Sopa de alho-francês com quinoa vermelha…

O outono está prestes a chegar e, com ele, vem a vontade de comidas mais reconfortantes. As sopas, os cremes e os caldos fazem, sem dúvida, parte desta categoria.

Esta sopa de alho-francês, como a maioria das sopas que faço, tem na sua base um leve refogado em azeite. Acreditem que ficam mais saborosas assim. Para além disso, não leva batata. Substitui-a por chuchu, rico em fibra, alimento fundamental no controle do peso, dos níveis de açúcar no sangue e dos níveis de colesterol. É também uma boa fonte de vitamina C, folato, tiamina e riboflavina. O chuchu é pobre em sódio e rico em potássio, essencial para manter os níveis normais da pressão arterial. Na sua composição tem ainda outros minerais, como o cálcio, magnésio, fósforo e zinco.

Com o intuito de ainda acrescentar mais saúde a esta sugestão, incluí nesta sopa sementes de quinoa vermelha, rica em proteínas de alto valor biológico, em fibra, em ácidos gordos essenciais (ómega 3 e 6) e em antioxidantes. Não contém glúten e é de preparação muito simples (uma medida de quinoa para duas de água).

A quinoa é uma semente muito versátil. Pode conjugar-se como acompanhamento ou em saladas, substituindo a massa, o arroz e a batata.

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Ingredientes

  • alho-francês (6 unidades pequenas)
  • 3 cenouras médias
  • 3 chuchus
  • azeite
  • quinoa vermelha 50 g
  • azeite q.b.
  • sal q.b.

Preparação

  1. Lavam-se os alhos e cortam-se às rodelas fininhas. Reservam-se.
  2. Com um descascador, retira-se a pele às cenouras e cortam-se aos pedacinhos pequenos. Reservam-se.
  3. Descascam-se os chuchus e cortam-se em pedaços. Reservam-se.
  4. Num tacho, coloca-se azeite e o equivalente a dois alhos franceses. Reservam-se os restantes. Deixa-se refogar ligeiramente.
  5. Junta-se 2/3 das cenouras. Deixa-se refogar mais um pouco. 
  6. Adiciona-se água a ferver e o chuchu.
  7. Tempera-se com sal e deixa-se cozinhar.
  8. Quando os legumes estiverem cozidos, tritura-se a sopa, com a varinha-mágica. Acrescenta-se mais água, se necessário.
  9. Adiciona-se o restante alho-francês, a cenoura e a quinoa.(ver nota)

Nota. Cozi a quinoa à parte, recorrendo a duas medidas de água para uma de quinoa, com raminhos de hortelã e sal, e só depois juntei as sementes cozidas à sopa.

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Segundo o site http://www.eucomosim.com para cozinhar uma quinoa perfeita:

– Lave-a bem ! Há um revestimento amargo na pequena semente que precisa ser lavado . Use um coador de malha fina, para escorrer a água e evitar que as sementes se escapem.

– Não cozinhe demais nem coloque muita água! Ninguém gosta de quinoa mole ! Coloque duas medidas de água num tacho, deixe ferver e junte uma medida de quinoa. Cubra a panela , reduza o lume e cozinhe durante de 15 minutos .

– Tire o excesso de água. A quinoa mesmo depois de cozida verte muito água. Use o mesmo coador de malha fina.

– Deixa-a descansar. Coloque de novo a quinoa na panela ainda quente, tape e deixe descansar mais 15 minutos. Ao deixar a quinoa na panela quente, esta seca, fica mais leve e macia!

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Bolo e glacê cremoso de banana

Há frutos que não têm muita resistência ao calor. A banana é um deles. Quando esta fruta fica demasiado madura e começa a ser menos apetecível, há que transformá-la em algo delicioso, evitando também o desperdício. E foi assim que surgiu este bolo e glacê de banana deliciosos.

Bom fim de semana!

