Bolachas republicanas

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Conheço a professora Clara Rosa há alguns anos. Foi colega dos meus pais e docente do primeiro ciclo até ao dia da aposentadoria. É uma pessoa fascinante e dinâmica, detentora de vasta cultura, porque adora ler e escrever. Interessa-se por história, por poesia e partilha com os seus leitores textos deliciosos através do  blogue  o estrado da avó . Foi neste espaço que encontrei as primeiras referências às bolachas republicanas, outrora presença habitual nos salões da Casa do Povo e nas Sociedades aquando da apresentação de danças e bailinhos de Carnaval, típicos aqui da ilha Terceira.

Segundo a professora Clara Rosa, estas bolachas “são tão boas, saborosas  e simples que foram baptizadas com o nome do  golpe de estado que, organizado pelo Partido Republicano, em 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia e implantou o regime republicano. Muitas “receitas que foram criadas para lembrar tal feito,  ainda perduram na memória dos portugueses. Ele é o bolo republicano, que apareceu no primeiro Natal logo após a implantação da República, nas casas de Guimarães, em substituição do tradicional bolo rei, o pudim republicano e as bolachas republicanas (…)”.

Este ano resolvi resgatar esta receita para que perdure na memória de quem as saboreou na infância e para despertar a curiosidade de quem delas nunca ouviu falar.

No post dedicado a esta receita a professora Clara Rosa versa este texto delicioso, que passo a transcrever:
“Ao chegar a casa aprontei-me para fazer as bolachas Republicanas, fui procurar as receitas da minha mãe só que as receitas dela são assim mais ou menos:
Meio alqueire disto, uma quarta daquilo, uma pitada de, meio escudo de…
Enfim, falei com uma senhora de idade, que era amiga de minha mãe, fui fazendo as conversões e lá cheguei à receita e toca de as fazer, ficaram uma delícia…
Parecia mesmo que estava na minha casa das Lajes a preparar o farnel para irmos para a Sociedade passar a noite a ver danças de Carnaval.”
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Bolachas Republicanas
  • 1kg. de farinha de trigo,
  • 3 ovos,
  • 250grs. de açúcar,
  • Raspa de um limão,
  • 1 colher das de sopa bem cheia de manteiga,
  • 1 colher das de sopa bem cheia de banha de porco,
  • 1 colher das de sopa bem cheia de bicarbonato de sal amoníaco*,
  • 1 chávena de leite quente, mais um pouco
  • 1 ovo para pincelar + açúcar para decorar
  • 1 pitada de sal

À  farinha juntam-se os ovos, o açúcar, o sal e a raspa do limão, mistura-se bem e vai-se juntando o bicarbonato de amoníaco desfeito numa chávena de leite quente (cuidado porque ferve e aumenta de volume; evitem inalar o vapor; usem uma taça maior para desfazer o bicarbonato no leite), junta-se a manteiga e a banha e vai-se amassando, se necessário junta-se mais um pouco  de leite quente para ajudar a  amassar, eu gosto de pôr no recipiente onde desfiz o bicarbonato de amoníaco, para aproveitar bem.
Quando a massa está com a consistência necessária para rolar cortam-se pedaços que se estendem com a consistência fina e corta-se com a forma apropriada, colocam-se em tabuleiros pincelados de manteiga e enfarinhados e pincelam-se com ovo batido , pondo no centro uma pitada de açúcar. Vão ao forno e guardam-se em recipientes herméticos para posteriormente acompanhar um chá ou um lanche.

*O Sal amoníaco é um mineral incomum composto por cloreto de amonio, NH4Cl. Forma cristais incolores a brancos ou amarelos escuros no sistema cúbico. O sal amoniaco é usado para fazer biscoitinhos e a sua função é deixar os biscoitos/bolachas mais crocantes. O bicarbonato de amónio, ou sal amoníaco, pode ser comprado a granel no comércio tradicional, nas farmácias, nas drogarias ou até já embalado nas grandes superfícies.  É um pó branco, do género do bicarbonato de sódio. O cheiro a amoníaco evapora-se quando é incorporado no leite a ferver e desaparece por completo no forno, aquando da cozedura das bolachas.

fonte da receita:

http://clararosa-asreceitasdaavo.blogspot.pt/2012/02/bolachas-republicanas.html

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Let’s have a date! Trufas de tâmaras (dates), cacau, goji e aveia

Depois da sugestão das maçãs caramelizadas, também conhecidas como maçãs-do amor, publicadas há dias atrás, trago-vos uma receita de trufas bastante invulgar já que o único açúcar provém das tâmaras e das bagas goji. O cacau, a manteiga de amendoim e as nozes também marcam presença, resultando numa explosão de sabores intrigante mas deliciosa. É uma receita de grau fácil, ideal para rematar o jantar e  que irá com certeza surpreender a sua cara-metade.

