O melhor lugar do mundo

O melhor lugar do mundo é a nossa casa, vi ainda há pouco num outdoor enquanto conduzia em direção a uma zona balnear. Concordei. É a nossa casa. Acrescentei: se ela se situar no sítio certo. E quando o sítio certo é uma ilha, ou ilhota, no meio do atlântico, esta aceção torna-se para muitos algo incompreensível. E sê-lo há. E respeito tais opiniões, pois aceito alguns dos fundamentos. Desde logo, vem à tona a insularidade e os preços mais elevados em quase tudo. Estes são factos relevantes, pois bastam algumas visitas ao continente português ou a sites online para chegarmos a essa conclusão. Ficarmos longe da confusão e do consumismo e estarmos com um pé no mar e outro no campo são para mim a razão pela qual escolhemos este lugar como o melhor do mundo. As empresas de turismo não se cansam de enaltecer os Açores como destino de eleição, apesar de para muitos estrangeiros e até para os cidadãos do continente português ficar mais em conta visitas a países mais longínquos do que à nossa região. São os voos low-cost e as estadias em resorts e hotéis de gabarito apregoados pelas agências que fazem divergir muitos turistas das nossas ilhas. Mas nós estamos aqui sempre com um sorriso hospitaleiro para quem nos visita. Nós criamos memórias felizes. Estejam certos disto.
Hoje não há receita mas uma mostra de produtos regionais em forma de arte, uma iniciativa singular há semanas exposta no Hotel Terceira Mar, aqui na cidade de Angra do Heroísmo.

Apreciem o que o artista decidiu distinguir de cada ilha recorrendo a molduras de madeira e decorando o interior com produtos de produção regional.

Diapositivo10

Diapositivo6Diapositivo19

Diapositivo15Diapositivo17Diapositivo7Diapositivo12Diapositivo15Diapositivo17Diapositivo16 Diapositivo1Diapositivo13Diapositivo18Diapositivo14Diapositivo2Diapositivo1Diapositivo2Diapositivo3Diapositivo5Diapositivo12Diapositivo4Diapositivo10Diapositivo13Diapositivo14Diapositivo11Diapositivo8Diapositivo3Diapositivo4Diapositivo5Diapositivo6Diapositivo8Diapositivo9Diapositivo9Diapositivo11

Anúncios

Cornucópias com ovos moles … um doce tradicional

Diapositivo3

As cornucópias são uma especialidade da cidade onde vivo, Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. São feitas de farinha, manteiga, banha, açúcar, pão torrado, amêndoas raladas e recheadas com ovos-moles.

Relativamente à origem deste doce regional dos Açores, sabe-se que as cornucópias foram criadas pelas mãos sábias e experientes de freiras, sendo uma das inúmeras relíquias da doçaria conventual portuguesa.

Há também quem as faça utilizando massa folhada e recheio de chantilly, mas estas não são as típicas cá da cidade.

Tanto para umas como para outras é necessário a utilização de formas metálicas em cone.

Diapositivo2

Ingredientes para a massa (28 a 30 cornucópias)

500g de farinha
50g de manteiga à temperatura ambiente
100g de banha
50g de açúcar
100 ml de água quente
pão ralado
amêndoa triturada
2 claras de ovo para pincelar
formas para cornucópias

Preparação da massa na Bimby

1. Colocar no copo da máquina a farinha, a manteiga, a banha e o açúcar.

2. Selecionar modo Espiga.

3. Através do bucal do copo, ir adicionando a água aos poucos até que a massa se forme numa bola e se despegue do copo.

4. Colocar a massa numa taça, cobrindo-a com película aderente. Deixe repousar no mínimo meia hora.

5. Aquecer o forno a 180º.

6. Untar o exterior das formas muito bem untado com manteiga.

7. Numa superfície enfarinhada, estender  a massa fina e cortar em triângulo de forma a que dê para preencher todo o exterior da forma.