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Ingredientes

  • 290 g de banana madura
  • 3 ovos
  • 100 g de açúcar mascavado escuro
  • 70 g de manteiga
  • 220 g de farinha com fermento
  • 1 colher de sobremesa de fermento para bolos

Preparação

  1. Esmague a banana e bate-a com o açúcar e com a manteiga amolecida.
  2. Junte o aroma de baunilha e os ovos inteiros. Bata novamente, mas pouco.
  3. Adicione a farinha e o fermento aos poucos, previamente misturados e peneirados.
  4. Leve a cozer, a 180ºC, em forma untada e enfarinhada, durante 35 minutos. Verifique a cozedura, recorrendo ao teste do palito. Retire o bolo de imediato do forno e deixe que arrefeça um pouco antes de o desenformar.
  5. Quando o bolo estiver totalmente frio, cubra-o com o glacê de banana.

 

Glacê cremoso de banana (sem claras)

Ingredientes

  • 100 g de banana
  • 50 g de manteiga
  • sumo de meio limão pequeno
  • 1 colher de sobremesa de aroma de baunilha
  • 200 g de açúcar confeiteiro (poderá aumentar a quantidade de açúcar)
  1. Triture a banana totalmente e junte a manteiga amolecida, o sumo de limão e o aroma de baunilha. Bata muito bem.
  2. Vá adicionando o açúcar em pó, continuando a bater até obter a consistência desejada. Poderá adicionar mais açúcar, se pretender uma cobertura mais sólida.

Notas. Guarde num frasco o glacê de banana que sobrar e sirva-o juntamente com o bolo. Poderá também optar por cobrir o bolo totalmente.

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Alcatra de camarão e perrexil ou funcho-do-mar

O Perrejil, Perrexil ou Funcho do Mar é uma planta que se encontra em toda a costa marítima Portuguesa e em algumas zonas da costa europeia mediterrânica.
Cheguei a pensar que esta planta, que cresce apenas junto ao mar, fosse uma endémica dos Açores porque, desde miúda,  por altura do Verão, ia à costa apanhar o perrejil para, depois de separado da flor, utilizar as suas folhas para fazermos curtume. Era um ritual sazonal, mais ou menos divertido.  Eu e a minha irmã saltávamos o muro que separava o caminho, na altura de bagacina vermelha, da zona de rochas e, num ápice, já estávamos em cima dos lençóis pretos e ondulados de basalto. O perrejil surgia espontaneamente e servia de sombra e esconderijo para alguma lagartixa ocasional. Ai que medo quando éramos surpreendidas por este réptil! Mas do que mais gostávamos após a apanha do perrejil era do mergulho no mar, como se este fosse uma recompensa após andarmos cautelosamente por cima das rochas e ao calor. A minha avó ficava à nossa espera, junto ao muro, aflita, na condição de quem não sabia nadar, e só via  as nossas cabeças a mergulhar e a surgir nas ondas refrescantes. Nem nos dava tempo para secarmos ao sol. E lá íamos  pelo caminho acima deliciadas com o pretexto do perrejil.
O uso desta planta não tem tradição na culinária açoriana, com exceção do curtume de perrejil.  Para além disso, poucas pessoas da nova geração conhecem a planta e são por isso poucos os que lhe dão utilidade. Este curtume não costuma estar disponível para venda ao público. Apenas algumas mercearias das freguesias junto à costa o vendem e em poucas quantidades por ser um produto artesanal. Na freguesia de Biscoitos, no norte da ilha Terceira, e da qual já falei aqui, poderão encontrar o curtume à venda numa banca de produtos regionais junto à zona balnear.

Uma vez que este curtume acompanha peixe na perfeição, resolvi experimentar conjugar a base do tempero da alcatra, prato tradicional terceirense, com o perrejil fresco e com marisco. Uma aventura que repetirei de certeza no próximo verão.

Se desejarem consultar a receita de curtume de perrexil, esta encontra-se aqui.

