Halloween Witch Hats

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Este é um doce muito criativo que pode ser feito para ser oferecido na noite de Halloween. Consiste em combinar bolacha com ganache de chocolate e com pequenos chocolates Hershey em forma de beijinhos, os famosos kisses, com tirinhas de casca de laranja. Daqui resultam um chapéus de bruxa muito simples mas também muito saborosos.

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Utilizei chocolate de culinária para a ganache (cerca de 100 g) ao qual adicionei uma colher de sobremesa de manteiga e uma colher de sopa de leite para que, depois de derretido, o chocolate pudesse ficar com a consistência de barrar. As bolachas utilizadas foram as tradicionais bolachas Maria. Os kisses Hershey eram de chocolate de leite com recheio de cereja e hortelã-pimenta. Uma verdadeira mistura de After-Eight com Mon Cherri. Descasquei uma laranja e cortei pequenas tiras da casca que se transformaram nas fitas do chapéu de bruxa. Os chapéus poderão ser decorados com fitas feitas com materiais de outras cores.

A fita de laranja é comestível, mas pode ser retirada do chapéu antes de saboreá-lo. Mesmo assim, o sabor do citrino permanece no chocolate conferindo um toque muito fresco.

Depois de prontos, os chapéus deverão ser colocados no frigorífico cerca de 10 minutos antes de serem consumidos.

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Esta é uma ideia muito gira e simples para fazerem com as vossas crianças. No fim, poderá haver chocolate na mesa de trabalho, nas  mãos e na roupa, mas tudo faz parte da festa.

Depois acendem-se umas velas alusivas ao Halloween, colocam-se os chapeuzinhos de bruxa em pratinhos e espera-se pelo toque da campainha da porta.

Trick or Treat!

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O bolo dos 40 da minha cara-metade

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A chegada dos meus 40 em setembro e a do meu marido há dias atrás comemoraram a alegria de se ter atingido a metade, como já afirmei aqui. Nem consigo acreditar que temos mesmo essa idade. O nosso espírito continua jovem e fisicamente estamos bem (para a idade!). Acrescento desde já, o “graças a Deus”, como diria a minha avó,  o “graças aos genes”, como dizem as minhas primas, e “graças ao fator sorte”.

E porque o meu marido, tal como eu, também merece um bolo de aniversário bonito, recorri, mais uma vez, às mãos-de-fada da Paula Doces. Quem domina esta arte faz bolos de se tirar o chapéu. Como estivemos juntas nas comemorações do Dia do Emigrante, e eu e o meu marido tivemos a oportunidade de provar os brigadeiros de maracujá da Paula, decidi, desde logo, que o bolo seria de maracujá. Acrescentei-lhe a ideia do chocolate branco e todos os ingredientes combinaram na perfeição.

E apesar de ele não fazer questão, porque não gosta de protagonismos, a nossa família e os nossos amigos cantaram-lhe os parabéns, numa festa cheia de boa disposição e muitos petiscos.

E já tens quarenta C.

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Cavala no forno em molho que fez sucesso

O peixe está sempre presente na nossa mesa. É mesmo quase que obrigatório que assim seja. Por norma, nós adquirimos o peixe fresco no mercado municipal e o peixe congelado nas grandes superfícies comerciais. Tentamos variar no que diz respeito a tipos e calibres de pescado. A frescura e o preço são sempre duas condicionantes. A cavala, eleita para esta refeição, caracteriza-se por ser um peixe bastante económico mas muito rico em omega 3. Desta vez, eu quis fugir às camas de cebolada, tão tradicionais aqui nos Açores quando se trata de receitas de peixe assado, e, ao invés, criei um molho para cobrir o peixe, no qual este marinou uns minutos e assou lentamente. Nada de refogados. Tudo a cru. As cebolas novas saíram diretamente da horta do marido pouco antes da confeção da cavala e a sua rama acrescentou muito sabor a este prato.

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Ingredientes

2 cavalas médias

1 colher se sopa cheia de manteiga

150 ml de azeite (meia chávena)

4 dentes de alho

1 colher de sobremesa de massa de malagueta

alho em pó

paprika

molho de soja (4 colheres de sopa)

vinagre de vinho branco (3 colheres de sopa)

rama de três cebolas novas

goya adobo (pimenta preta, alho em pó, orégãos, açafrão)

sal

Preparação

Certificar-se que o peixe se encontra sem entranhas e escalado (aberto ao meio em todo o seu comprimento)

Colocar o peixe com a pele para baixo num tabuleiro de ir ao forno. Temperar com sal, alho em pó, paprika e goya adobo.