8. Verificar se toda a massa fica bem vedada sem aberturas.

9. Pincelar a massa com clara de ovo,  batida previamente com um garfo.

10. Passar em seguida a massa pela mistura de pão ralado e amêndoa (partes iguais).

11. Levar ao forno em tabuleiro forrado com papel vegetal cerca de 25 minutos ou até começarem a ficar douradas.

12. Deixar arrefecer antes de desenformar.

13. Rechear com os ovos moles.

Diapositivo1

Preparação tradicional da massa

1. Colocar num alguidar a farinha, a manteiga, a banha e o açúcar.

2. Amassar tudo com as mãos, indo juntando aos poucos a água quente até que a massa forme uma bola e se despegue do alguidar.

3. Seguir os passos 5 a 13 acima descritos.

 

Ingredientes para o recheio de 28 a 30 cornucópias

Fiz por duas vezes.

250g de açúcar
8 gemas
8 colheres de sopa de água

Preparação na Bimby

1. Colocar no copo o açúcar e a água e marcar 20 minutos Varoma.

2 Retirar o copo e deixar arrefecer, pelo menos 20 minutos. Irá ver a calda de açúcar já engrossada.

3. Passar a gemas por um coador para uma tigela.

4. Voltar a colocar o copo na máquina, encaixar a Borboleta e marcar 8 minutos | 100º | veloc. 2  e ir deitando através do bucal as gemas em fio.

5. Se achar que os ovos moles ainda não estão com a consistência desejada, coloque mais cinco minutos, 100º C, Velocidade 1 e 1/2.

Nota: Para saber se os ovos moles estão no ponto, coloque um pouco do preparado numa colher e espere que arrefeça. Levante a colher e deixe escorrer. Assim já vê o ponto que deseja.

 

Preparação tradicional

1. Colocar no copo a água e o açúcar e levar ao lume até que atinja o ponto pérola. Deixar que arrefeça um pouco (até atingir os 60ºC)

2. Passar a gemas por um coador para uma tigela.

3.  Voltar a ligar o lume (médio) e ir deitando as gemas em fio, mexendo continuamente até que os ovos engrossem.

Nota: Para saber se os ovos moles estão no ponto, coloque um pouco do preparado numa colher e espere que arrefeça. Levante a colher e deixe escorrer. Assim já vê o ponto que deseja.

 

Diapositivo2

E com esta receita de cornucópias recheadas com ovos moles participo nesta edição de abril de Dia Um… Na Cozinha.

Foi um gosto poder partilhar convosco este doce tradicional da ilha Terceira.

Logotipo Dia Um...Abril 2014l

Aventuras na praia e um incidente final

Diapositivo1

Há dias, eu falava da minha vontade de chamar o verão. A primeira tentativa materializou-se numa sardinhada que apanhou chuva. A segunda e a terceira tiveram ambas lugar na praia. Acho que é o silêncio, o vazio e a imensidão deste local que me atrai no inverno. De verão prefiro as zonas balneares de rocha.

Diapositivo2
Gosto especialmente dos passeios nas praias sem gente ou com pouca gente, como foi o caso de há três dias atrás. As personagens desta odisseia foram: eu, a herdeira mais nova e o Max, o fiel Labrador preto. Na tarde de terça-feira de Carnaval, enquanto metade da população descansava das noitadas de folia e a outra metade se preparava para queimar os últimos cartuchos do Entrudo, estacionei o carro junto à praia da cidade onde vivo, coloquei a trela no Max, ajudei a pequenita a retirar os apetrechos de praia e descemos a longa escadaria até ao areal. Eram três da tarde. O sol ainda ia alto mas nada abrasador. Sentia-se uma brisa quente e um cheiro a maresia inigualável. Na praia estavamos nós, um casalinho de namorados, que deitados partilhavam uma toalha, e dois mergulhadores, que acabavam de chegar à areia com alguns polvos pequenos presos à cintura. Desta vez não trouxe um livro comigo. Era necessário ter atenção a dobrar. E assim dei ordens a um olho que vigiasse a criancinha e ao outro que controlasse as matreirices do canídeo. O Max sentiu uma atração imediata pelos pombos que se passeavam na praia. E era vê-lo correr feliz atrás deles, sempre com esperança de caçar algum mais distraído. Com o passar do tempo, deixou-se adotar pelo casal de namorados e quando me apercebi corria alegremente atrás deles pela praia, como se a família dele fosse agora aquela.

