Dois Mil e Quinze

2015 foi um ano em que o Foodwithameaning deixou de ter um cunho mais pessoal e intimista para assumir uma papel mais culinário. Optei por uma vertente mais discreta e menos emocional no que diz respeito a transmissão de estados de espírito e de vivências particulares. Às vezes penso que não houve efetivamente muito tempo para análises e balanços desta ordem, mas de certo modo foi também intencional este recolhimento, uma vez que passei a ter alguma exposição pública. Foi um ano que decorreu a cem à hora num equilíbrio de forças entre os meus compromissos familiares, profissionais e os que o gosto pela cozinha me proporcionaram.  O convite da empresa DeBORLA para ser formadora de workshops aqui na loja da Ilha Terceira foi um verdadeiro desafio, uma vez que a minha formação nesta área passa inteiramente pelo autodidatismo. Os 12 workshops DeBORLA realizados durante 2015 representaram uma aventura. Perguntei-me tantas vezes se estaria à altura deste projeto, já que a responsabilidade e a exposição pessoal seria muito diferente daquilo a que estava habituada. Empenhei-me ao máximo na preparação e no decorrer dos workshops para que nada falhasse, para estar à altura da confeção das receitas e das questões que me pudessem ser colocadas. Dei o meu melhor. Entreguei-me de corpo e alma. Senti muito orgulho em mim mesma. No regresso a casa, no final de cada workshop vinha sempre a conduzir em total silêncio a tentar assimilar os momentos vividos. Sentia-me leve e com uma sensação de grande felicidade e dever cumprido.  Ao ver as fotos tiradas na loja pensava muitas vezes como teria sido capaz de fazer tantos pratos em meia tarde, como tinha pensado nos pormenores da apresentação dos mesmos, da decoração da mesa, da organização do meu espaço de trabalho. E percebi que existem muitos fatores para as coisas correrem bem. A sorte é um deles, sem dúvida, mas no meu caso o sucesso dos workshops deveu-se a muitas horas de preparação dos mesmos das quais destaco a escolha das receitas, adequando-as aos temas, a elaboração de documentos com o receituário para entrega aos participantes, a seleção, compra e acondicionamentos dos ingredientes; a revisão dos sacos para verificar se transportava os ingredientes todos (por mais supervisão, houve um dia que me esqueci dos dentes de alho e outro que não levei o frango para a salada que ia fazer – alterei a ordem da confeção das receitas e telefonei ao meu marido para que me trouxesse à loja o frango que tinha ficado esquecido na prateleira do frigorífico). O sucesso dos workshops deveu-se também ao apoio incondicional que recebi por parte do Departamento de Marketing da empresa DeBORLA e muito especialmente a Jorge Queirós, diretor de marketing e de comunicação da empresa, que sempre atendeu as minhas solicitações e respondeu às minhas dúvidas com prontidão. A gerente e os funcionários da loja da ilha Terceira concorreram igualmente para que o espaço estivesse operacional, prestando sempre apoio incondicional quando solicitados.

workshops 2015 DeBORLA

O ano de 2015 está registado em muitos álbuns com momentos inesquecíveis. Concretizei também mais dois workshops. O primeiro aconteceu a convite da parceria entre o Sindicato Democrático dos Professores e o Museu de Angra do Heroísmo e teve como público-alvo crianças dos 5 aos 12 anos. Foi um grande desafio num novo espaço, que me recebeu de braços abertos e de forma acolhedora. Obrigada Eva Vidal, responsável pelo Sindicato Democrático aqui na ilha e Ana Lúcia Almeida, responsável pelo Serviço Educativo do Museu.

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O segundo workshop, sobre a temática Smoothies, decorreu na escola onde trabalho, a convite do Gabinete de Saúde Escolar, e da professora e enfermeira Ana Marcos e integrou-se na comemoração do Dia Mundial da Alimentação.

