Bolo D. Amélia para a Tradição do “Menino Mija”

Bolo D. Amélia

Bolo D. Amélia

Os Açores, tal como todas as regiões portuguesas, são ricos em tradições.  O Menino Mija é uma delas. Caracteriza-se por, durante a quadra natalícia, se ter a mesa posta, com doces, salgados e bebidas espirituosas para receber familiares e amigos que por norma aparecem sem avisar nos dias em que decidem “correr meninos”. Desta mesa costumam fazer parte o bolo de Natal, o bolo de figos passados, o bolo de caramelo com cobertura de nozes, o bolo-rei, o bolo-rainha, o bolo D. Amélia, a torta de côco, queijadas diversas e salgadinhos de compra.

Este ano, o bolo D. Amélia foi o centro das atenções na mesa de Natal. A receita é da Manuela, do blogue Delícias e Companhia, que é muito idêntica à receita da Elvira , do blogue Elvira’s Bistrot, ambas cozinheiras de mão-cheia.
Tradicionalmente, este bolo é coberto apenas com açúcar em pó. No entanto, para imprimir um ar mais colorido e festivo, até porque estamos em vésperas de passagem de ano, resolvi cobrir o bolo com um glacê real e com uma coroa de bagos de romã que, segundo os comensais, funcionou como um casamento perfeito. Confesso-vos que também adorei as diferentes texturas.
Sejam então Bem-Vindos ao meu Menino-Mija!

Bolo D. Amélia

Bolo D. Amélia
  • 250 gramas de manteiga (amolecida)
  • ½ kg de açúcar
  • 4 ovos inteiros
  • 4 gemas
  • 4 colheres (de sopa) de mel de cana (melaço)
  • 1 colher (de sobremesa) de canela
  • 200 gramas de farinha de milho
  • 100 gramas de sultanas
  • raspa de limão
  • 1 colher (de café) de noz moscada
  • açúcar de confeiteiro para polvilhar
1. Junte os ingredientes pela ordem descrita e bata muito bem, com uma colher de pau, entre cada adição.
2. Coloque a massa numa forma redonda, previamente untada com manteiga e polvilhada com farinha de milho.
3. Leve ao forno a cozer, em temperatura moderada.
4. Desenforme e polvilhe com açúcar fino.(veja a receita abaixo da cobertura utilizada)
Cobertura de glacê real (fonte: caderno de receitas da mãezinha)
2 claras
250 g de açúcar em pó
1/2 chávena de chá de água
sumo de meio limão pequeno
1.Misture bem as claras, a água e o açúcar num tacho
2.Coloque em lume brando e, sem parar de bater, adicione o limão e faça cozer até que tudo fique espesso e branco
3. Vá colocando colheres de glacê, aos poucos, deixando que este escorra lentamente pelo bolo até se segurar
4. Decore com bagos de romã.
Bolo D. Amélia
Bolo D. Amélia

 

Desejo a todos os leitores do Foodwithameaning Boas Festas e um Próspero Ano Novo!
Bolo D. Amélia

E quando há sobras…

Esta quadra natalícia é por norma rica em excessos.  Na nossa família, a ementa da noite de Natal prevê sempre três ou quatro pratos: o tradicional bacalhau-com-todos, o polvo assado no forno com batatas a murro, um assado de aves, este ano confecionou-se pato, e camarão como entrada. Este desfile parece um pouco exagerado para apenas dez pessoas, mas desde cedo se definiu que se cozinharia apenas na véspera de natal. O dia seguinte, para não dizer seguintes, é sempre tempo só destinado ao convívio em família sem preocupações de elaboração de refeições. Os meus pais receberam as filhas, os cunhados e os netos e à volta da mesa e da lareira se desenharam as diferentes fases da noite do Natal, iniciada às 18.30 com a missa do galito, dinamizada pelas crianças da catequese e respetivos catequistas. Em suma, foi uma noite memorável em que o Menino Jesus e o Pai Natal conviveram sem desavenças.

No fim do dia 25 as travessas estavam perto do fim, mas ainda existiam sobras.

Idealizou-se assim este Bacalhau com Esparguete Nero di Seppia.

Bacalhau com Esparguete Nero di SeppiaBacalhau com Esparguete Nero di Seppia

Ingredientes

Sobras de bacalhau cozido em lascas

esparguete nero di seppia

bróculos cozidos

azeitonas recheadas

4 dentes de alho

azeite q.b.

pimenta preta

ervas aromáticas secas a gosto

salsa fresca.

sal

Preparação

1. Cozem-se os bróculos em água com sal. Escorrem-se e reservam-se.

2. Coze-se o esparguete em água com sal. Escorre-se e reserva-se.

3. Numa frigideira, faz-se um refogado com alho picado e azeite. Adiciona-se o bacalhau. Tempera-se com pimenta preta e ervas aromáticas a gosto.