Diapositivo3Diapositivo6

Diapositivo7A filhota tentava, junto ao areal molhado, fazer um castelo que, condicionada pela magia própria da idade, rapidamente transformou num bolo de aniversário com uma cereja grande no topo, feita com uma bola de areia, claro.

Diapositivo4 Diapositivo5
A tarde estava perfeita, até eu avistar no cimo da muralha o funcionário dos parquímetros que, ao desbarato, disparava notificações de estacionamento em todas as direções onde houvesse carros sem ticket. Pelos vistos, terça-feira de Entrudo já não é dia de festa. Não houve assim tolerância em dia de “tolerância de ponto”. Assobiei, o Max veio a correr na minha direção, subimos os degraus do paredão até à estrada de calçada. Lá estava ela, a notificação, presa ao pára-brisas e estática porque não havia vento. Por coincidência, do outro lado do caminho encontrava-se a sede da empresa onde se podia proceder ao pagamento da referida multa. Estacionei em frente ao edifício e a minha filha de cinco anos, sem saber o que se passava pergunta-me: Mãe, o que vais fazer à Loja do Mobilidade? O que vais comprar? É o que dá ter uma filhota que no seu último ano de Pré-Escolar já lê tudo o que lhe aparece pela frente – pensei eu. Respondi-lhe: Ficas aqui no carro com o Max que a mãe vai, num instante, aqui a esta loja. Quando regressei ao carro, perguntou-me apreensiva: Só trazes papéis! Só vendem papel nessa loja? Pois é! – respondi-lhe, enquanto guardava o recibo do pagamento e a cópia do documento de reclamação que registei no livro amarelo. Saiu-me caro  o passeio, pensei eu, mas valeu a pena por tudo o resto que antecedeu este incidente.

Peixe “porque”

Como já afirmei aqui, nós temos o hábito de ir ao mercado municipal aos sábados de manhã. Vamos essencialmente pela fruta local, pela carne do talho, que é de confiança, e pelo peixe fresquíssimo. Agora vamos também pelas bolachinhas, mas este assunto aparecerá em outro post. Poder dialogar com os produtores  e vendedores não tem preço. Saímos sempre deste espaço mais enriquecidos e sabemos que estamos a contribuir para a economia local.

Diapositivo1

Somos sempre bem recebidos com Bons Dias genuínos.

Diapositivo2

Entramos sempre na peixaria. Passamos uma primeira vistoria a todas as bancas. Depois decidimo-nos pelo que nos agrada. Neste dia, íamos com intenção de comprar lírio para grelhar na brasa, mas ao contrário do pretendido comprámos abrótea fresquinha e peixe-porco (ou “porque”, como quiserem chamar. O mercado é um ambiente imune a acordos ortográficos e,  por isso, igual a si mesmo.Todas as grafias e pronúncias são aceites. Aqui a genuinidade prevalece à falta de instrução. E depois de passarmos nos vendedores de costume chegamos à conclusão que na área deles os menos instruídos somos nós.

Diapositivo3
Comprámos então belos exemplares de peixe-porco e saímos da peixaria com filetes prontos a cozinhar.
Diapositivo1

&

Depois de temperados e cozinhados ficaram assim:
filetes de peixe-porco

Ingredientes

8 filetes de peixe-porco

4 dentes de alho

mistura de cinco pimentas

massa de malagueta

vinagre

água

sal

farinha de milho

ovos (2 ou 3)

salsa

Preparação

Numa taça de vidro com tampa coloca-se um copo de água, meio copo de vinagre, 1 colher de sopa de massa de malagueta, os alhos laminados, um pouco das pimentas acima referidas e sal suficiente para temperar os filetes. Mexe-se tudo com uma colher e envolvem-se os filetes nesta marinada. Tapa-se a taça e deixam-se os filetes a tomar gosto cerca de uma hora.