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Receita para 5 ou 6 pessoas

Ingredientes:

  • 1,5 kg de camarão
  • 500 dl Azeite 
  • 50 g Toucinho Entremeado (usei toucinho de fumo)
  • 20 folhas de perrejil fresco
  • 225 g Cebola picada
  • 5 dente/s Alho picado
  • 200 g Tomate limpo em cubos
  • 2,5 dl Vinho branco
  • 2 cravinhos
  • 1 colher/s de café paprika fumada
  • Pimenta da Jamaica
  • q.b Sal marinho 
  • 2 folhas Louro
  • Salsa ou coentros 

 

Preparação:

Tempere os camarões com sal marinho e paprika fumada.

À parte, num alguidar de barro – típico da alcatra- coloque uma camada de cebola picada, alho picado,  tomate, louro, grãos de pimenta da Jamaica, um cravinho, metade dos camarões, 10 folhas de perrejil e azeite. Repita o mesmo procedimento para a segunda camada.  Regue com o vinho o vinho, cubra com o toucinho picado, tape, com folha de alumínio e leve ao forno quente a 180ºC até que ferva, apure e os camarões estejam cozidos.

Na hora de servir, polvilhe a alcatra com salsa ou coentros picados.

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No regresso às aulas e ao trabalho…Barritas para as lancheiras de pais e filhos

O mês de setembro já vai a caminho da metade e com ele voltam as rotinas para a maioria das pessoas. O trabalho espera os adultos e a escola as crianças. As mais pequeninas já ingressaram mesmo nos colégios; outras despedem-se das últimas brincadeiras na casa dos avós. Setembro é assim. Com a alteração de hábitos vem a mudança de estação e, quando menos esperamos, temos de arrumar as roupas e os apetrechos de verão e ingressar nas rotinas. Relacionadas com estas estão as preocupações dos pais com as lancheiras. Há que fazer ementas, organizar o armário despenseiro, o frigorífico e o congelador antecipando uma semana de trabalho. Há também que pensar em refeições saudáveis, que agradem a miúdos e graúdes, que sejam equilibradas e saborosas. É aqui que entram estas barritas, ideais para pequenos-almoços e snacks e, acima de tudo, muito fáceis de fazer.

Barritas de frutos secos e sementes

 

Ingredientes

  • 500 g de bananas maduras
  • 100 g de amendoim torrado picado
  • 50 g de amendoim torrado ralado
  • 30 g de nozes picadas
  • 35 g de amêndoa laminada torrada
  • 150 g de flocos de aveia (finos)
  • 35 g de sementes de abóbora torradas
  • 120 g de pepitas de chocolate negro
  • sementes de sésamo a gosto

Preparação

  1. Pré-aqueça o forno a 180º C.
  2. Coloque a banana no copo do robô de cozinha e triture bem até ficar com a consistência de papa.
  3. Junte os restantes ingredientes, exceto as sementes de sésamo, e misture-os até obter uma massa homogénea.
  4.  Coloque a massa num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal. Espalme para a massa ficar toda da mesma altura. Polvilhe com sementes de sésamo.
  5.  Deixe no forno durante  12 a 15 minutos ou até os bordos estarem ligeiramente tostados. Faça o teste do palito e certifique-se que vem ainda húmido.
  6. Retire o tabuleiro do forno e corte a massa em barritas.  Deixe arrefecer e guarde-as num recipiente bem fechado no frigorífico.

Gelado de vinho-doce…bem-vindo Setembro!

Com o início de setembro, e com as primeiras vindimas, surge este gelado de vinho-doce, mais uma experiência inusitada que acabou por surpreender. Nas nossas compras de domingo na Feira do Gado, na Vinha Brava, veio uma garrafa de vinho-doce, acabadinho de sair do lagar. Um copo de sumo de uva acabada de espremer é capaz de contar tantas histórias: desde o tratar das videiras à colheita das uvas. É fruto do trabalho de muita gente, por isso, no prazer que o sumo de uva, precioso néctar, confere ao paladar deve estar a gratidão.