Let´s have a date (tâmara)!

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Trufas de tâmaras e nozes com aveia

  • 20 Tâmaras (usei 26)
  • 3 colheres de sopa de farelo de aveia ou flocos finos
  • 2 Colheres sopa de cacau cru em pó
  • 1 Colher de sopa de manteiga de amêndoas ou de ser de amendoim)
  • Algumas nozes (opcional)

Para a cobertura:

  • Cacau
  • Bagas  goji trituradas

ou

  • Coco ralado
  • amêndoa aos pedacinhos torrada

Comece por retirar o caroço às tâmaras, ou compre-as já sem caroço. Coloque as tâmaras num processador de alimentos, o cacau e a manteiga de amêndoa ou amendoim. Triture na velocidade máxima até obter uma pasta. Retire a mistura para um prato. Corte as nozes em pedaços pequenos (as nozes são opcionais, mas dão um crocante às trufas) e misture juntamente com a pasta de tâmaras o cacau.

Com as mãos molhadas, retire um pedaço de pasta (pode ser com a ajuda de uma colher) faça bolas com a massa. Repita o processo até terminar toda a pasta.

Para a cobertura das trufas utilize cacau cru, coco ralado e bagas de goji trituradas (pode usar o que mais gostar). Para conservá-las e torna-las mais firmes, coloque num recipiente de vidro e leve ao frigorífico.

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Overnight oats…healthy and trendy

Se pensam os leitores que as papas de aveia são coisas do passado, desenganem-se! A moda instalou-se e veio para ficar. Fazer papas de aveia para além de ser trendy representa muitos benefícios para a saúde, especialmente se estas forem confecionadas com leite ou bebidas vegetais (leite de arroz, aveia, amêndoa, avelã, coco). A aveia, quer na forma de farelo, flocos ou de farinha, auxilia no bom funcionamento intestinal, prevenindo tumores; ajuda na perda e manutenção do peso, já que promove a saciedade por mais tempo; diminui a absorção de gordura e açúcar pelo sangue, devido às fibras solúveis; ajuda a reforçar o sistema imunológico; ajuda a combater a depressão, visto que contém magnésio e vitaminas do complexo B; tem outras vitaminas e minerais importantes, como vitamina E, zinco, silício, selénio, boro, ferro, fósforo e cobre; previne o envelhecimento precoce, devido aos antioxidantes presentes. É, ainda,  um dos grãos com maior valor proteico e um dos mais baratos.

Existem diversas formas de preparação de papas de aveia. As minhas faço de véspera, até porque nem sempre de manhã há tempo  para as confecionar, não é que sejam morosas de fazer, mas feitas no dia anterior e aquecidas de manhã facilita a organização matinal cá em casa. As verdadeiras overnight oats nem vão ao lume.Consistem em flocos de aveia (oats) que ficam durante a noite (overnight) no frigorífico. E no dia seguinte são consumidos com fruta, iogurte e sementes a gosto.  Há também que as leve ao lume, porque gosta delas quentinhas e cremosas.
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  1. Papas de Aveia com Canela  e frutos frescos
  • 200 ml de leite magro/leite vegetal
  • 2 colheres (sopa) bem cheias de aveia de flocos finos
  • adoçante a gosto (açúcar, stevia, mel, xarope de agave)
  • Canela em pó a gosto


Misture os flocos de aveia com o leite, e leve ao lume até ferver. Coloque o lume no mínimo e vá mexendo sempre até que as papas comecem a desprender do fundo da panela e  a ficar cremosas. Adoce a gosto. Junte a canela e mexa, ou polvilhe apenas, como gostar mais.

Sirva as papas no próprio dia ou deixe-as arrefecer e guarde-as no frigorífico para serem consumidas no dia seguinte, ao pequeno-almoço ou ao lanche. Acompanhe as papas de aveia com fruta fresca, frutos secos e sementes a gosto.

