3 anos de food with a meaning

Este espaço celebra hoje três anos de existência.  Sabendo-se que onde há festa existe vinho, trouxe uma garrafa de espumante para celebrar convosco esta data. Para acompanhar vinho efervescente há paté de anchova e arandos em cama de tosta ou de bolacha semi-doce.

Façam o favor de se servirem!

A verdade é que, sem vós desse lado eu nunca poderia organizar uma verdadeira festa. Este momento de felicidade reparto-o convosco, que tão carinhosamente comentam os estados de espírito culinários desta cozinha, localizada no meio do mar, daí este ano a escolha simbólica de peixe, e não de bolo, como é convencional acontecer nos aniversários.

Este percurso tem-me dado muitas alegrias e incentivado a diversas aprendizagens, quer no campo gastronómico quer em termos de registo fotográfico. Tenho lido muito sobre ambas as áreas e tentado aperfeiçoar, com os meios que disponho, estes meus passatempos, que conseguem pôr mesa para a família e amigos e registá-a em pixels ao mesmo tempo.

Bem hajam todos os que por aqui passam e que enriquecem as postagens com os seus comentários.

Bem hajam todos os que visitam o foodwithameaning em silêncio.

Bem hajam todos as novas amizades criadas por intermédio do blogue.

Bem hajam todas as minhas antigas amizades que reproduzem as minhas receitas, falando comigo pessoalmente ou por mensagem, dizendo-o que o fizeram.

You make my day!

paté de anchova e arandos
paté de anchova e arandos
paté de anchova e arandos

Ingredientes

60 g de filetes de anchova em azeite

2 colheres de sopa de queijo-creme

2 colheres de sopa de manteiga com sal (à temperatura ambiente)

6 azeitonas

recheadas

1 picle de couve-flor pequeno

1/2 dente de alho

1 aro de cebola

1 colher de sobremesa de sumo de limão

1 colher de sobremesa de arandos ( mais um pouco para decorar)

Preparação

Colocam-se todos os ingredientes dentro do copo da varinha mágica e trituram-se muito bem até se formar uma pasta fácil de barrar. Não adicione sal. Poderá juntar um pouco de pimenta preta.

Leva-se ao frigorífico de um dia para o outro.

Retira-se do frigorífico uma hora antes de servir. Acompanha-se com mini-tostas ou bolachinhas de aperitivo.

 

paté de anchova e arandosfiletes de anchova em azeitepaté de anchova e arandos

Integralis…

Assim que as bolachinhas saíram do forno, a minha filha disse de imediato: Hum… bolachinhas de chocolate!. Pois, de facto, parecem, mas, neste caso, nem o chocolate nem a alfarroba estão na composição destas bolachas.

O desafio foi lançado pela Manuela do blogue Cravo e Canela- Uma Cozinha no Brasil. Este mês o tema do passatempo Vamos fazer Bolachas seria dedicado à variante salgada. Não sei porquê mas pensei logo em participar com umas crackers. Ao abrir o armário despenseiro tudo mudou. Vi um pacote de farinha de milho torrado e decidi dar-lhe uso. A princípio nem sabia que quantidade de farinha utilizar e que outros ingredientes juntaria à receita, mas depressa tudo se foi compondo e criei esta versão à qual chamei de Integralis. Adicionei várias sementes, excelente fonte de vitamina E e Omega 3. Ficaram umas bolachinhas para adultos e para serem servidas como entrada acompanhadas de queijo fresco ou de patés variados.  É uma bolacha cujos sabores vão aparecendo à medida que vai sendo apreciada. Destacam-se as diferentes sementes utilizadas e o toque final que em termos de paladar é semelhante ao  do café e provém do milho torrado.

bolachas de millho torrado e sementes

O outono pede fornos acesos e bolachas…

bolachas de milho torrado e semente

Incenso_árvore

 Ingredientes

60 g de farinha de milho torrado

25 g de farinha de trigo integral

25 g de farinha de trigo sem fermento

70 g de maisena

20 g de sementes de sésamo (+ para decorar)

15 g de sementes de papoila

20 g de sementes de girassol (+ para decorar)

100 ml de água

4 colheres de sopa de azeite

1 colher de café de sal

1 colher de chá de açúcar

1 colher de chá rasa de fermento em pó

farinha de milho torrado

Preparação tradicional

Num recipiente colocam-se as farinhas e o fermento  e faz-se um buraco no centro. Vai-se adicionando aos poucos a água e o azeite misturando tudo. Adicionam-se as sementes e continua-se a amassar até todos os ingredientes ficarem bem incorporados.

