O bolo dos 17

Este foi o bolo que fiz para eu e o meu marido comemorarmos dezassete anos de casados.  E como dizia a Julia Child “a party without a cake is just a meeting”, uma celebração como esta exigia a presença de um bolo. Foi um bolo fresco, de limão e pequeno de formato, confecionado em duas formas de 18 cm de diâmetro e composto por quatro camadas  recheadas com um delicioso e sedoso buttercream.

Naked Cake de Limão com Buttercream

Ingredientes para o bolo

  • 4 ovos
  • 200 g de margarina ou manteiga
  • 200 g de açúcar
  • 200 g de farinha
  • 1 colher de chá de fermento
  • raspa de 1 limão
  • aroma de baunilha (1 colher chá)

Preparação

  1. Bater o açúcar com a manteiga até se obter um preparado cremoso.
  2. Adicionar um ovo de cada vez, batendo entre cada adição.
  3. Juntar a raspa de limão e a essência de baunilha.
  4. Ir adicionando aos pouco a farinha e o fermento peneirados.
  5. Untar ambas as formas com manteiga, e forrar o fundo e  laterais com papel vegetal. Untar novamente.
  6. Levar a cozer a 180ºC em forno previamente aquecido.

Nota: Para obter um bolo mais alto, opte por formas de 10 ou de 12 cm de diâmetro.

 

Ingredientes para o Recheio e Cobertura de Buttercream

  • 3 claras de ovo
  • 150 g de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 235 g de manteiga à temp. ambiente
  • 1 colher de café  de aroma de baunilha

Preparação do ButterCream

  1. Coloque um tacho pequeno com água ao lume.
  2. Numa taça resistente ao calor, junte as claras, o açúcar e o sal. Disponha a taça sobre o tacho sem que haja contacto com a água.
  3. Mexe com uma vara de arames até o açúcar dissolver completamente (entre 3 a 5 minutos).
  4. Bata o conteúdo da taça na batedeira numa potência baixa. Vá aumentando a potência aos poucos até que as claras formem picos consistentes, ou seja, que se segurem sozinhos.
  5. Deixe a taça arrefecer, ou arrefeça-a com recurso a toalhas de cozinha húmidas.
  6. Adicione a manteiga aos poucos e bata novamente, agora já numa velocidade média, entre 10 a 15 minutos, até que obtenha um creme liso. Junte a essência de baunilha e bata o preparado apenas até a essência estar misturada.

Montagem do Bolo

  1. Corte ambos os bolos em duas metades iguais, obtendo um total de quatro camadas.
  2.  Coloque um pouco de  buttercream no prato ou base onde vai servir o bolo para que este adira ao prato.
  3. Coloque uma primeira camada de bolo no prato e espalhe sobre esta uma generosa camada de buttercream, usando uma espátula ou o saco de pasteleiro.  Repita o processo para as restantes camadas de bolo. Preencha todo o bolo com uma fina camada de buttercream e com uma espátula alise o topo e em volta, até o buttercream ficar uniforme. Decore a gosto.

Naked Cake de Limão com Buttercream

 

 

 

Louvre Michaelense

Foi nesta mercearia, café, loja de souvenirs e  de artigos para casa que  marquei encontro para um lanche com a foodblogger Sónia Melo. É difícil os nossos olhos não se perderem ao olhar para um balcão repleto de iguarias doces e salgadas e para um espaço cheio de cor, de vida e de histórias para contar, que pode ser desfrutado por locais e turistas da ilha de São Miguel.

No primeiro balcão, logo à entrada, somos recebidos por queijadas e empadas diversas, bolos e  bolachas e por um desfile de licores regionais. Por trás desse balcão, estão vitrines de exposição com chás, especiarias e produtos típicos açorianos e de outras paragens. Há livre circulação. Há autorização para abrir e fechar gavetas. Lá atrás, existe uma cozinha onde a magia daquele espaço alquímico acontece.  Nada neste lugar é igual a qualquer outro. É um pouco dos Açores, um pouco da minha cultura, este Louvre.

Louvre Michaelense

 

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

Louvre Michaelense

 

Saibam mais sobre este espaço através da leitura deste artigo delicioso!