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Este foi também o ano em que vi cinco receitas minhas publicadas em dois livros diferentes por convite da Câmara Municipal da Figueira da Foz, na pessoa de Guida Cândido, responsável pela pesquisa e texto do livro A nossa Mesa: receituário gastronómico da Figueira da Foz. Participei com uma receita cujo ingrediente-rei era a Salicórnia. É, sem dúvida, um importante legado para todo o concelho Figueirense.

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As restantes quatro receitas constam do livro Receitas da Marmita, elaborado pelo Serviço de Pediatria do Hospital Santa Maria Maior de Barcelos. Caracteriza-se por ser um projeto muito interessante, porque incentiva à confeção de receitas saudáveis para serem consumidas no local de trabalho. Obrigada Celina Casanova pelo convite.

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2015 trouxe-me muitas amizades novas, umas associadas à gastronomia e outras nem por isso. Foi um ano de convívio e constante aprendizagem.

Vejam alguns momentos dos workshops DeBORLA!

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workshops

Foi um ano que também registou momentos menos positivos, no que diz respeito à minha saúde, mas que me ajudaram, acima de tudo, a relativizar muita coisa. Conferimos tanta atenção a pormenores que são apenas isso mesmo e que, por isso, não merecem importância, nem que gastemos saliva, tempo e massa cinzenta com eles.

Resoluções para 2016

1º- Resolver um problema médico pendente.

2º- Andar 60 minutos por dia.

3º- Ler mais e mais.

4º- Continuar a aceitar desafios culinários.

5º- (ainda por determinar)

Ser feliz não está no topo da lista porque isso eu já sou. Tenho uma família e amigos excelentes e tenho trabalho.

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Estou também muito grata aos leitores deste espaço. Que 2016 vos traga muita luz e tudo o que desejarem!

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«A Nossa Mesa: receituário gastronómico da Figueira da Foz»

Hoje, eu gostava de partilhar convosco o lançamento do livro “A Nossa Mesa: receituário gastronómico da Figueira da Foz”. Será amanhã, na Casa do Paço, às 17 horas.

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Apesar de não poder estar presente, acredito que irá ser um evento memorável, que enaltecerá todo o trabalho de investigação sobre a gastronomia da Figueira da Foz. Estarei com certeza em pensamento.

Agradeço publicamente o convite que me foi endereçado para colaborar com uma receita cujo ingrediente em destaque seria a salicórnia.

Obrigada Guida, autora do blogue Panelasemdepressão, e uma das mentoras deste projeto, que é da responsabilidade da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz.

A salicórnia (Salicornia ramosissima) é uma planta tolerante à água salgada e que faz parte da flora nativa portuguesa. Cresce nos sapais dos estuários e salinas, possuindo vasta distribuição na ria de Aveiro. Como tem a vantagem de substituir o sal, é vulgarmente conhecida por sal verde, mas chegou a ser considerada uma praga. Revela propriedades antioxidantes, antitumorais e diuréticas. Caracteriza-se por ser uma solução muito saudável para quem sofre de hipertensão arterial.

Em Portugal, a salicórnia ainda é muito desconhecida, mas noutros países da Europa é apreciada e considerada um produto gourmet.

Colaborei neste projeto, conjuntamente com outras foodbloggers, com a seguinte entrada:

Tosta melba com queijo de cabra curado, doce de figo e  salicórnia 

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A receita encontra-se aqui.

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Cartaz livro Gastronomia net

Finalmente será apresentado à comunidade o livro «A Nossa Mesa: receituário gastronómico da Figueira da Foz».

Como escrevi na introdução do mesmo: «Reunidas estão as receitas que se julga serem as mais fiéis à tradição do concelho. Receitas que passaram de boca em boca; receitas que ficaram registadas em cadernos de mercearia ou em diários mais elegantes em casas de família; receitas que foram cristalizadas em edições municipais a partir da segunda metade do século passado; referências que chegam de escritos bem mais antigos e que lembram as tradições das casas figueirenses e, finalmente, as receitas que hoje é possível ouvir das pessoas mais velhas. Ou de outras mais novas que aprenderam com mães e avós, que teimam em não deixar cair no esquecimento as afamadas papas de moado, ou as caldeiradas de enguias, ou a chora dos homens da faina maior».