Desde os tempos mais remotos, o vinho tem vindo a desempenhar um papel de relevo em quase todas as civilizações. “Fruto da videira e do trabalho do Homem” é repleto de simbologia, impregnado de religiosidade e de misticismo,  é fonte de lendas e inspiração de mitos.

Com o intuito de enaltecer e dignificar este saboroso líquido, trago-vos este gelado de vinho-doce, ou de sumo de uva, antes da fermentação.

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Ingredientes

  • 200 ml de vinho-doce (sumo de uvas acabadas de espremer)
  • 150 g de açúcar em pó
  • 4 claras batidas em castelo
  • 400 ml de natas

 

Preparação do Gelado

  1. Batem-se as natas até estas ficarem fofas e adoçam-se com açúcar em pó.
  2. Junta-se o vinho-doce ao preparado anterior e bate-se novamente.
  3. À parte, batem-se as claras em castelo e envolvem-se no preparado anterior.
  4. Verte-se para uma marmita para se iniciar o processo de congelação.
  5. Após uma hora de congelação, retira-se o gelado e mexe-se muito bem para se quebrarem os cristais de gelo já criados. Repete-se o mesmo processo uma hora depois.  Volta ao congelador mais duas horas, no mínimo, antes de servir.
  6. O gelado poderá ser servido acompanhado com topping de compota de uva ou com coulis de uva.

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Lievito madre…Pão de sementes

Este proposta que vos trago hoje foi uma das receitas confecionadas na formação que frequentei sobre Pão Artesanal, Risottos e Arancini, dinamizada pela formadora Ana Simas, após a mesma ter participado numa formação em Itália.  Éramos doze formandos muito entusiasmados e colaborativos e adorámos preparar os fermentos para o pão, os ingredientes para os risottos e, finalmente, moldar e fritar os arancini. Foi muito bom partilhar algumas horas com pessoas que, tal como eu, têm a paixão pela cozinha e adoram convívios culinários.
Desta formação ficou a vontade de fazer em casa o fermento natural, isco ou massa-mãe. Fui beber mais ensinamentos ao blogue do Filipe Frazão, Chilli com Todos, um blogue de referência para mim.

E cá está um pão rústico, delicioso e que inspira saúde.

Pão de Sementes

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Lievito Madre (fermento natural/ massa mãe)

Segundo o Filipe, “usar farinha biológica integral aumenta em muito a probabilidade de sucesso do starter. As farinhas integrais contém fungos importantes para o metabolismo da bactéria ácido-láctica, promovendo assim a fermentação natural. Como as farinhas não biológicas são lavadas com fungicidas, esses fungos são eliminados, reduzindo a probabilidade de sucesso. Em relação à água o princípio é semelhante, o cloro presente na água da torneira acaba por eliminar também os fungos que queremos preservar. A ideia é tentar manter a integridade biológica do starter nos seus primeiros dias de vida. Por isso usem água engarrafada e farinha biológica pelo menos nos primeiros dias, até o seu estado de fermentação ser suficientemente forte.”

Tal como o Filipe, eu fiz um starter de centeio.

Dia 1

  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 75g

“Misture a farinha e a água com os dedos num recipiente à parte até obter uma mistura pastosa (antes de misturar lave as mãos com pouco sabão). De seguida transfira essa mistura para o frasco, feche-o e reserve num local morno até o dia seguinte, longe de correntes de ar. Nunca o coloque directamente em cima de uma fonte de calor nem ao sol. Os fungos morrem a partir dos 60°. (As nossas mãos contém a bactéria lactobacillus sanfranciscensis, uma das bactérias presentes no sourdough, por isso é importante misturar com os dedos)

Dia 2

  • (75g do dia anterior)
  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 150g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a mistura do dia anterior. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

Algumas bolhas devem começar surgir na superfície ao fim do segundo dia.