 

Em Ponta Delgada, um espaço centenário abandonado, velha loja de chapéus, foi agora recuperado e voltou a abrir portas.

Vinham de Paris os chapéus que no número 8 da Rua António José d’ Almeida, na baixa de Ponta Delgada, faziam as delícias dos açorianos. Duarte Cardoso, o dono, abriu o espaço em 1904 e fez do Louvre Michaelense o lugar mais “coquete” da cidade. Agora, Catarina Ferreira reabriu as portas da loja, há muito abandonada — já não há chapelaria parisiense, mas há chapéus locais e uma espécie de mercearia do mundo que quer ser uma casa para quem a visita.

Catarina já tinha a cargo o restaurante vegetariano Rotas e o ¾, um dos primeiros hostels a abrir portas em Ponta Delgada. Isto além da carreira de professora. Em tom de brincadeira, dizia aos amigos que se mostrasse vontade de se meter em mais algum projecto a mandassem internar. Mas um amigo fez o contrário: “Disse-me que tinha conhecido um lugar que era a minha cara…” Quando entrou na antiga chapelaria e loja de fazendas, soube que ele tinha razão. O lugar estava de pernas para o ar, mas aquele antigo balcão a marcar a frente da loja e as gigantes letras parcialmente visíveis a formar as palavras Louvre Michaelense, rapidamente a conquistaram.

Depois de obras profundas — e da grande batalha de conseguir recuperar as letras de tabique e gesso com o nome da casa —, Catarina, a viver nos Açores há já alguns anos, não podia estar mais feliz. Naquelas montras agora visíveis novamente, expôs pela primeira vez os seus óleos o pintor açoriano Domingos Rebelo, mais tarde referência internacional. Por isso, reabrir este espaço é também devolver à cidade um pedaço de uma história que lhe pertence.

O conceito que ali se desenhou diferencia-se em variados detalhes. Primeiro e muito importante: as pessoas entram (literalmente) na loja, para lá do balcão. “Podem pegar num chá da mercearia e ir à cozinha prepará-lo. Ou fazer torradas…”, exemplifica a empresária. Este “sirva-se você mesmo” está a surtir os resultados que Catarina procurava: “Quero sobretudo que as pessoas se sintam em casa.”

Há chás, café, cereais a granel, conservas, queijos, bolos, pão, vinhos. O cliente escolhe o que quer e tira. “É simples.” É uma mercearia cheia de coisas “que faziam falta à ilha” com a vantagem de ter mesas e uma cozinha aberta. Mas há mais: o Louvre Michaelense tem espaço para os chapéus feitos localmente, artesanato, loiça das Caldas da Rainha (para Catarina matar saudades de casa) e peças alemãs e norueguesas. A professora criou ainda as linhas Louvre e Avó Catita, que têm bloquinhos, canetas, t-shirts ou canecas para pequenas recordações. Os postais, com fotografias dos Açores feitas por profissionais e amadores, são também uma delícia. Um sítio histórico cheio de histórias dentro.

fonte do artigo

Louvre Michaelense

Cella Bar…um local de visita obrigatória na majestosa ilha do Pico

A nossa família não consegue imaginar o verão sem umas semanas na ilha do Pico. O facto de termos casa de veraneio por lá e dos miúdos adorarem as piscinas naturais, as roupas descontraídas e o pé no chinelo leva-nos a escolher o mês de julho para umas férias relaxantes na segunda maior ilha dos Açores, mas que ainda preserva a genuinidade. Num dos nossos passeios pelo extremo ocidental da ilha deparámo-nos com as curvas ousadas e incomuns do Cella Bar. É um bar, como o nome indica, mas é também um restaurante de tapas  e uma obra de arquitectura que está a encantar o mundo. Publicações nacionais e internacionais estão a destacar o trabalho de Fernando Coelho, do atelier FCC Arquitectura, Paulo Lobo, responsável pelo design interior, e ainda Paulo Neves, que gizou a escultura do exterior. O espaço foi dividido em dois: um restaurante numa casa de basalto, abandonada há vários anos e agora recuperada, e um bar numa arrojada estrutura de madeira. A ideia partiu dos sócios e amigos Filipe Paulo, 34 anos, e Fábio Matos, 36, naturais do Pico. Queriam algo que fosse moderno e orgânico, inspirado no vinho e no mar, algo que pudesse atrair turistas para este ponto remoto da ilha. O nosso dia terminou por lá. Que há melhor do que saborear um copo de vinho e umas tapas na esplanada com o cenário de montanha atrás e a ilha do Faial em frente?