4. Juntam-se as azeitonas e os bróculos.

5. Envolve-se tudo no esparguete negro, polvilha-se com salsa fresca picada e rega-se com mais azeite, se desejado.

Bacalhau com Esparguete Nero di SeppiaBacalhau com Esparguete Nero di Seppia

Bom apetite!

Leivas em todos os Natais

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É curioso como o termo leivas, tão bem conhecido do açoriano, recebe mais aconchego na variante brasileira do português. De facto, a definição de leiva aproxima-se mais de  “terra gramada que se transplanta para formação de relvados” do que  simplesmente a terra lavrada como dita o dicionário priberam. E é do processo de busca das leivas para a construção de um presépio natural que versa este post, como se se tratasse de uma demanda pela preservação da tradição familiar de se ir “ao mato” buscar leivas.

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Na nossa infância e adolescência, íamos sempre os três com o nosso pai buscar as leivas por altura do 8 de dezembro, quando se semeava também o trigo nas pequenas taças que embelezariam o presépio. O porta-bagagem do carro levava um alguidar de plástico, chamado por nós açorianos de “pana”, um sacho e uma colher de pedreiro e rumávamos até às Veredas, uma estrada com matas de criptomérias nas laterais que acordaram num chão coberto por mantas de leivas. E estávamos quase no coração do mato. Trepávamos o baixo muro que nos separava da mata e aterrávamos naquele chão-nuvem, de tão fofo que era. O meu pai disferia uma golpe de sacho e, com a pá de pedreiro, desprendia com cuidado a manta de erva que viria a ser cenário do nosso presépio.  Esta cobriria a gruta do nascimento do menino e ladearia a passagem dos reis magos.

E lembro-me de este ser um passeio mágico. Gosto de recordar estas memórias.

Este ano, e pela primeira vez, fui com o meu marido e com os filhotes às leivas. Eles não sabiam para o que iam. Começaram por  estranhar o aparato das ferramentas na bagageira e o facto de eu lhes ter pedido que vestissem roupas mais velhas e quentinhas. Iríamos para o mato. Para eles essa viagem acarretava mistério e despoletava muitas perguntas as quais tentei responder sempre com o propósito de não revelar muito.

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Chegámos. Estava frio. Começámos por transportar a parafernália mata a dentro. Decidi que pela primeira vez esta aventura tinha de ser fotografada. Confesso que me senti muitas vezes dividida: queria participar no levante das leivas, mas desejava fotografar todos os passos daqueles momentos. A natureza distraía-me constantemente do propósito que me levou até ali. Ao mesmo tempo que recolhia amostras suas, eu era absorvida por todos os seus pormenores, como se de uma troca se tratasse. Ela dava-se mas exigia que eu a analisasse. Coisa estranha. Sabia também que eu a eternizaria no presépio.

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A Natureza estava feliz por nos ter ali com ela e, de súbito, vimos essa felicidade espelhada num tronco. E fica a dúvida se estaria ali presente uma mão humana brincalhona.

Os miúdos adoraram este smile halloweenesco da natureza.

Chegámos um pouco enregelados a casa, mas depressa começamos a desenhar o nosso presépio com as leivas. Preparámos a base, arquitetámos o que seria a gruta do nascimento do menino e os caminhos, que viriam a ser preenchidos com farelo, e estabelecemos recantos com vegetação pequenina.

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O menino voltou a nascer este ano aconchegado pelas leivas.

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O Anjo assistiu a tudo lá do alto.

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Votos de Festas Felizes!

Trança de Chocolate e Lima

A interrupção letiva do Natal já se iniciou e nós temos tido as crianças em casa connosco.Tem havido, assim, mais tempo para apaparicá-las. As manhãs têm pedido panquecas e crepes e os lanches têm sido especiais com bolachinhas caseiras e pão doce. Esta trança de chocolate foi a rainha do nosso lanche deste domingo, como que a antecipar a festa. A cobertura de manteiga e nesquik contrastou com o semi-doce da massa. As pepitas de chocolate e a raspa da lima derreteram sabor ao longo da trança que,  garanto-vos,  desapareceu num ápice.