 Os meus toppings favoritos para papas de aveia

  • Manteiga de amendoim ou de amêndoa (em colheres ou em pepitas)
  • compota
  • maça cozida aos pedaços ou puré de maçã
  • iogurte
  • bananas, maças, morangos, manga fatiados
  • Frutos vermelhos ou silvestres frescos ou congelados ou bagos de romã
  • Frutos secos: arandos, sultanas, alperces, figos e tâmaras; nozes, amêndoas, amendoins e avelãs (estes últimos quatro tostados)
  • Sementes (linhaça, papoila, abóbora, cânhamo, girassol)
  • Coco ralado ou em flocos
  • Chocolate negro ou pepitas de chocolate
Sugestão: as papas podem ser servidas às camadas num copo ou em frascos (com tampa), conferindo-lhes assim um ar mais apetitoso, ao género de sobremesa.
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Workshop Receitas com Aveia anti-colesterol e diabetes e sai a primeira receita

img_1563Ontem foi dia de regressar aos Workshops DeBORLA, depois de dois meses de pausa. Fiquei muito feliz com tamanha afluência. O tema era apelativo e o público confessou que já sentia saudades destas tardes de sábado repletas de aromas e sabores. Para outros, felizmente muitos, foi a estreia. Todos concordaram que devemos, cada vez mais, investir em refeições saudáveis, e eu penso que provei existirem receitas amigas da saúde e ao mesmo tempo bastante saborosas e apelativas. Espero que o caderno de receitas que elaborei para as participantes do workshop lhes sirva de inspiração nos pratos que cozinharem nas suas cozinhas. Algumas já reproduziram este domingo parte das receitas confecionadas e até partilharam fotos na minha página de facebook, o que me deixa realizada e muito feliz.

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Aos poucos irei publicando as receitas com aveia. Como a piza foi um dos pratos mais apreciados, decidi que seria a partilha número 1. Abaixo encontram-se três receitas de bases de massa de piza com aveia. Selecionei a número 1 e fi-la em duas versões: com fermento e sem fermento.

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Bases para Massa de Piza com Aveia

1.

  • 3/4 chávena de chá de aveia em flocos finos
  • 1 1/4  chávena de chá de farinha de trigo (T65) e de aveia
  • 2/3 chávena de chá de leite magro (usei bebida de aveia)
  • 3/4 chávena de chá de óleo de soja
  • sal a gosto

2.

  • 1 dente de alho
  • 50 g de farinha de aveia
  • 4 claras
  • 1 colher de fermento em pó
  • água até ligar

3.

  • 2 ovos
  • 2 colheres de sopa de farelo de aveia
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 2 colheres de sopa de iogurte natural desnatado

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Preparação tradicional da massa 1

Misture todos os ingredientes da massa numa tigela, sove até começar a soltar das mãos. Então em uma superfície lisa e enfarinhada abra a massa com ajuda de um rolo. Forre essa massa em uma forma especial para pizza e leve ao forno baixo até dourar. Retire.

Nota. Pode fazer a massa de véspera e guardá-la no frigorífico.

Preparação em robô de cozinha Thermomix

Coloque todos os ingredientes no copo do robô e marque vel. 6. Quando estiverem misturados, marque a vel. espiga durante 2 minutos. Estenda-a e coloque-a no prato de piza e  leve ao forno baixo até dourar.

Nota. Pode fazer a massa de véspera e guardá-la no frigorífico.

RECHEIO

Disponha molho de tomate (Guloso – Refogado com orégãos), cebola, queijo mozarela ou ricota e outros ingredientes a gosto (fiambre de peru; carne assada desfiada; atum; azeitonas, tomate cereja, salada de folhas, etc.) Finalize com orégãos  ou tomilho fresco ou seco, , sementes de abóbora torradas e grãos de pólen.

Nota: os ingredientes a negrito foram os utilizados como topping nas pizas confecionadas no workshop.

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Be my Appletine!

Já começou a contagem decrescente para o dia de São Valentim, tradição que encontra grande popularidade entre os namorados e os casais mais jovens e apaixonados. No dia catorze de fevereiro é comum a troca de cartões com mensagens românticas e de presentes, tais como as tradicionais caixas de bombons e as rosas vermelhas. São várias as iniciativas, traduzidas em gestos ou objetivadas em presentes, que nos fazem lembrar estereótipos do amor, muitos deles associados à pressão consumista das sociedades contemporâneas. A sugestão que vos trago hoje afasta-se um pouco das tradicionais comemorações de São Valentim, mas comporta bastante simbolismo. A atriz principal é a maçã.