(Ando desde o verão para partilhar convosco esta reportagem fotográfica repleta de boas energias. Finalmente chegou o dia.)

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Dois Mil e Quinze

2015 foi um ano em que o Foodwithameaning deixou de ter um cunho mais pessoal e intimista para assumir uma papel mais culinário. Optei por uma vertente mais discreta e menos emocional no que diz respeito a transmissão de estados de espírito e de vivências particulares. Às vezes penso que não houve efetivamente muito tempo para análises e balanços desta ordem, mas de certo modo foi também intencional este recolhimento, uma vez que passei a ter alguma exposição pública. Foi um ano que decorreu a cem à hora num equilíbrio de forças entre os meus compromissos familiares, profissionais e os que o gosto pela cozinha me proporcionaram.  O convite da empresa DeBORLA para ser formadora de workshops aqui na loja da Ilha Terceira foi um verdadeiro desafio, uma vez que a minha formação nesta área passa inteiramente pelo autodidatismo. Os 12 workshops DeBORLA realizados durante 2015 representaram uma aventura. Perguntei-me tantas vezes se estaria à altura deste projeto, já que a responsabilidade e a exposição pessoal seria muito diferente daquilo a que estava habituada. Empenhei-me ao máximo na preparação e no decorrer dos workshops para que nada falhasse, para estar à altura da confeção das receitas e das questões que me pudessem ser colocadas. Dei o meu melhor. Entreguei-me de corpo e alma. Senti muito orgulho em mim mesma. No regresso a casa, no final de cada workshop vinha sempre a conduzir em total silêncio a tentar assimilar os momentos vividos. Sentia-me leve e com uma sensação de grande felicidade e dever cumprido.  Ao ver as fotos tiradas na loja pensava muitas vezes como teria sido capaz de fazer tantos pratos em meia tarde, como tinha pensado nos pormenores da apresentação dos mesmos, da decoração da mesa, da organização do meu espaço de trabalho. E percebi que existem muitos fatores para as coisas correrem bem. A sorte é um deles, sem dúvida, mas no meu caso o sucesso dos workshops deveu-se a muitas horas de preparação dos mesmos das quais destaco a escolha das receitas, adequando-as aos temas, a elaboração de documentos com o receituário para entrega aos participantes, a seleção, compra e acondicionamentos dos ingredientes; a revisão dos sacos para verificar se transportava os ingredientes todos (por mais supervisão, houve um dia que me esqueci dos dentes de alho e outro que não levei o frango para a salada que ia fazer – alterei a ordem da confeção das receitas e telefonei ao meu marido para que me trouxesse à loja o frango que tinha ficado esquecido na prateleira do frigorífico). O sucesso dos workshops deveu-se também ao apoio incondicional que recebi por parte do Departamento de Marketing da empresa DeBORLA e muito especialmente a Jorge Queirós, diretor de marketing e de comunicação da empresa, que sempre atendeu as minhas solicitações e respondeu às minhas dúvidas com prontidão. A gerente e os funcionários da loja da ilha Terceira concorreram igualmente para que o espaço estivesse operacional, prestando sempre apoio incondicional quando solicitados.

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O ano de 2015 está registado em muitos álbuns com momentos inesquecíveis. Concretizei também mais dois workshops. O primeiro aconteceu a convite da parceria entre o Sindicato Democrático dos Professores e o Museu de Angra do Heroísmo e teve como público-alvo crianças dos 5 aos 12 anos. Foi um grande desafio num novo espaço, que me recebeu de braços abertos e de forma acolhedora. Obrigada Eva Vidal, responsável pelo Sindicato Democrático aqui na ilha e Ana Lúcia Almeida, responsável pelo Serviço Educativo do Museu.

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O segundo workshop, sobre a temática Smoothies, decorreu na escola onde trabalho, a convite do Gabinete de Saúde Escolar, e da professora e enfermeira Ana Marcos e integrou-se na comemoração do Dia Mundial da Alimentação.