Secam-se os filetes com papel de cozinha envolvem-se primeiro em farinha de milho e depois em ovos batidos e fritam-se de ambos os lados em óleo (sem estarem submersos). Secam-se novamente com papel de cozinha e polvilham-se com salsa.
Acompanham-se com batatas cozidas ou arroz.

&

Ao vivo, e no seu meio aquático, o peixe-porco é assim:

Diapositivo1

Diapositivo2

Fonte destas duas imagens: nomarprofundo.blogspot.com

A ilha está em festa

A ilha Terceira está em festa. Angra do Heroísmo, cidade património mundial, encontra-se no apogeu das festas Sanjoaninas, das quais já falei aqui e aqui.

A noite de ontem, sábado, foi a escolhida para um jantar típico de tasca. Descemos as artérias da cidade, enveredámos  por diversas travessas, já engalanadas a adivinhar S. João, e chegámos ao célebre Pátio da Alfândega onde decidimos abancar para um serão repleto de petiscos locais e de outras paragens. O que mais aprecio nestas festas é a confluência de aromas que se propagam no ar, somente existentes nesta época do ano.

Para a nossa mesa vieram a linguiça e a morcela, acompanhadas com pão de milho, as bifanas, os célebres caracóis, da tasca “O Rei dos Caracóis”, as favas escoadas e a sangria.

Que é que pode haver melhor do que isto?

Deixo-vos então o programa deste Mar de Emoções, caso queiram passar por cá.

&

Devido aos excessos da noite passada, hoje o almoço foi este caldo de sargo e delícias.

caldo de peixe e delícias

caldo de sargo e delícias

Ingredientes

1 sargo médio

1/2 pacote de delícias do mar

3 colher de sopa de tomate triturado

Sal

2 colheres de sopa de azeite

1 cebola pequena

2 dentes de alho inteiros

1 generoso ramo de salsa.

1 colher de café de pimentão doce

1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto

cotovelinhos de massa

Preparação do caldo

1. Escama-se o peixe, limpa-se as entranhas e lava-se.

2. Enche-se um tacho com água suficiente para cozer o peixe e a massa. Deixa-se ferver.

3. Coloca-se o peixe, o sal, a cebola, os alhos inteiros e o ramo de salsa. Deixa-se cozer.

4. Quando o peixe estiver cozido, retira-se do caldo e reserva-se.

5. Coa-se esse caldo para outro tacho e acrescentam-se os restantes ingredientes, com exceção das delícias do mar.

6. Desfiam-se as delícias às tirinhas. Sem que descongelem, demolham-se em água fria e, ainda consistentes, esfregam-se entre as duas mãos; começarão a desfiar-se.

7. Quando a massa estiver praticamente cozida, inserem-se no caldo as tiras de delícias do mar.

Serve-se quentinho.

A água da cozedura do peixe converteu-se assim no caldo. O peixe, depois de limpo de espinhas e peles, destinou-se a uma salada de verão.

Despeço-me partilhando convosco esta excerto de Mia Couto.

“Cozinhar não é serviço, meu neto”, disse ela. Cozinhar é um modo de amar os outros.”

in O Fio das Missangas

Quinta dos Açores

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Como prometi anteriormente,  venho  dar-vos a conhecer um espaço muito agradável que existe aqui na ilha Terceira. Foi inaugurado na primavera do ano passado e trouxe inovação e frescura ao concelho de Angra do Heroísmo. Estes fatores, aliados aos produtos genuínos que disponibilizam ao cliente, transformam a Quinta dos Açores num local muito acolhedor para todas as faixas etárias. A minha filha, por exemplo, delicia-se com os gelados da quinta. Já o mais velho prefere os crepes com gelado. Eu elejo a espetada de novilho com batata frita e bolo de milho e as saladas variadas.

À entrada, somos recebidos pela Quieta, a mascote da Quinta.