E acrescento, «em jeito de recomendação…

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Das coisas que valorizo

A idade e os acontecimentos tristes de que vou tendo conhecimento têm-me levado a refletir sobre a vida e a sua efemeridade. A vida é esse momento estranho entre o dia do nosso nascimento e o dia da nossa morte, li algures. Como torná-la significativa, como aproveitá-la na sua complexidade  e nos seus imprevistos é quase uma ciência não exata. Com o andar dos anos aprendemos a valorizar a família, os amigos verdadeiros (dos que nos magoam aprendemos a distanciarmo-nos) e, acima de tudo, tentamos realizarmo-nos fazendo a diferença na nossa vida e quando podemos na dos outros. Acredito que sendo professora acrescento todos os dias algo aos meus alunos, mas recebo a dobrar em todos os aspectos, especialmente quando o fruto do nosso esforço se reflete em notas boas e em elogios. O reforço positivo é tão fundamental no timing certo como a repreensão.

E de pequenos grandes momentos é composta a vida. Ontem, a hora do conto da secção infantojuvenil da Biblioteca de Angra do Heroísmo recebeu um convidado muito especial, o escritor José Luís Peixoto que despretensiosamente se sentou junto de muitos miúdos e pais atentos e lhes contou uma história. Como sou fã incondicional da sua escrita, e a minha filha já se iniciou na sua leitura, com A Mãe Que Chovia, ouvimos deliciadas o escritor em discurso direto. A interação com as crianças presentes excedeu todas as expetativas e foi delicioso escutar José Luís Peixoto a incluir as sugestões das crianças para construir e complementar a história que contava. Foi muito interessante o facto de ter aproveitado as tatuagens e os piercings que transporta para construir a história. O homem “com pregos nas orelhas“, como diz a minha filhota de cinco anos contou e encantou. Foram  duas horas muito significativas para miúdos e graúdos. Seguiu-se uma sessão de autógrafos e foi maravilhoso assistir à interação do escritor com os leitores de palmo e meio (muitos ainda apenas interpretadores de imagens). Uma criança que estava à minha frente perguntou ao escritor: Quando escreve não fica cansado? Ele respondeu: Fico muitoE o que faz então?, perguntou a criança. Ele respondeu: Tenho de descansar. Muitas vezes viajo para outros sítios. Outras vezes durmo e deixo que o corpo descanse e os sonhos pensem por mim.

Quando tive oportunidade de falar com o escritor, trocámos impressões sobre as nossas vidas (ele é uma pessoa que quer saber, que se importa com o outro). Em diálogo franco falei-lhe dos livros que tinha lido e dos meus favoritos e dos aspetos da sua narrativa de que tinham mais gostado. Foi um genuíno intercâmbio de ideias e senti que não há maior prazer para um escritor do que o ser lido e compreendido. Disse-me que apesar de já ter sido professor, também de inglês, como eu, quando lhe deram a oportunidade de ser escritor a tempo inteiro agarrou este sonho com as duas mãos. Acrescentou: A profissão de professor é das tarefas mais difíceis. 

Antes de me autografar Abraço, pegou no livro e disse: Este livro está mais leve do que antes. Os livros depois de serem lidos ficam mais leves, como se deles saísse o peso que carregam.

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E eu, se pudesse tinha ficado ali na conversa até não haver mais nada para dizermos um ao outro, como se isso fosse possível.

A antecipação da certeza…e José Luís Peixoto

É hoje. É daqui a pouco. O dia começou com contagem decrescente. A hora aproxima-se e sente-se por aqui um misto de ansiedade e de vontade de agarrar a oportunidade, de beber todas as palavras que o escritor proferirá, preciosas como as pérolas porque sempre sentidas. José Luís Peixoto, um dos meus escritores portugueses de eleição, está aqui na ilha, e na minha cidade, a promover dois dos seus livros: o livro infantil A Mãe Que Chovia, cuja apresentação decorrerá às 16.30 na secção infantojuvenil da Biblioteca de Angra do Heroísmo e Dentro do Segredo, às 21.00, no Clube de Oficiais da Base das Lajes.