Estende-se a massa com o rolo até ficar com a espessura desejada e corta-se com o feitio que se desejar. Polvilham-se as bolachas com sementes de sésamo e de girassol.

As bolachas vão a cozer em forno pré-aquecido a 180º C durante 20 a 25 minutos, em tabuleiro forrado com papel vegetal. Retiram-se ainda com a superfície ligeiramente mole e deixam-se arrefecer no tabuleiro.

Preparação na Bimby

Colocam-se todos os ingredientes no copo, com exceção das sementes e marca-se 2 minutos velocidade espiga.

Juntam-se as sementes e marca-se  1 minuto velocidade espiga.

Estende-se a massa com o rolo até ficar com a espessura desejada e corta-se com o feitio que se desejar. Polvilham-se as bolachas com sementes de sésamo e de girassol.

As bolachas vão a cozer em forno pré-aquecido a 180º C durante 20 a 25 minutos, em tabuleiro forrado com papel vegetal. Retiram-se ainda com a superfície ligeiramente mole e deixam-se arrefecer no tabuleiro.

bolachas de milho torrado e sementesbolachas de milho torrado e sementes

Um excelente domingo de outono para todos!

bolachas de milho torrado e sementes

Aviso amarelo e lulas

Ontem estivemos sob aviso amarelo. Ao vento, à chuva e à trovoada veio acrescentar-se o frio. Oito graus marcava o termómetro do carro às seis da tarde. Coisa rara neste clima temperado marítimo. À conta da trovoada foi-se o segundo router deste ano. A oscilação de corrente elétrica da EDA também não ajuda à manutenção dos aparelhos elétricos. Às vezes, penso se a Empresa de Eletricidade dos Açores não terá protocolos com as firmas de electrodomésticos. A Meo que se aguente. Vai ter de voltar a substituir o dito router. A trovoada vai continuar a ser argumento válido. E nós vamos ter de esperar.

Entretanto, já apetece ver toros de madeira a crepitar nas lareiras ou simplesmente pegar no comando do ar condicionado e estabelecer uma temperatura amena pela casa e, de seguida, aninharmo-nos no sofá com uma mantinha e a nossa série favorita. Tudo isto seria perfeito se não existissem outras prioridades, neste caso profissionais. As aulas do décimo e do décimo primeiro ano têm de aparecer preparadas, o interregno entre os primeiros e os segundos testes quase nem existiu e vemo-nos a um mês do natal assim de repente. Foi-se o verão, as belas-donas, o Halloween, o Pão-por-Deus e o São Martinho. Aproxima-se o Thanksgiving, o terceiro aniversário do blogue, segue-se o Natal e as New Year ‘s resolutions. E entra janeiro. E as aloe vera continuarão a contrastar o verde da planta com o laranja avermelhado da sua flor.

E com alerta amarelo os pescadores não vão ao mar. Não há peixe fresco. Abro uma das gavetas da arca e retiro um saco de lulas congeladas. E está decidido. Mesmo com mau tempo continuará a haver mar à mesa.

Lulas grelhadas com molho de azeite e mandarina

lulas grelhadas com molho de azeite e  mandarina

 Ingredientes para as lulas e molho

2 embalagens de lula limpa

2 colheres de sopa de manteiga

3 dentes de alho picados aos pedacinhos muito pequenos

1 colher de café de massa de malagueta

1 mandarina (sumo e raspa)

mistura de cinco pimentas

gengibre fresco a gosto

1 dl de azeite

salsa

sal

lulas grelhadas com molho de azeite e  mandarina

Preparação

1. Deixar que as lulas descongelem completamente mesmo dentro da embalagem. Escorrê-las muito bem. Abri-las no sentido do comprimento.