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Este foi também o ano em que vi cinco receitas minhas publicadas em dois livros diferentes por convite da Câmara Municipal da Figueira da Foz, na pessoa de Guida Cândido, responsável pela pesquisa e texto do livro A nossa Mesa: receituário gastronómico da Figueira da Foz. Participei com uma receita cujo ingrediente-rei era a Salicórnia. É, sem dúvida, um importante legado para todo o concelho Figueirense.

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As restantes quatro receitas constam do livro Receitas da Marmita, elaborado pelo Serviço de Pediatria do Hospital Santa Maria Maior de Barcelos. Caracteriza-se por ser um projeto muito interessante, porque incentiva à confeção de receitas saudáveis para serem consumidas no local de trabalho. Obrigada Celina Casanova pelo convite.

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2015 trouxe-me muitas amizades novas, umas associadas à gastronomia e outras nem por isso. Foi um ano de convívio e constante aprendizagem.

Vejam alguns momentos dos workshops DeBORLA!

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Foi um ano que também registou momentos menos positivos, no que diz respeito à minha saúde, mas que me ajudaram, acima de tudo, a relativizar muita coisa. Conferimos tanta atenção a pormenores que são apenas isso mesmo e que, por isso, não merecem importância, nem que gastemos saliva, tempo e massa cinzenta com eles.

Resoluções para 2016

1º- Resolver um problema médico pendente.

2º- Andar 60 minutos por dia.

3º- Ler mais e mais.

4º- Continuar a aceitar desafios culinários.

5º- (ainda por determinar)

Ser feliz não está no topo da lista porque isso eu já sou. Tenho uma família e amigos excelentes e tenho trabalho.

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Estou também muito grata aos leitores deste espaço. Que 2016 vos traga muita luz e tudo o que desejarem!

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Chapéus há muitos

Chapéus há definitivamente muitos, mas as sombrinhas de chocolate Regina simbolizam a infância para uma infinidade de portugueses. Com o formato original de um chapéu de chuva, moldadas em chocolate de leite, guardam ainda um pauzinho de plástico colorido. Quem nunca as provou?

A célebre Regina é uma marca histórica portuguesa, detida desde 2000 pela Imperial, que decidiu desde então reeditar alguns dos seus produtos mais característicos e populares – como as inesquecíveis sombrinhas.

Como a minha filha é fã destes chapéus de chuva, tão apelativos e saborosos, resolvemos guardar os pauzinhos de plástico e recriar as nossas sombrinhas. Foi este o nosso Art-Attack deste sábado à tarde.

Uma tablete de chocolate de 200 g rendeu oito sombrinhas deliciosas. Assim, pelo preço de duas sombrinhas recriámos oito. É, de facto, uma ideia económica para abrilhantar as festas da pequenada ou para decorar a árvore de Natal, como eu e os meus irmãos fazíamos quando éramos pequenos.

Para estes chapéus, decidimos comprar chocolate de leite com pedacinhos de amêndoa, para fazer lembrar os clássicos chocolates Regina, envoltos em papel vermelho e dourado e com o conteúdo em forma de crocantes losangos de chocolate. Quem não se lembra deles?

Utilizámos formas metálicas de cornucópias, já utilizadas aqui, para as tradicionais cornucópias com recheio de ovos moles e aqui, neste workshop, para fazer uns pãezinhos rechedos com paté de salmão fumado.

E o resultado foi este.

Chapéus de chuva de chocolate e amêndoaChapéus de chuva de chocolate e amêndoa

Ingredientes

200 g de chocolate de leite com amêndoas

Preparação

1. Partir o chocolate em pedaços para uma taça e levá-lo ao micro-ondas a derreter por períodos de 30 segundos. Retirar, mexer com uma colher até o chocolate estar totalmente derretido e sedoso. Poderá optar por derreter o chocolate em banho-maria, se recear que este queime no micro-ondas e não possa ser reutilizado.