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Ainda não experimentei todos os gelados, mas, até à data, destaco os seguintes: o de nata com donas amélias, o de nata com queijada da Graciosa, o de maracujá e o de ananás.

No mercado da quinta estão disponíveis vários produtos produzidos nas ilhas: produtos lácteos, ( iogurte, queijos…) chás, ervas aromáticas, compotas, massa de malagueta, licores, vinhos, doçaria diversificada, verduras e carne, fresca e embalada, peças de loiça e de barro, etc.

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Os crepes são divinos. Este já ia a meio quando me lembrei de fotografar.

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Quinta dos Açores_foodwithameaning

Da esplanada,  disfrutamos desta vista serena sobre a cidade de Angra do Heroísmo, com o Monte Brasil ao fundo.Quinta dos Açores_foodwithameaning

Agucei-vos a vontade de visitar a Quinta?

Se sim, passem por lá. Fica aqui a sugestão para este domingo.

Tem sido assim

Esta pausa da Páscoa está-me a saber bem. Finalmente os dias já estão bonitos. Temos acordado com a luz encadeante do sol a entrar pelas janelas dos quartos. Tem havido tempo para pequenos-almoços prolongados, almoços tardios, lanches com folar e massa sovada e jantares com a família e amigos. Foram inauguradas as tradicionais limpezas de primavera, daquelas em que a mobília se desloca a 180º, se reorganizam roupeiros a pensar na nova estação, se esvaziam gavetas e se descobre que temos tanta coisa que guardamos mas não atribuímos uso. O escritório recebeu também nova mobília e encontra-se, neste momento, sem papéis à vista. A garagem continua em estado de sítio. Não sei para que precisa ele de tanta ferramenta. Temos passado tardes à volta dos canteiros  a retirar ervas daninhas, a transplantar, a semear em vasos algumas aromáticas e a travar lutas com as folhas de eucalipto que caem constantemente e que teimosamente decoram os espaços exteriores e os peitoris das janelas. Que custosas são de varrer! Anseio por árvores de folha perene. A horta do marido começa a ganhar vida e ordem. As curgetes e as abóboras já despontam. Os tomateiros lutam contra a gravidade e tentam manter-se eretos. As couves de todo o ano continuam a dar-nos umas folhinhas para a sopa. As favas foram um aborto total à conta do mau tempo. As ervilhas tortas foram suficientes para uma legumada. As couves-chinesas espigaram. O canteiro de beterrabas elegeu até ao momento apenas uma para consumo. As outras virão ou não. Os rabanetes já decoram as saladas. As alfaces roxas começam a ficar bonitas e repolhudas. As framboesas são a experiência deste ano. A ver vamos.

Num destes dias sem horas, não havia nada planeado para o almoço. Decidimos então ir almoçar ao Q.B, um espaço de restauração que abriu há pouco tempo e por onde passo todos os dias no caminho para o trabalho.

Q.B. foodwithameaning

À chegada, somos recebidos por um agradável jardim.

Q.B. foodwithameaning

Onde se destacam duas ancestrais magnólias.

Q.B. foodwithameaning

Q.B. foodwithameaning

Estas fotos das magnólias foram tiradas em janeiro quando estavam ainda em flor. Lindas, não acham?

Q.B. foodwithameaning

Somos recebidos num espaço que alia na perfeição a traça antiga do solar com a contemporaneidade da decoração.

Somos atendidos por funcionários atenciosos, atentos e preocupados com os detalhes e com o bem estar do cliente.

Depois da entrada regional que escolhemos, composta por linguiça, morcela e queijo de S. Jorge, optámos por este prato de polvo, que se revelou divinal na conjugação de ingredientes e sabores.

Q.B. foodwithameaning

Polvo panado com cebolada de pimentos e batata a murro salteada

 

Para sobremesa escolhemos crepes. Tão bons!

Q.B. foodwithameaning

Crepe com uma bola de gelado e topping de dois chocolates

 

Quem viver cá na ilha pode desfrutar deste espaço acolhedor.

Para quem vier como turista ocasional, este restaurante é sem dúvida um lugar de paragem obrigatória.