2. Preparar as brasas ou ligar o grelhador eléctrico.

3. Colocar as lulas e os tentáculos  numa grelha para peixe, apenas temperadas com umas pedrinhas de sal.  Pincelar com o molho abaixo descrito. Reservar um pouco do molho para regar as lulas na travessa.

4. Virar a grelha do outro lado para que a outra face da tira também fique grelhada.  Este é um processo relativamente rápido, já que se a lula ficar demasiado tempo na grelha poderá ficar rija e seca.

5. Preparar um molho com a manteiga, o sumo de mandarina  (2 colheres de sopa), raspa de mandarina (de metade), a massa de malagueta, o alho em pó, o gengibre e uns pozinhos de mistura de cinco pimentas. Levar numa taça ao micro-ondas até começar a ferver. Picar salsa para a taça do molho, mexa e reserve.

6. Dispor as lulas e os tentáculos numa travessa. Verter por cima o restante molho. Regar com o sumo de mandarina sobejante e polvilhar com raspa deste citrino. Finalizar e ou decorar com salsa picada.

lulas grelhadas com molho de azeite e  mandarinalulas grelhadas com molho de azeite e  mandarina

Haja saúde…pargo na grelha

Os dias já vão estando mais frios, pelo menos as manhãs e as noites, no entanto, quer seja outono ou inverno os grelhados na brasa são sempre presença mais do que obrigatória, especialmente aos fins de semana. Como escurece mais cedo, nós temos de ter apenas a preocupação de fazer o lume antes das seis. Neste caso, este grelhado foi feito para o almoço. Assim, tive a oportunidade de fotografá-lo com luz natural.

Este pargo veio diretamente da Peixaria Silveira do mercado municipal e alegrou a nossa mesa, enchendo-a também de saúde.

pargo na grellha

Acompanhámos o peixe com brócolos, batatas cozidas, azeite e curtume caseiro de perrejil.

pargo na grellhapargo na grellha

Ingredientes para o Peixe e respetivo Molho

2 colheres de sopa de manteiga ou margarina vaqueiro

tomilho fresco

sementes de funcho

1 colher de café de paprika

3 dentes de alho esmagados

3 colheres de azeite

pimenta branca

sal

sumo de lima

 

Preparação do molho

Num almofariz esmaga-se o alho, o tomilho fresco e as sementes de funcho. Coloca-se numa tigela com os restantes ingredientes, com exceção do sal e da pimenta branca, e leva-se ao micro-ondas. Deixa-se que ferva por um instante, vigiando para que o molho não respingue, seque nem queime.

Preparação do peixe

Quando a grelha estiver bem quente, seca-se o peixe em papel de cozinha, tempera-se com sal e pimenta e coloca-se na grelha.

Pincela-se com o molho e deixa-se grelhar. Vira-se o peixe e torna-se a pincelar com o molho.

Antes de servir rega-se o peixe com um pouco de sumo de lima (menos de meia lima para dois peixes como o da foto)

pargo na grellha

Um quilo de castanhas no segundo ano e fábula

O nosso castanheiro, de apenas três anos,  presenteou-nos este ano com um bonito quilo de castanhas. O ano passado produziu apenas doze unidades. Como vivemos perto da freguesia da Terra-Chã, habitamos no coração da produção de castanhas desta ilha e, por isso, nós decidimos que  a casa nova teria de ter um castanheiro. Escolhemos uma zona, que agora é de pomar, bem ampla e colocámo-lo na abertura dos desfile das árvore de fruto para que pudesse, em primeira fila, assistir ao crescimento das laranjeiras da baía, das tangerineiras, das mandarineiras, dos araçazeiros e das nespereiras. Uma faia frondosa que se encontra junto a estas árvores esvoaça as folhas dos seus ramos alegremente ao som da música do vento e das conversas entre o castanheiro e os seus súbditos. Muitos coelhos costumam também assistir a estes diálogos, deixando marcas cilíndricas da sua passagem e permanência. Um casal de grilos esconde-se debaixo de um dos ouriços e mantêm-se em silêncio para não serem descobertos.De que falarão todos nestas conversas?