Boas Festas!

trança de chocolate e lima

Ingredientes para a massa

250 g de leite

100 g de manteiga

150 g de açúcar

1 saqueta de fermento seco

2 ovos

700 g de farinha

1 colher de chá de sal

50 g de pepitas de chocolate

Ingredientes para recheio e decoração

3 colheres de chá de nesquik

100 g de manteiga

50 g de pepitas de chocolate

raspa de lima a gosto

trança de chocolate e lima

Preparação na Bimby

1. Colocar no copo o leite, a manteiga, o açúcar e programar 2 minutos/ 37 graus / velocidade 2.

2. Juntar o fermento, os ovos e programar 10 segundos/ velocidade 6.

3. De seguida, adicionar a farinha, o sal e programar 3 minutos/ velocidade espiga.

4. Deixar levedar num local morno até que duplique o volume.

5. Adicionar à massa 50 g de pepitas .

6. Fazer três rolos iguais  e formar a trança. Colocá-la no tabuleiro do forno, forrado com papel vegetal.

7. Derreter a manteiga e misturar o nesquik.

8. Pincelar a trança com a mistura de manteiga e nesquik.

9. Decorar com pepitas de chocolate e raspa de lima.

10. Levar ao forno pré-aquecido a 50 ºC até que dobre de volume.

11. Aumentar a temperatura para 180 C cerca de 25 minutos.

Receita adaptada do livro básico da Bimby

trança de chocolate e lima

Coroa de Canela e Mirtilos

Adoro todo o tipo de pastelaria. Há qualquer coisa de reconfortante, e de quase terapêutico, nas massas de pão, de bolo e de bolachinhas. Nesta quadra festiva do Natal, em que as vitrines das pastelarias estão repletas de sugestões doces, é impossível passar indiferente ao apelo constante ao consumo das iguarias da época.

Fica então aqui mais uma ideia para adoçar a mesa da Consoada.

Coroa de Canela e Mirtilos

coroa de canela e mirtilos

Ingredientes

600 g de farinha

1 colher de café de sal

240 ml de leite morno

30 g de fermento fresco

60 g de manteiga derretida

2 gemas de ovo

4 colheres de sopa de açúcar

óleo q.b.

Recheio

70 g de manteiga amolecida

6 colheres de sopa de açúcar

1 colher de sopa de canela

150 g de mirtilos

Preparação

Misture o leite com o fermento, o açúcar, a manteiga derretida e as gemas. Deixe descansar e formar bolhas durante 10 minutos.

Peneire a farinha juntamente com o sal para dentro de uma tigela e junte-a aos poucos à mistura anterior. Amasse e transforme numa bola.

Coloque a massa numa tigela untada com óleo e tape com película aderente. Deixe descansar durante cerca de uma hora ou até dobrar de volume.

Para o recheio, misture a manteiga com o açúcar, a canela e os mirtilos. Polvilhe uma superfície de trabalho com farinha e estique a massa com a ajuda de um rolo, também ele polvilhado com farinha, até obter um retângulo de 20×30 cm e com 1 cm de espessura.

Espalhe 3/4 da mistura de manteiga pela massa e enrole-a. Em seguida, faça um corte ao meio no sentido longitudinal, deixando uma das pontas por cortar.

Entrance as duas tiras e no fim dê um formato de coroa. Coloque a coroa num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal, pincele-a com a restante manteiga e leve ao forno pré-aquecido a 200 ºC por 25 minutos. Nos últimos 10 minutos baixe o lume para 180ºC.

coroa de canela e mirtilos

Receita adaptada da receita de coroa de canela e framboesas publicada no número 51 da Revista Continente magazine

Adaptações:

– utilizei mirtilos em vez de framboesas;

– acrescentei mais duas colheres de açúcar;

– pincelei com gema de ovo diluída num pouco de leite em vez de manteiga.

coroa de canela e mirtiloscoroa de canela e mirtilos

Festas Felizes!

Bolo de tangerina com frutas cristalizadas

Bolo de tangerina

Um das coisas boas do inverno são, sem sombra de dúvida, os citrinos. Havendo-os em abundância há que dar conta deles, para que não se estraguem. Começaram por aparecer as mandarinas, mais redondinhas do que as tangerinas. Estas, por sua vez, assemelham-se a pequenos queijinhos achatados, ou a pequenas abóboras, que emanam perfume assim que uma unha lhes desfere um golpe certeiro e começa a despir a sua casca. Adoro tangerinas. Prefiro a raspa destas à do limão, muito menos aromático. Chego ao ponto de guardar cascas fininhas de tangerina para ao longo do ano aromatizar iogurtes, arroz doce, leite creme e marinadas.

Este ano, os citrinos têm-nos chegado de quintas próximas e do pomar dos meus pais e a cozinha tem sido decorada por fruteiras repletas de mandarinas, tangerinas e de anonas, outra fruta que não dispenso.

Como nos encontramos numa quadra natalícia, e já vem sendo hábito, os bolos elegem as frutas quer sejam estas frescas ou cristalizadas. Este bolo é uma adaptação do bolo inglês que faço pelo Natal. E digo adaptação porque desta vez quis que os citrinos fossem os réis desta época do ano.

