Giveaway de verão: Eu e os Tups….Foodwithameaning

Quem gosta de cozinhar sente a necessidade de arranjar soluções para armazenar os ingredientes, quer seja no armário despenseiro ou no frigorífico. Mesmo quando os produtos são vendidos em embalagens, depois de abertos temos de ter o cuidado de fechar bem os invólucros, para proteger da entrada de ar ou de bichinhos indesejados. Para o efeito, por vezes utilizo pequenos sacos de plástico, mas quase sempre recorro a jogos de marmitas, sendo a Tupperware a eleita. É incontestável que armazenar em marmitas traduz-se em maior segurança, sendo também esteticamente mais apelativo.
Com o objetivo de celebrar o verão e ajudar o projeto da Rita, uma empreendedora de 17 anitos, lançamos em conjunto este GIVEAWAY, patrocinado por Eu e os Tups, a página de vendas da Rita.

Será sorteada esta travessa-prato Cristal, com 2 l de capacidade, excelente tanto para armazenar alimentos como travessa de servir.

Regras de participação:

1. Ser residente em Portugal (continente e ilhas);

2. Partilhar no Facebook e em modo Público este GIVEAWAY, as vezes que desejar,  assinalando nos comentários sempre três amigos diferentes dos já referidos;

3. Colocar Gosto na página de Facebook Eu e os Tups.

4. Tornar-se seguidor do blogue Foodwithameaning.

5. Colocar Gosto na Página de Facebook  Foodwithameaning.

Nota: O incumprimento dos critérios de participação acima estabelecidos exclui o participante do sorteio.

O GIVEAWAY começa hoje, 26 de julho, e termina a 10 de agosto. A 12 de agosto será comunicado o vencedor, após sorteio.  O vencedor será notificado por mensagem privada e terá  8 dias úteis para reclamar o prémio e enviar os seus dados para poder proceder-se ao envio do mesmo.

Pão de Chouriço na cesta do piquenique

Todos os anos realizamos piqueniques no verão. Os dias são grandes, a luz prolonga-se e os fins de tarde enchem-me de lânguida preguiça. Há tempo para tudo. Deste tudo fazem parte os banhos de mar, as pescarias, os churrascos, os jantares tardios e os piqueniques, quase sempre em parques florestais.

Este pãozinho com chouriço é, sem dúvida, uma excelente opção para incorporar a cesta do vosso próximo piquenique. Não acham?

 

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Ingredientes
600 g de água
11 g de fermento seco
1kg de farinha tipo 65
2 colheres de chá de sal
rodelas de chourição

Preparação

1.  Coloque a água e o sal num tacho e  misture até a água estar morna e o sal completamente dissolvido.
2. Coloque a farinha num monte sobre a bancada, e faça um buraco no centro e coloque lá dentro o fermento em pó.
3. Adicione um pouco de água e, com a ajuda de um garfo, misture puxando a farinha das laterais para o centro, de modo a dissolver o fermento. Adicione a restante água e misture com a farinha, amassando durante 5 minutos, até que a massa despegue das mãos e esteja homogénea e elástica. Se necessário adicione mais um pouco de farinha.
4. Coloque a massa numa taça grande e tape-a com um pano, e deixe repousar durante 2 horas, ou até dobrar de volume, em local seco e sem correntes de ar (costumo colocar a taça no micro-ondas fechado e desligado).
5. Polvilhe a bancada com um pouco de farinha e divida a massa em 6 partes iguais.
7. Estique cada pedaço de massa com as mãos, formando um retângulo. Coloque algumas fatias de chourição  sobre a massa e enrole, unindo depois as extremidades.
8. Forre um tabuleiro com papel vegetal e coloque sobre ele os pães com chouriço, tape com um pano e deixe descansar durante 1 hora.
9. Polvilhe-os com um pouco de farinha e leve-os ao forno pré-aquecido nos 200 ºC durante, aproximadamente, 30 minutos.

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Madalenas sem glúten e sem lactose… e de uva-da-serra

Na foto estão representadas as quatro receitas que desenvolvi num workshop que realizei há pouco tempo, cuja temática incidiu sobre sobremesas sem glúten e sem lactose. As receitas confeccionadas  foram as seguintes: bolachas de tâmaras, waffles de aveia,  sobremesa de gelatina com leite de coco e morangos e as madalenas com uva-da-serra, o famoso mirtilo açoriano, cuja receita partilho hoje. São ideais para acompanhar um café ao pequeno-almoço, ao lanche ou até para incorporarem a marmita da praia.