2. Encher os cones metálicos, inserir o pauzinho e levar ao frigorífico durante um mínimo de 8 horas.

3. Retirar do frio. Esperar 15 minutos antes de desenformar.

Chapéus de chuva de chocolate e amêndoaChapéus de chuva de chocolate e amêndoa

Victoria Sponge Cake em data feliz

E volto com o tema da comemoração de uma data feliz. Como todos nós sabemos, quando há festa de aniversário, o bolo é presença obrigatória. Este ano, a minha menina desejou que o bolo tivesse uma princesa. Pedido aceite. O desafio de fazer este bolo foi concretizado por esta mãe que colocou todo o seu empenho na elaboração do projeto. O melhor prémio foi ver a reação da filhota ao bolo dizendo: – Mãe, tu conseguiste! Está ainda mais bonito  do que o bolo que imaginei!

A festa com os amiguinhos foi um sucesso, muito à conta da presença de lollipops, cupcakes, bombons,  marshmellows e aperitivos. Quase já nem vale ter o trabalho de fazer sandes, mini-pizas e as tradicionais gelatinas. O que a miudagem deseja mesmo é brincar muito e, nos intervalos, comer guloseimas e beber muitos copos de refresco para retemperar as forças, que nunca lhes parecem faltar.

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Já há muito tempo que queria confecionar o tradicional Victoria Sponge. Tinha até guardada para o efeito a receita da Rachel Allen. Nada melhor do que a data feliz da minha filha (que curiosamente também se chama Vitória) para concretizar este propósito. Um dois em um, portanto.

Victoria Sponge Princess Cake

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Ingredientes

(fiz a receita por duas vezes)

  • 175 g de manteiga, amolecida (mais alguma para untar a forma)
  • 175 g de açúcar em pó
  • 3 ovos
  • 175 g de farinha sem fermento (mais alguma para polvilhar a forma)
  • 1 colher de chá de fermento para bolos
  • 1 colher de sopa de leite
  • 1 tigela com 18 cm de diâmetro
  • 1 forma redonda com 18 cm de diâmetro e fundo amovível
  • disco de papel vegetal para a forma redonda.
  • natas e compota de framboesa, morango ou mirtilo para o recheio do bolo
  • cobertura de baunilha (Betty Crocker vanilla frosting)
  • cobertura de morango  (Betty Crocker strawberry frosting)
  • bico de pasteleiro (1M da Wilton- para as rosas do vestido)
  • bico de pasteleiro (18 da Wilton- para os pormenores do peito do vestido)
  • uma boneca
  • um laço
  • pérolas rosa
Preparação

  1. Aquecer o forno a 180°C , untar a tigela e a base da forma redonda com manteiga; colocar o disco de papel vegetal na base da forma redonda.
  2. Bater muito bem a manteiga . Juntar o açúcar e continuar a bater até a mistura estar fofa e esbranquiçada.
  3. Em outra tigela, bater muito bem os ovos. Adicioná-los gradualmente ao primeiro preparado. Acrescentar a farinha e o fermento. Juntar o leite e incorporar tudo muito bem sem bater.
  4. Colocar na tigela e na forma untadas e enfarinhadas.
  5. Levar a cozer. Após meia hora, verificar a cozedura com um palito. Se sair seco, o bolo está cozido. Deixar arrefecer nas formas pelo menos 10 minutos, passar uma faca nos rebordos dos bolos e remover para uma rede de arrefecimento até estar completamente frio.
  6. Cortar a meio o bolo feito na forma redonda. Cortar em três partes o bolo feito na tigela.
  7. Rechear cada camada com 3 ou 4 colheres de sopa de compota, seguida de uma camada de natas batidas bem firmes.
  8. Para montar o bolo, colocar na base o bolo feito na forma redonda. Em cima deste, colocar as camadas de bolo cozinhadas na tigela. Abrir um buraco a meio, inserir a boneca, previamente despida e enrolada numa proteção de película aderente. Escolhi uma das Princesas da Disney da minha filha e como a boneca não se destina a este tipo de bolos era um pouco mais comprida do que o buraco feito no bolo. Sendo assim, e para cobrir a boneca com bolo até perto da cintura, coloquei um queque invertido no topo do bolo, obtendo assim a altura desejada. Desenhei rosas em parte do vestido. Na parte de baixo deste fiz uma barra branca. O peito do vestido foi igualmente decorado com branco.

fonte da receita

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