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A apanha das castanhas foi bastante cerimoniosa, tendo direito a reportagem fotográfica e a assistência canina.

Diapositivo6Diapositivo4Diapositivo5 A Laica, a nossa pastor-alemão, o Stitch,um lindo e encorpado rafeirão que nos veio pedir acolhimento, e a Maxine, a nossa Labrador preta, que com a sua doçura e ainda meninice conquista qualquer coração, portaram-se à altura da situação, aproveitando para posar para as fotos. Eu e a minha filha de seis anos tivemos a nossa primeira apanha de castanhas a sério. Para o meu marido, transmontano de quase-gema (digo quase porque ele vive há mais tempo nos Açores do que os que viveu no nordeste português) a apanha da castanha é uma tradição com a qual cresceu. As castanhas da minha infância vinham do Pico, de barco, e dentro de uma saca de  serapilheira. Vinham de castanheiros que os meus avós tinham na zona das Tronqueiras, na ilha do Pico. Nunca assisti à apanha da castanha e só com esta idade é que tive a oportunidade de pisar os ouriços para libertarem as castanhas que se encontram no seu interior. A minha filha delirou com a experiência e divertiu-se a apanhá-las do chão para um saco. Que grandes eram elas. Tão bonitas! Tão robustas!

Começámos desde logo a pensar como as iríamos cozinhar. O meu marido prefere-as assadas na brasa, a minha filha aprecia-as no interior de uma bolacha, e o meu filho só gostaria delas se estas fossem alguma personagem de um do seus jogos de consola.  As castanhas passam-lhe mesmo ao lado.

A minha filha disse logo: -Mãe, tens de fazer uma receita especial para o blogue!

E assim surgiu este gelado de outono para comemorarmos o São Martinho.

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Gelado de Castanha e Maple Syrup (xarope de ácer)

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Ingredientes

230 g de miolo de castanha cozido

1 lata de leite condensado

2 ovos L

200 ml de natas

essência de baunilha (1 colher de café)

maple syrup

Preparação

Cozem-se as castanhas, deixam-se arrefecer um pouco e descascam-se. Pesam-se, trituram-se com duas colheres de sopa de maple syrup e reservam-se.

Batem-se as gemas com o leite condensado. Adiciona-se o puré de castanhas e bate-se tudo muito bem, cerca de 5 minutos.

Numa taça, batem-se as natas até ficarem consistentes. Aromatizam-se com essência de baunilha e juntam-se ao preparado anterior.

Batem-se as claras em castelo. Incorporam-se no gelado sem bater.

Verte-se o preparado para um recipiente com tampa e leva-se ao congelador. Passadas duas horas, retira-se do congelador e mexe-se muito bem para destruir os cristais de gelo. Uma hora depois repete-se a mesma operação.

Retira-se o gelado do congelador cerca de meia hora antes de servir.

Acompanha-se o gelado com maple syrup.

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Gostava apenas de acrescentar que a escolha do xarope de ácer com a castanha revelou-se uma combinação deveres surpreendente. sobressaindo o tão característico sabor da castanha. Este é mesmo um gelado que, modéstia à parte, merecia ser patenteado.

Em modo cookies

Existem diferentes tipos de cookies e inúmeros ingredientes que se podem adicionar à massa da base, tais como especiarias, chocolate, manteiga de amendoim, frutos secos, etc. As cookies são normalmente cozinhadas até estarem crocantes ou até permanecerem ainda moles. Não se deve desviar os olhos do forno, pois estes biscoitos são de cozedura rápida e há o risco de ficarem demasiado secos e até de queimarem.

Apesar de descenderem dos bolos, as cookies abandonaram, em quase todas as formas, a utilização de água e até de leite. Nas cookies, o agente de coesão é o óleo per si ou as gorduras presentes na banha, na manteiga e nas gemas de ovos, o que torna este biscoito mais denso e, logo, com uma consistência mais dura do que a de bolo. Os óleos não evaporam; permanecem na massa e saturam as bolhas dos gases produzidos pelo fermento aquando do seu aquecimento no forno. Esta saturação dá origem à textura crocante presente nas cookies e o seu aspeto interior favado.