Boas férias!

3 Ingredientes

  • 3 ovos
  • 100 g de açúcar
  • 25 g de amido de milho (maizena)
  • 175 g de farinha de arroz ou Schar bolos
  • 100 g de manteiga
  • 10 g (ou meia colher de sopa) de fermento sem glúten
  • Raspa de laranja ou limão
  • Extrato de Baunilha

Batem-se as claras em castelo. Reservam-se.

Batem-se as gemas com o açúcar e com a margarina. Junta-se a baunilha, o sal e a raspa de laranja.

Adiciona-se metade da farinha e do leite.

Junta-se o fermento e o bicarbonato. Mexe-se bem.

Termine com o resto do leite e da farinha. Bata novamente, mas pouco.

Envolva as claras em castelo com uma colher de pau

Coloca-se uma colher de massa na forma de papel, dentro de uma forma de alumínio, 4 ou 5 bagas de uva-da serra, outra colher de massa, terminando com mais 4 ou 5 bagas.

Levar ao forno pré-aquecido até cozer, mas sem deixar secar. Cerca de 20 a 25 minutos.

Deixe arrefecer os pequenos queques e polvilhe-os com açúcar em pó na hora de servir.

Ostracizada

Era como me sentia: ostracizada, excluída, marginalizada, por não pertencer ao grupo dos apreciadores de ostras. Hoje já não é assim, graças à educação do paladar e à versatilidade da confeção desta iguaria.

Estas ostras foram consumidas quase ao natural, apenas com um toque de sumo de limão, mas abaixo deixo-vos outras sugestões de preparação, que vos farão “dar a volta ao mundo”.

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Ostras com molho de tabasco

A grande chef argentina, Narda Lepes, sugere comer as ostras frias e frescas com um molho apimentado de tabasco. Verta sobre as mesmas um condimento a base do molho mencionado, suco de limão, sal em escamas e meia chávena de café de vinagre de xerez. Adicione também uma pitada de açúcar e cebolas picadinhas.

Ostras fritas

Nova Orleans (estado de Louisiana, nos Estados Unidos) é famosa pela grande quantidade de animais marinhos que provêm da Baía de Louisiana. Lá, as ostras são com frequência preparadas fritas (à milanesa) e com molho tártaro. Essa receita vêm da cozinha chamada “cajun creole” típica da região: uma mistura de influências americanas, africanas e francesas.

Ostras recheadas

Também nos Estados Unidos, as Ostras Rockefeller são uma receita muito tradicional. Para prepará-las, ferva as otras e, a seguir, ponha-as em suas conchas. Recheie as mesmas com uma mistura de espinafre, bacon, migalhas de pão, cebola e salsa. Finalmente, leve-as ao forno e sirva-as quentes.

Ostras com vinagre de vinho

Uma das receitas mais clássicas na França para preparar os moluscos é o vinagrete Mignonette. Faça-as com vinagre de vinho, cebolas picadas e grãos de pimenta negra moída. Use uma colher de chá do molho por ostra e dê-lhe um toque de limão.

Ostras gratinadas

Outra receita de origem francesa é a de ostras gratinadas. Prepare uma mistura de manteiga e salsa e coloque-a dentro das ostras. Incorpore queijo gruyère e migalhas de pão ralado e leve ao forno durante alguns minutos.

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Alcatra de lulas

A alcatra é um tipo de corte de carne bovina, localizada na parte traseira do animal. Com esta peça confeciona-se o prato típico aqui da ilha Terceira, que também recebeu a designação de alcatra, aquele que todo o turista que visita os Açores deseja experimentar. A alcatra tradicional é feita com carne de vaca, mas a diversidade tem aparecido. Há-as de feijão, coelho, galinha, polvo, peixe, lulas.  Independentemente do ingrediente principal, o que lhes confere o verdadeiro sabor é o alguidar de barro e o forno de lenha.

Deixo-vos então a minha proposta de ALCATRA de LULAS.
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Receita para 5 ou 6 pessoas

Ingredientes

  • 1,5 kg de lula limpa inteira
  • 500 dl Azeite 
  • 50 g Toucinho Entremeado (usei toucinho de fumo)
  • 225 g Cebola picada
  • 5 dente/s Alho picado
  • 200 g Tomate limpo em cubos
  • 2,5 dl Vinho branco
  • 1 paus de canela
  • 2 cravinhos
  • 1 colher/s de café Colorau
  • Pimenta da Jamaica
  • q.b Sal marinho 
  • 2 folhas Louro
  • Salsa picada

Tempere as lulas com sal marinho e os restantes ingredientes.