Dia 3

  • (150g do dia anterior)
  • 25g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 225g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a que já está lá dentro. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

No terceiro e quarto dias começa a ocorrer um arejamento da massa, visível pela formação de bolhas nas laterais do frasco, uma estrutura semelhante a favos de mel.

Dia 4

  • (225g do dia anterior)
  • 50g de farinha de centeio integral bio
  • 50g de água mineral a 35ºC/95°F

Total: 325g

Misture a farinha e a água num recipiente à parte. Transfira essa mistura para o frasco e envolva-a com a que já está lá dentro. Feche o frasco e reserve num local morno até o dia seguinte.

Ao fim do quarto dia temos um starter com um aroma frutado e avinagrado e apresenta muitas bolhas. Está cheio de vida, repleto de fungos e ácido-láctico, pronto a ser usado na produção de pão!

No entanto, alguns starters podem levar mais tempo a desenvolver-se e a razão principal pode ser a temperatura. Se for o caso, espere mais um dia ou dois e mude o frasco para um local mais quente.” *

*fonte

Pão de Sementes com Lievito Madre (receita by Ana Simas)

Ingredientes:

  • 170g de grão e/ou flocos (usei centeio e trigo integral)+0,3 l de água+sal
  • 20 g de fermento natural (lievito madre)+ um pouco de água+um pouco de farinha T65
  • 500 g de farinha T65 + 20 g de sementes (usei girassol)+20 de erva doce ou de coentros

Preparação: 

  1. Dissolver o sal na água e juntar os grãos/flocos.
  2. Misturar o fermento com a água e a farinha e deixar levedar cerca de meia hora.
  3. Misturar a farinha com as sementes.
  4. Misturar tudo, juntar a água necessária e amassar muito bem.
  5. Polvilhar com farinha e deixar levedar cerca de 12 horas dentro de uma taça.
  6. Ao fim deste tempo, virar a massa (a massa abate) e deixar levedar mais 2 ou 3 horas.
  7. De preferência, usar uma base de ferro para cozer o pão.
  8. Aquecer bem a base, colocar a massa na base e levar a forno pré-aquecido a 180 ºC. Colocar uma taça com água dentro do forno.
  9. Coze cerca de hora e meia.

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O fim de agosto…’limanadas’ de maracujá e conversas deliciosas

O mês encontra-se em contagem decrescente. Será sempre o fim das férias para alguns e o início das mesmas para outros. Cá por casa, o fim de semana soube-nos muito bem. Começou  com uma saída com amigos e fluiu  entre a preparação de almoços tardios, umas barritas saudáveis, uma limonada de maracujá e um compromisso radiofónico, com a Claudine Lourenço, do Planeta Mulher, e a Fátima Albino, que dispensam ambas apresentações. Recebi o convite para participar na rubrica Planeta Mulher, da Rádio Clube de Angra e fui calorosamente acolhida nos estúdios pela Claudine, uma mulher dinâmica e uma comunicadora nata. Tive a surpresa de partilhar o programa com a Fátima Ferreira, mais conhecida como Fátima Albino, e dona da Ganadaria José  Albino Fernandes, uma mulher encantadora, uma verdadeira contadora de histórias, um exemplo de vida e de força para tantas mulheres.

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E agora a limanada… Os maracujás e as limas conjugaram-se muito bem neste sumo delicioso e refrescante.

Brindemos à vida e a este lindo momento do dia, que decidi partilhar convosco.

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Ingredientes para um jarro

  • 5 maracujás
  • sumo de duas limas
  • mel a gosto
  • cubos de duas cuvetes de gelo

Preparação

  1. Corte as duas limas e retire-lhes o sumo, colocando-o no jarro.
  2. Corte os maracujás a meio e, com uma colher, retire-lhes todo o conteúdo (polpa e sementes), juntando-o ao sumo de lima.
  3. Junte cubos de gelo e mel a gosto.