 

cookies de chocolate e manteiga de amendoim

Cookies de manteiga de amendoim com pepitas de chocolate

cookies de chocolate e manteiga de amendoim

Ingredientes

2 1/4 chávenas de farinha para bolos

1 colher de sopa de fermento

1 colher de chá de sal

1/2 chávena de manteiga amolecida

1/2 chávena de manteiga de amendoim (sem pedaços)

3/4 chávena de açúcar branco

3/4 chávena de açúcar castanho

1 colher de sopa de extrato de baunilha

2 ovos grandes

200 g de pepitas de chocolate

Preparação

Aquecer o forno a 200 ºC.

Misturar a farinha com o fermento e o sal numa tigela.

Bater a manteiga, os açúcares e o extrato de baunilha até ficar uma mistura cremosa. Acrescentar os ovos, um de cada vez, continuando a bater bem.

Adicionar gradualmente a mistura de farinha.

Juntar as pepitas de chocolate e misturar com uma colher de pau.

Colocar colheradas de massa de forma a ficar com uma aparência redonda.

Espaçar as bolachas com a distância de dois dedos entre elas num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal. Cozo 12 de cada vez.

Cozer entre 9 e 11 minutos até estarem douradas na base e ainda ligeiramente amolecidas no topo.

Deixar arrefecer fora do forno, mas ainda no tabuleiro, durante 2 minutos. Colocar as bolachas numa grelha até arrefecerem completamente.

DICA. Como esta receita rende muito, costumo colocar a massa dentro de película aderente e formar dois ou mais rolos cilíndricos, guardando alguns no congelador para futuras bolachas. Quando pretendo cozer mais bolachas, retiro os rolos do congelador na hora e com uma faca corto fatias, já com a forma cilíndrica. A massa é muito fácil de cortar de imediato. É só dispor as cookies em cima de um tabuleiro forrado com papel vegetal e levar ao forno. Em 15 minutos temos biscoitos quentinhos para o lanche.

E que bem que iam estas bolachinhas agora com um café!

cookies de chocolate e manteiga de amendoimcookies de chocolate e manteiga de amendoim

 

Compota de uva de cheiro com canela e cardamomo

Compota de Uva-de-Cheiro com Canela e Cardamomo

Esta é a uma das compotas tradicionais da nossa família. As outras são de amora e de figo. Todos os anos no fim do verão a cozinha era perfumada pelos aromas a compota. Ia-se às amoras, apanhavam-se as uvas e os figos. Reunia-se o açúcar necessário e o fogo fazia o resto. Hoje continua a ser assim mas com um toque de especiarias, uma homenagem à Rota das Índias.

compota de uva-de-cheiro

Ingredientes

3 kg de uva-de-cheiro sem grainhas

2 kg de açúcar branco

2 paus de canela

4 sementes de cardamomo esmagadas no almofariz

 

compota de uva-de-cheiro

Preparação
1. Lavar as uvas em várias águas até sair o pó ou alguma sujidade. Escorrer muito bem.
2. Cortar cada bago a meio e retirar as grainhas. Reservar.
3. Num tacho largo e alto colocar o açúcar, a uva e os paus de canela.
4. Deixar que levante novamente fervura. Baixar o lume para o mínimo.
5. Ao fim de cerca de hora e meia, juntar o cardamomo.
6. Deixar apurar até fazer ponto de estrada*1
1* atinge-se o ponto de estrada quando ao  passar uma colher de pau no fundo da panela, ou na porção de doce que colocarmos num prato,  se formar uma estrada que não se une de imediato.
7. Retirar os paus de canela.
8. Verter o doce ainda quente para frascos esterilizados. Fechar de imediato e virar os frascos ao contrário para que criem vácuo.
compota de uva-de-cheiro
Dica. Esta compota fica deliciosa com qualquer tipo de pão, mas é magnífica como cobertura de cheesecake.
E com esta receita participo na edição de Novembro de Dia Um…Na Cozinha, subordinada ao tema Compotas.
Logotipo Dia Um... Na Cozinha Novembro 2014
compota de uva-de-cheiro

Um doce fim de semana!