Desde a história da humanidade que a maçã se apresenta como um ícone. A maçã, por sua forma esférica, significaria globalmente os desejos terrestres ou a complacência em relação a esses desejos. A proibição de Deus alertava o homem contra a predominância desses desejos, que o levavam rumo a uma vida carnal e materialista, oposta à vida espiritual. A advertência divina dá a conhecer ao homem as duas direcções e  obriga-o a optar entre a via do desejo terrestre e a da espiritualidade. A maçã seria o símbolo desse conhecimento e a colocação de uma necessidade: a da escolha. É também o fruto da Árvore da Vida, quando seguimos as referências bíblicas de Adão e Eva, e o fruto da Árvore do Conhecimento. Repare-se no avanço da ciência com a suposta descoberta da gravidade pelo cientista Newton. Tudo isto devido a uma maçã. Não deixa realmente de ser curioso, por isso a maçã é simbolicamente o caminho dual que tanto leva ao mal como ao bem. 

Filosofias à parte, apesar de também saber bem questionar estes simbolismos  criados pela humanidade, resolvi este ano integrar as maçãs caramelizadas, que podem constituir a sobremesa de um jantar do dia dos namorados.

Esta sobremesa foi inventada pelo americano William W. Kolb em 1908. Enquanto fazia na sua loja rebuçados de canela para a época natalícia, resolveu mergulhar maças vermelhas na calda e colocou algumas na montra da loja em exposição. Este doce foi de tal forma um sucesso que estas maçãs começaram a estar disponíveis em vários eventos, lojas de doces e épocas festivas. Passaram a estar associadas a festas de outono, como o Halloween e o Guy Fawkes Day, altura em que acontecia a colheita da maçã.

Abaixo encontra-se a receita das maçãs caramelizadas, que contém  açúcar invertido. Para quem desconhece este ingrediente, ele consiste num xarope quimicamente produzido a partir do açúcar comum, a sacarose. A inversão do açúcar provoca a quebra da sacarose em dois açúcares que formam a sua molécula: glicose e frutose. O açúcar invertido é usado principalmente no fabrico de rebuçados, doces e gelados, para evitar que o açúcar cristalize e dê ao produto final uma consistência arenosa. Para além de conferir textura adequada aos produtos em que é utilizado como matéria prima, o açúcar invertido também auxilia na formação de cor (escurecimento) e de aroma. Uma substância natural com características semelhantes ao açúcar invertido industrialmente produzido é o mel. As abelhas segregam a enzima invertase, que transforma grande parte da sacarose contida no néctar proveniente dos vegetais em glicose e frutose.

Maçãs do Amor

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Ingredientes

  • 4 maçãs vermelhas médias
  • 300 g de açúcar
  • 120 ml de água
  • 1 e 1/2  colheres de chá de vinagre de vinho branco
  • 1 e 1/2 colheres de chá de canela em pó
  • 3 colheres de sopa de xarope de açúcar invertido

Preparação

Lave as maçãs, enxugue-as bem e retire-lhes os caules. Espete paus de espetadas ou de chupa na parte de baixo/ou de cima de cada maçã. Reserve.

Dissolva o açúcar na água e coloque a caçarola sobre lume médio. Deixe cozinhar durante alguns minutos até o açúcar derreter,rodando a caçarola.

Adicione o vinagre de vinho branco, o xarope invertido e a canela e deixe levantar ferver.

Teste o ponto com frequência. Veja o ponto com recurso a um copo com água fria. Coloque uma colher de chá de caramelo na água . Se solidificar imediatamente e se se partir facilmente ao ser retirado da água, o caramelo  está pronto. Se ainda estiver macio, continue a cozinhá-lo.

Envolva de imediato as maçãs no caramelo e coloque-as a secar numa travessa forrada com papel vegetal. Deixe-as arrefecer ligeiramente e sirva-as.

(receita adaptada do livro Cozinhar é Divertido)

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A titulo de curiosidade, ficam alguns casos curiosos onde a maçã está presente.

1º: Maçã na religião. (Adão e Eva no paraíso e a árvore do conhecimento do bem e do mal, macieira).
2º: Maça na mitologia. ( 11º trabalho de Hércules, colher 3 maçãs de ouro do Jardim das Hespérides).
3º: Maçã na idade média. ( O filho de Guilherme Tell foi atado a uma árvore, e a maçã foi colocada na sua cabeça).
4º: Maça na ciência. (a maçã bateu na cabeça de Newton, quando este se encontrava num jardim, sentado por baixo de uma macieira, gravidade. )
5º: Maça na literatura. ( Branca de Neve e os 7 Anões – A rainha, decidiu usar uma maçã enfeitiçada, a maçã engasgou a Branca de Neve).
6º: Maça na medicina. (“An apple a day keeps the doctor away”. / Uma maçã por dia afasta-te do médico).
7º: Maçã na informática. (Apple, o símbolo da empresa, uma maçã já mordida).