Bolo de tangerina e frutas cristalizadas

bolo de tangerina e frutas cristalizadas

Ingredientes

4 ovos

300 g de açúcar

400 g de farinha

150 g de manteiga

1 colher de sobremesa de fermento

250 g de frutas cristalizadas

3 colheres de sopa rasas de cacau

1 colher de chá de canela

1 colher de café de noz moscada ralada

1 colher de café de gengibre em pó

raspa e sumo de três tangerinas

2 cálices de vinho do porto

meio frasco de melaço

meio frasco de compota laranja

Preparação tradicional

Com recurso à batedeira elétrica, batem-se as gemas com o açúcar e a manteiga até se obter uma massa esbranquiçada.

Adiciona-se o cacau, a canela, a noz moscada, o gengibre, a raspa e o sumo das tangerinas. Mistura-se.

Junta-se o melaço, a compota e o vinho do porto. Bate-se novamente.

Vai-se adicionando a farinha aos poucos. Junta-se o fermento. Mistura-se muito bem.

Batem-se as claras em castelo  e juntam-se ao preparado.

Envolvem-se as frutas cristalizadas em farinha e misturam-se homogeneamente na massa.

Vai a cozer, em forno pré-aquecido, a 180 ºC, cerca de uma hora.

foodwithameaning_ bolo de tangerina e frutas cristalizadas

Zás, trás, pás e temos sobremesa

Tem havido muitas queixas cá em casa por não haver sobremesas com a regularidade que havia, ou seja, duas ou três por semana, contando-se com as fornadas de bolachinhas. É verdade, os hábitos mudaram em prol da saúde. Estou cansada de dizer aos meus filhos que há que reduzir a ingestão de açúcares e os farináceos. O consumo de pão também foi diminuído. Os sumos de compra já não são presença na nossa mesa há muitos meses. Temo-los apenas em dias de festa. O peixe tem sido o escolhido para pratos principais, bem com as carnes brancas. Nas sopas reduzimos a utilização da batata e aumentámos a quantidade de curgete e caiota. À medida que as semanas se foram passando, as sobremesas tornaram-se praticamente inexistentes- tem-me salvado para alimentar o blogue as fotos já tiradas de sobremesas ainda não publicadas- ao ponto de eu  também começar  eu achar que estou a cair no exagero. A minha salvação, ou perdição, é que vem aí o Natal e com ele alguma gulodice obrigatória. O meu filho até já me disse: Mãe, como vai sobreviver assim o teu blogue? Sem sobremesas vai-se tornar “secante”! E, posto isto, para disfarçar estes meus atuais fundamentalismos, recorri a uma base de massa folhada esquecida e à preciosa ajuda da Bimby para confecionar, sem esforço e rapidamente, o recheio de creme inglês. Espreitei o armário despenseiro, vi algumas embalagens de frutos secos e recriei, “às três pancadas”, uma sobremesa que acabou por se transformar em algo surpreendente e viciante.

TARTE DE CREME INGLÊS E FRUTOS SECOS

tarte de creme inglês e frutos secos

tarte de creme inglês e frutos secos

tarte de creme inglês e frutos secos

Ingredientes

1 embalagem de massa folhada circular

500 ml de leite

2 ovos

120 g de açúcar

aroma de baunilha (uma colher de chá)

15 g de maisena

nozes picadas a gosto

amêndoa laminada a gosto

manteiga para untar a tarteira

 

Preparação na Bimby

1. Coloque o leite, o açúcar, os ovos, o aroma de baunilha e a maisena no copo e programe 6 Minutos/90ºC/Velocidade 4.

2. Pincele a tarteira com manteiga e disponha a massa folhada já desenrolada. Pique o fundo, cá e lá, com um garfo.

3. Verta o creme inglês por cima da massa folhada, decore com os frutos secos e leve a cozer a massa e a alourar as nozes e a amêndoa durante 20 a 30 minutos em forno pré-aquecido a 200 ºC. Poderá utilizar primeiro apenas a resistência inferior do forno e quando a tarte estiver cozida, ligue a resistência superior para tostar ligeiramente as amêndoas laminadas.

Preparação Tradicional

Colocam-se os ovos, o aroma de baunilha e o açúcar num tacho e mistura-se bem. Vai-se juntando o leite e a maisena aos poucos e continua-se a mexer até estar tudo dissolvido. Liga-se o fogão em lume médio e, sem nunca deixar de mexer o preparado com uma colher de pau, espera-se pacientemente que o creme coza e engrosse. Quando começar a querer borbulhar, desliga-se o fogão e está pronto.

Pincele uma tarteira com manteiga e disponha a massa folhada já desenrolada. Pique o fundo, cá e lá, com um garfo.

Verta o creme inglês por cima da massa folhada, decore com os frutos secos e leve a cozer a massa e a alourar as nozes e a amêndoa durante 20 a 30 minutos em forno pré-aquecido a 200 ºC. Poderá utilizar primeiro apenas a resistência inferior do forno e quando a tarte estiver cozida, ligue a resistência superior para tostar ligeiramente as amêndoas laminadas.

tarte de creme inglês e frutos secos