheio.

Estende-se a massa com um rolo deixando-a ligeiramente fina. Cortam-se, com um copo, círculos de massa.

Recheia-se cada rissol com 1 colher de chá de morcela  ou com pedacinhos de salsicha e queijo.

Fecha-se o rissol com a mão ou com recurso a utensílio próprio.

Batem-se dois ovos inteiros e, com os dedos, untam-se os rissóis, passando-os de seguida por pão ralado.

Obs. Convém congelar antes de se usar para evitar que abram.

Qualquer dia ainda testo novas versões de rissóis com outras conjugações de produtos bem açorianos. A imaginação e o paladar são o limite!