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Livros de José Luís Peixoto

Já reuni os livros que tenho do autor e espero que ele mos autografe. Vai ser uma honra poder conhecê-lo.

Enquanto houver figos…

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O figo é um falso fruto, pois é um receptáculo que contém centenas de pequenos frutos que vulgarmente chamamos sementes. Utiliza-se como fruta para consumo em fresco, em seco, como puré para confeitarias, em conserva ou confeitados. Os figos são frutos muito frágeis, pelo que a sua conservação em boas condição é difícil. Por isso, a importância comercial dos figos secos e em conserva aumentou. Dado que é uma fruta perecível, o figo maduro não se conserva mais de 3 dias no frigorífico.

O primeiro fruto da figueira, produzido em finais da Primavera, recebe o nome de figo lampo. A pele fina e o seu sabor são parecidos com os do figo, mas são menos doces. Para além de ser um fruto consumido em fresco, o figo utiliza-se para fabricar puré, que serve de recheio de diversos produtos de pastelaria, ou mesmo para a obtenção de um tipo de vinho.

Dos produtos derivados do figo, o mais importante é o figo seco obtido mediante a desidratação do fruto fresco. A sua humidade é reduzida de 80% a 15%, ocorrendo a concentração dos compostos nutritivos do figo. Neste caso o seu período de conservação é alto e o fruto apresenta-se amassado, flexível, de cor cinzenta, violeta ou parda, com polpa amarelada e algo viscosa. A par das uvas passas, constitui um dos frutos secos mais populares e antigos.

A conserva de figos é outra das grandes utilizações dos figos. Elabora-se com figos outonais de tamanho reduzido, muito doces, aos quais se adiciona açúcar e um licor, como rum, conhaque ou xerez.

Os figos confeitados podem apresentar-se em caixas de lata. Para o fabrico de figos em álcool são necessários figos pequenos de cor escura, consistentes e que não estejam totalmente maduros.

Os figos depois de tostados e moído originam um pó que se pode utilizar como sucedâneo do café.

O figo, contrariamente ao que se pensa, não é um fruto. É um receptáculo carnoso, denominado ‘sícone’, em forma de pêra, que suporta as flores masculinas e femininas que darão origem aos pequenos frutos, denominados ‘aquénios’, aos quais vulgarmente chamamos sementes. É portanto uma infrutescência.

A parte carnosa e doce do figo ou sícone corresponde às flores que após a fecundação incham e ficam carnosas. O figo é um fruto mole e de pele fina, cuja cor varia de verde a roxo, enquanto que a polpa pode ser encarnada ou branca. Dependendo da espécie, a sua forma é redonda ou achatada, mas geralmente os figos são mais largos do que altos.

Tipos e variedades

Existem diferentes variedades de figo que se podem dividir, pela cor que apresentam, em brancas, coradas e negras. As primeiras apresentam cor branca-amarelada, as coradas têm cor parda-azulada e as negras possuem uma cor que varia de púrpura a negro.

figos de rei ou abêboras - Estremoz - Alentejo - Portugal

Existe uma grande quantidade de variedades, que podem ser classificadas utilizando diferentes critérios.

Segundo o seu uso, os figos podem-se dividir em dois grupos: consumo em fresco ou em seco.

Os figos de mesa são os que se destinam ao consumo como fruta fresca. A pele é tenra, contém poucas sementes e a sua maturação é longa. Os figos de secar têm uma pele mais dura e compacta e amadurecem mais rapidamente.