Cortar a rama da cebola às rodelinhas e dispô-la sobre o peixe.

Numa taça de ir ao micro-ondas, colocar a manteiga, o azeite e os alhos esmagados com o espremedor. Levar ao micro-ondas até começar a ferver.

Misturar neste molho a massa de malagueta, o vinagre e o molho de soja.  Mexer. Verter por cima do peixe.

Levar ao forno pré-aquecido até a cavala estar assada.

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O peixe foi acompanhado com batata doce cozida.
Esta é uma receita simples e de rápida confeção que será também um sucesso nas vossas mesas.

Roupa velha

Roupa Velha

Quando faço cozido à portuguesa ficam sempre sobras de carne e de batata. Por norma, no dia seguinte, opto por dar uma nova roupagem aos ditos restos, ganhando eles assim outra apresentação porque, de facto, se transformam num prato novo, feito de raiz. Aqui nos Açores, a roupa velha não advém apenas das sobras do bacalhau com todos. É comum atribuir-se este nome a este prato que hoje trago, em jeito de reciclagem.
A gestão doméstica agradece iniciativas de poupança deste tipo. E do velho se faz o novo.

Roupa Velha

Ingredientes

sobras de carne de vaca e de porco

sobras de bacon

sobras de chouriço ou linguiça

sobras de batata cozida

1 cebola grande

3 dentes de alho

0vos (usei 8- adequei o nº às sobras)

azeitonas recheadas

salsa

1 folha de louro

pimenta branca

1 colher de chá de massa de malagueta

tomate-uva

azeite q.b.

 

Preparação

Faz-se um refogado com a cebola, o alho e a folha de louro. Adicionam-se as sobras de carne desfiada. Tempera-se com um pouco de sal e pimenta. Juntam-se as azeitonas às rodelas e a batata cortada aos pedaços. Envolve-se com cuidado para não desfazer a batata. Deixa-se que a batata toste um bocadinho.

Em outra frigideira,  com um fio de azeite, verte-se os ovos batidos e temperados com sal, pimenta e massa de malagueta. Mistura-se de vez em quando para se cozinharem os ovos mexidos.

Dispõe-se o preparado da carne com a batata numa assadeira. Por cima, colocam-se os pedacinhos de ovos mexidos.

Aromatiza-se com salsa e hortelã frescas.

Decora-se com tomate-uva.

Serve-se de imediato.
Roupa Velha

Pudim de côco merengado… a minha sobremesa favorita

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Se me perguntassem qual é a minha sobremesa favorita, decerto responderia, de chofre, pudim de côco merengado. Por ser confecionado com componentes que se encontram em todas as despensas, intriga-me o facto de não saber qual deles poderá concorrer para  ingrediente secreto. Desde logo, pensei que poderia ser a minha imediata paixão pelo côco. Depois, calculei que, por ser uma receita presente em todos os meus aniversários desde o primeiro ano de vida ( o pudim está lá na mesa; a foto que sobreviveu comprova-o) remetesse para memórias de sabores. Talvez. De seguida, ponderei a consistência de pudim de ovos, com natas e leite em base de açúcar caramelizado, que contrastava com a leveza do merengue. Por fim, pensei que a fórmula mágica poderia estar na conjugação do doce do pudim, com o subtil toque de côco, atravessado por um paladar a citrino, trazido pelo sumo e raspa do limão. Acho que sim.

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Ingredientes

4 gemas

6 claras

600 ml de leite

2 colheres de sopa de leite

200 ml de natas

2 colheres de sopa de maisena

250 g de açúcar

4 colheres de açúcar para o merengue

1/2 chávena de côco (100 a 120 g)

sumo de meio limão

raspa de 1 limão

caramelo líquido para barrar o pirex (menos de meio frasco)

 

Preparação

Liga-se o forno a 250 ºC com ambas as resistências (superior e inferior)

Batem-se duas claras em castelo. Reservam-se. Coloca-se as quatro claras restantes em outra tigela para serem batidas em castelo depois do pudim estar cozido.

Numa taça grande, batem-se as gemas com o açúcar, juntam-se as natas, o côco e o leite e bate-se muito bem.

