Arroz de ovo e ervilhas… Acompanhamento ou Prato Principal?

arroz de ovo e ervilha

arroz de ovo e ervilha

Um género de arroz chau-chau simplificado é como designo esta receita. Utilizei arroz agulha de bago longo, basmati. Fritei ligeiramente o arroz em azeite,  antes de adicionar a água a ferver e os restantes ingredientes. Resultou num arroz solto, leve e enriquecido pelo ovo e pelas ervilhas. Com hidratos e proteínas, esta é uma receita que poderá passar de apenas acompanhamento a prato principal. 

arroz de ovo e ervilha

Ingredientes

1 chávena de arroz basmati
2 chávenas de água a ferver
50 ml de azeite
1 ovo
meia lata pequena de ervilhas cozidas
um caldo de legumes
sal q.b.

Modo de Preparação

Habituei-me a fazer arroz na frigideira. Utilizo uma que tem uma tampa de vidro.

1. Coloco o azeite na frigideira e deixo aquecer.

2. Encho a chávena de arroz e verto-o para a frigideira. Com a colher de pau envolvo o arroz no azeite e frito-o ligeiramente, evitando que toste.

3. Adiciono a água a ferver e mexo com a colher de pau.

4. Tempero com o caldo de legumes e com sal. Deixo levantar fervura.

5. Coloco um ovo inteiro no fundo da chávena utilizada e, com a ajuda de um garfo, misturo a gema com a clara sem bater, apenas para unificar.

6. Verto em fio o ovo, mexendo sempre com a colher de pau. Começa-se a ver os pedacinhos de ovo a começar a cozinhar.

7. Adiciono as ervilhas já cozidas. Mexo novamente. Deixo cozinhar em lume médio até a água do arroz começar a secar. Quando deixo de ver a água, tapo a frigideira durante 2 minutos e, após esse tempo desligo o fogão.

arroz de ovo e ervilha

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Malassadas e as memórias escondidas em sabores

Aqui nos Açores, as malassadas são um doce típico da ilha de S. Miguel. Este bolo de massa frita é mais confecionado no período que compreende a passagem de ano e o Carnaval.

Lembro-me de uma pastelaria que as vendia, junto à Escola Roberto Ivens. Não sei se a dita pastelaria ainda existe, mas ficou-me na memória o sabor deste doce, com um toque de raspa de limão. Devido ao facto desta pastelaria se  situar perto da universidade, sentia-me sempre tentada a dar mais umas passadas até à rua abaixo e cair na tentação de saborear uma malassada. Eram grandes e muito favadas por dentro, de tão lêveda que estava a massa. Na altura, não existiam preocupações em contar calorias. Comia-se e pronto. Também se andava muito a pé, o que compensava.

Este fim de semana, deparei-me com malassadas à venda no  hipermercado. Sei que não se deve ir às compras de estômago vazio, pois apetece-nos comprar tudo, mas não resisti e comprei duas malassadas. Que deceção. Tinham sido feitas nesse dia mas estavam duras e muito compactas, ou seja, amaçarocadas, como aqui nos Açores se diz. Lembrei-me das malassdas que comia nos tempos da faculdade e resolvi recriar memórias escondidas em sabores. Acho que consegui. Exagerei novamente porque, infelizmente, não consigo comer uma e esperar pelo dia seguinte para saborear outra. Consolei-me, também como se diz por cá.

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Até hoje, nunca me preocupei com a origem do nome, apesar de o achar intrigante. Vejam os significados da palavra malassadas presentes no dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

mal·-as·sa·da
(mal- + assada, feminino de assado)

substantivo feminino

1. [<dominio_ext_aao>Culinária]  Fritura de ovos remexidos. = OMELETA

2. [Portugal: Açores, Madeira]  Bolo arredondado frito, muito fofo, de farinha e ovos, semelhante aos sonhos. (Mais usado no plural.)

3. [Brasil]  Cataplasma de plantas medicinais.

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Esta é a receita que faço, quando sinto saudades das malassadas, e a que dá sempre certo. A receita original não contempla os flocos de batata, mas adiciona 1 colher de banha de porco.
 

Ingredientes

500 g de farinha

100 g de flocos de batata

1 colher e meia de sopa de açúcar

3 ovos

1 cálice de água-ardente

60 g de manteiga

fermento de padeiro (o equivalente a uma carteira de fermipan- 11 g)

380 ml de água

raspa de um limão ou de laranja (utilizei de tangerina – 2 unidades)

1 colher de chá de sal

óleo para fritar

açúcar e canela para polvilhar

Preparação tradicional

Num alguidar, dissolve-se o fermento e o sal em água morna. Vão-se adicionando os restantes ingredientes, começando sempre pelos flocos de batata. Bate-se a massa com as duas mãos, como se essas fossem duas pás, incluindo um ovo de cada vez, até todos os componentes estarem bem incorporados e a massa se mostrar elástica e com tendência a agarrar-se às mãos (com a consistência de um polme grosso).