As variedades de figos para consumo em fresco cultivadas em Portugal são a Lampa Branco, Lampa Preto, Bebera Branca, Bebera Preta, Burjassota Branca e Vindimo e as variedades de figo para secar são a Branco do Douro, Rei Branco, Rei Preto, Pingo de Mel e Branco Regional.

fonte do texto e da imagem

Este ano nós já comemos os figos frescos, já fizemos a sazonal compota, já os utilizámos em tarte e, agora, porque não contextualizá-los numa saudável salada?

Salada de figos

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Ingredientes

6 figos

corações de alface frisada

couve roxa

tomate

manjericão seco (com  fresco fica bem melhor)

azeite

vinagre balsâmico

cebola a gosto

sal a gosto

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Preparação

1. Lava-se a alface e seca-se muito bem.

2. Lavam-se os tomates e cortam-se em gomos.

3. Corta-se finamente couve roxa.

4. Lavam-se os figos com cuidado e cortam-se me gomos.

5. Descasca-se a cebola e corta-se a gosto.

6. Misturam-se todos os ingredientes e tempera-se a salada com sal, azeite, vinagre balsâmico e manjericão.

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A criança que existe em nós

Neste dia Mundial da Criança partilho convosco não uma receita mas um poema de Fernando Pessoa. Afinal, tal como o poeta, todos sentimos alguma nostalgia ao recordar os tempos idos da nossa infância.

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A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.

Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.

Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,

Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.

Fernando Pessoa

A mãe que chovia…e bolachinhas

“O protagonista do primeiro livro infantil de José Luís Peixoto é filho da chuva. Com uma mãe tão original, tão necessária a todos, tem de aprender a partilhar com o mundo aquilo que lhe é mais importante: o amor materno.”

A Mãe Que Chovia “homenageia e exalta uma das forças mais poderosas da natureza: o amor incondicional das mães”

in contra-capa de A Mãe Que Chovia

A mãe que chovia_José Luís Peixoto

Bolachas de manteiga e cacau_foodwithameaning

Bolachas de manteiga e cacau_foodwithameaning

Bolachas de manteiga e cacau_foodwithameaning

Bolachas de manteiga e cacau_foodwithameaning

Bolachas de manteiga e cacau_foodwithameaning

Bolachas de manteiga
300 g de farinha
150 g de manteiga amolecida
150 g de açúcar
1 ovo

Bolachas de cacau
300 g de farinha
170 g de manteiga amolecida
180 g de açúcar
100 g de cacau
essência de baunilha
1 ovo

Preparação na Bimby

1. Coloquei todos os ingredientes dentro do copo e marquei 1 minuto Vel. 6
2. Formei 4 bolas, duas com a massa das bolachas de manteiga e duas com a massa das bolachas de cacau, envolvi-as em película aderente e levei-as ao frigorífico cerca de vinte minutos.
3.Pré-aqueci o forno a 200 graus.
4. Estendi a massa com a espessura desejada e com formas diferentes cortei as bolachas.
5. Estendi papel vegetal no tabuleiro do forno e levei-as a cozer durante 15 minutos.

Esta receita rendeu 48 bolachas, cerca de 24 de manteiga e outras tantas de cacau. O tamanho das formas utilizadas condiciona a quantidade das bolachas.

Ingredientes para a cobertura das bolachas
1 clara de ovo
meia colher de chá de sumo de limão
1 colher de sopa de leite
200 g de açúcar em pó

Preparação das bolachas
1. Bati a clara em castelo
2. Adicionei o açúcar, o leite e mexe-se muito bem.
3. Coloquei o sumo de limão.
4. Bati muito bem até a massa ficar espessa.
5. Barrei as bolachas com a cobertura de açúcar e decorei com missangas várias.

Com esta receita de bolachas celebro o Dia da Mãe e participo no passatempo Vamos Fazer Bolachas do blogue da Manuela, Cravo e Canela – uma cozinha no Brasil.

E porque estes mimos devem ser partilhados…

E porque sou uma mãe mimada duplamente…

quis que estas prendinhas dadas com o coração ficassem registadas para sempre.

prendinhas do Tom e da Vivi

mensagem da filhota

 

Uma excelente semana para todos e todas.

Patrícia