Desfaz-se a maisena em duas colheres de sopa de leite. Junta-se ao preparado anterior.

Adiciona-se o sumo e a raspa de limão. Bate-se novamente.

Juntam-se as duas claras batidas em castelo e mexem-se até ficarem incorporadas na massa.

Derrama-se caramelo líquido num pirex retangular (35x22cm) de forma a forrá-lo por completo.

Reduz-se o forno para 200ºC e desliga-se a resistência superior.

Verte-se a massa para cima do caramelo e leva-se a cozer 20 minutos ou até se inserir um palito e este se apresentar limpo.

Enquanto o pudim coze, batem-se as restantes claras em castelo. Adicionam-se as quatro colheres de sopa de açúcar e bate-se muito bem até o merengue formar picos que se seguram.

Coloca-se o merengue dentro de um saco de pasteleiro e decora-se toda a superfície do pudim a gosto (mesmo quente) . Em vez de usar bicos de pasteleiro, poderá cobrir o pudim com uma camada lisa de merengue.

Regressa ao forno, apenas com a resistência superior, só para alourar. Convém ficar a ver pois este é um processo relativamente rápido, evitando assim que o merengue fique muito escuro.

Deixar arrefecer e colocar no frigorífico quatro horas antes de servir.

Nota. Poderá assistir a gotas de caramelo que se formam na superfície do merengue.

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Em jeito de piza havaiana…Em modo fim de semana

As semanas têm passado a correr e eu, embrenhada nos meus afazeres, não tenho dispensado muito tempo ao blogue. Muitas das receitas que tenho partilhado foram confecionadas há duas ou três semanas atrás, como é o caso desta piza. Com a filha mais nova no primeiro ano e o filho mais velho no oitavo, estes têm sido dias de azáfama e de habituação a novos horários escolares. Depois de os ir buscar à escola, coordeno as atividades de conservatório da filha com os compromissos desportivos do filho. Instala-se assim o corre-corre entre o lanche, as aulas de música e de dança criativa e os treinos de basquetebol. No pensamento encontra-se sempre o planeamento do jantar. E, no meio disto tudo, sobram para mim duas horas de almoço, semanais, destinadas à natação. A gestão da casa e a preparação das minhas aulas vão-se distribuindo pelos espaços em branco da semana e pelos serões dentro, numa ginástica quase que epopeica. Ser mãe, esposa e professora é assim.

Sabendo que a receita clássica de piza da Bimby nunca nos deixa ficar mal, e resolve algum jantar menos ponderado, e tendo sempre no frigorífico molho de tomate caseiro, não foi difícil compor a paleta de cores desta tela que se transformou numa quase piza havaiana, não fora a adição de sobras de paio, que, no meu entender, vieram acrescentar sabor e cor.

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Ingredientes

200 gde água

50 g de azeite

1 c. de chá de sal

400 g de farinha tipo 65

1/2 saqueta de fermento

molho de tomate caseiro ou tomate frito de compra

Orégãos

Sal

Queijo mozarela ralado

Camarões pequenos descascados

Cogumelos

ananás

Azeitonas pretas

sobras de paio (não incluído na tradicional piza havaiana)

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Preparação da massa na Bimby

1. Colocar a água, o azeite e o sal e programar 1 min/37ºC/vel 2.

2. De seguida, adicionar a farinha e o fermento e programar 2 min/vel espiga.

3. Retirar e deixar a massa levedar num local morno.

4. Numa superfície polvilhada de farinha estender a massa com um rolo de massa conferindo a forma de retângulo.

5. Colocar papel vegetal no tabuleiro do forno e transferir a massa para o tabuleiro

6. Com um garfo picar a massa e pré-cozinhar a base da pizza até dourar ligeiramente.

 

Preparação do molho de tomate ( a receita encontra-se aqui)

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Preparação do recheio

1. Na massa pré-cozinhada, espalhar o molho de tomate e juntar uma pitada de orégãos e de sal.
2. Juntar um pouco de queijo mozarela, e espalhar  os camarões, os cogumelos e o paio fatiado finamente. Rematar com as rodelas de ananás.
3. Terminar com mais queijo mozarela, com as azeitonas e polvilhar com mais orégãos.
4. Levar ao forno durante cerca de 15 minutos.

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Antes de servir, espalhar em cima da piza algumas folhas de manjericão fresco.