À parte, coloque uma cama de cebola, alho e tomates, as lulas, o azeite e uma nova camada de cebola, alho e tomate adicione o vinho, cubra com o toucinho, tape, com folha de alumínio e leve ao forno quente a 180ºC durante 35 a 40 minutos.

Ao fim deste tempo, destape, verifique a cozedura com um palito, destape e deixe o cozinhado ganhar cor, reduza o resultado do assado e perfume com  salsa ou coentros.

alcatra de lulas

Outros posts relacionados com Alcatra:

https://foodwithameaning.wordpress.com/2017/06/04/alcatra-mista-em-domingo-de-primeiro-bodo/

https://foodwithameaning.wordpress.com/2014/02/07/e-quando-o-barro-encerra-tradicao-e-arte/

https://foodwithameaning.wordpress.com/2013/05/29/o-pao-dado-pelo-divino-parte-iii-sopas-do-espirito-santo-cozido-tradicional-alcatra-e-arroz-doce/

https://foodwithameaning.wordpress.com/2016/04/06/quinoa-e-alcatra-combinam/

 

receita de alcatra de lulas adaptada daqui

Bolo de Mel e Azeite

 

O mês de junho caracterizou-se por ser muito atarefado, dividido entre a minha atividade profissional, a de professora, e os workshops de culinária. Estes ao todo foram nove, apenas no período de quinze dias. Senti-me cansada, confesso, mas realizada, porque os meus alunos desenvolveram bem a sua aprendizagem na língua inglesa e os eventos culinários decorreram com bastante adesão e críticas positivas por parte dos participantes e das entidades dinamizadoras. Para além disso, entre reuniões de avaliação e correção de exames surgiu a comemoração dos vinte anos do meu curso, através de um jantar, que decorreu na cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, e que juntou quinze ex-colegas. Foi um convívio muito genuíno, repleto de sorrisos e recordações. Por este, e tantos outros motivos, o blogue tem estado um pouco em piloto automático, contudo, a cozinha continua a todo o gás e as receitas têm acontecido quase com frequência diária. No meu portátil, existem imensas pastas digitais com as respetivas reportagens fotográficas das receitas que se vão fazendo cá por casa. Este bolo, que hoje partilho convosco, foi feito a semana passada e soube-nos muito bem por ser rápido de fazer, de consistência fofa e, acima de tudo, delicioso. Ideal para levar na lancheira para a praia e saborear conjuntamente com a maresia.
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Bolo de azeite e mel
Ingredientes
5 ovos
250 g farinha com fermento
150 g açúcar
50 ml de mel
100 ml de azeite
1 colher (sopa) fermento em pó.
Raspa de 1/2 limão
Bater os ovos com o açúcar, o mel, o azeite e a raspa de limão durante alguns minutos. Acrescentar a farinha peneirada com o fermento e misturar. Deitar numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha. Levar ao forno, a 175º C, durante 35 minutos.
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Showcookings Supermercado Guarita revisitados

Este mês de junho,  dinamizei vários showcookings  nos quatro Supermercados Guarita da ilha Terceira, todos associados a esta nova parceria com a empresa. Cada um dos supermercados foi palco de dois showcookings diferentes, onde os Produtos Regionais receberam destaque. A primeira sequência de showcookings elegeu a Charcutaria e o Talho. Foram confecionadas duas entradas, um prato principal com acompanhamentos e uma sobremesa.  Ainda no âmbito dos produtos regionais, mas seguindo uma vertente mais saudável, teve início a segunda sequência de momentos culinários. Em ambas o sabor e a apresentação dos pratos foram premissas importantes. Os olhos foram, de facto, os primeiros a saborearem as receitas confecionadas. No final de cada showcooking ocorreu o registo fotográfico e a prova de degustação. Esta foi uma experiência muito interessante, da qual faço um balanço muito positivo por vários fatores: pelo apoio da equipa de cada loja, pelo entusiasmo e comparência dos participantes e pelo retorno recebido por parte dos diferentes gerentes de loja e corpo administrativo da empresa.

Partilho convosco as fotos dos oito grupos de participantes e dos pratos confecionados.

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