Seguem-se depois os passos de 4 a 9 marcados abaixo.

Preparação na Bimby

1. Seleciona-se o botão de balança e no copo da Bimby pesa-se 380 g de água. Adiciona-se o sal e a saqueta de fermento.

2. Marca-se 37 graus e 2 Minutos.

3. Adicionam-se primeiro os flocos de batata e depois os restantes ingredientes. Marca-se 3 minutos Vel. 5 e depois 1 minuto Vel. Espiga.

4. Coloca-se a massa  a levedar dentro de um tupperware fechado e envolto num cobertor até que dobre de volume (cerca de 2 horas)

5. Numa mesa, ou na bancada da cozinha, estendo o cobertor  e por cima coloco uma toalha de mesa polvilhada com farinha.

6. Depois da massa ter levedado, unta-se os dedos com óleo, tiram-se bocadinhos da massa aos quais se dá a forma circular com uma espécie de quase buraco no meio.

Dica. Em vez do óleo, prefiro enfarinhar as mãos todas as vezes que vou buscar mais um pouco de massa. Evita que se agarre às mãos e facilita a moldagem da massa e a colocação desta no óleo quente.

7. Fritam-se em óleo bem quente. O tempo de fritura diverge consoante o tamanho da malassada, mas assim que esteja dourada de um lado vira-se para atribuir do outro lado um  dourado semelhante.

8. Colocam-se as malassadas em cima de papel de cozinha  para que a gordura excedente seja absorvida pelo papel. Costumo encostar as malassadas umas às outras, ao alto, evitando que fiquem deitadas. Assim ficam sequinhas.

9. Depois de escorridas, envolvo-as de imediato na mistura de açúcar e canela (utilizo um prato de sopa)

Obs. No caso de ser principiante a fazer esta receita, convém fritar apenas uma malassada, verificar se o seu interior está cozido e depois monitorizar a fritura a partir daí, conferindo mais ou menos tempo a cada face. Isto evita que o interior da malassada fique cru e que o produto final não seja o desejado.

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São servidos? 

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Um género de brisas africanas, mas com farinha de amêndoa

Quando há festa onde as pessoas se reúnem à mesa, gosto sempre de levar um miminho quer seja em casa de família ou de amigos.
Domingo passado,  o meu afilhado completou o seu primeiro ano e, como boa madrinha que sou, ofereci os meus préstimos para confecionar umas sobremesas. Levei queijadas de côco, a minha tarte de chocolate preferida e estes docinhos muito semelhantes às brisas africanas.

Brisas Africanas
africanas

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Ingredientes

220 g de farinha de amêndoa sem pele

6 colheres de sopa de côco ralado

6 colheres de sopa de açúcar em pó

2 colheres de sopa de manteiga amolecida

2 ovos pequenos ou 1 grande

1/2 pacote de mousse de chocolate

1 pitada de sal

chocolate branco granulado

Modo de Preparação

1. Coloquei no copo da Bimby todos os ingredientes com exceção do  chocolate branco granulado e marquei 20 segundos na velocidade 5. Poder-se-á repetir essa operação.

2. Deixei a massa repousar cerca de 30 minutos à temperatura ambiente.

3. Moldei bolinhas e envolvi no chocolate granulado.

4. Coloquei-as em forminhas de papel e guardei-as no frigorífico até uma hora antes de servir.

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Só para quem gosta destes bicharocos…

Quem gosta de camarão, e não é alérgico a marisco, tem a possibilidade de, uma vez por outra, se deliciar com estes bicharocos. Costumamos confecioná-los na maioria das vezes apenas cozidos, mas preferimo-los fritos, previamente marinados em sumo de limão, alho esmagado e bastante sal.

Camarão Frito com Manteiga e Alho

camarão com alho e manteiga_foodwithameaning

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Ingredientes

Camarão 40/60 (3 kg)
1 cabeça de alho
1 limão
2 limas
3 a 4 colheres de sopa de massa de malagueta
manteiga com sal para fritar
um punhado de sal

Modo de Preparação

1. Passe os camarões por água fria, escorra e enxugue muito bem. Com uma tesoura de cozinha, corte-lhes as barbas ou os bigodes, como quiser chamar.

2. Coloque o camarão numa tigela grande de vidro e tempere-o com bastante sal, massa de malagueta e com o sumo do limão.

3. Coloque os dentes de alho descascados num espremedor de alho e adicione o alho espremido ao camarão. Envolva tudo com as mãos. Tape a tigela com película aderente. Coloque no frigorífico a marinar cerca de duas horas antes de usar.

4. Numa frigideira, coloque colheres de manteiga e antes que esta ferva comece a fritar o camarão de ambos os lados. Deixe fritar bem. Quando o camarão começar a ficar com o aspeto do camarão das fotos retire do lume e acondicione numa travessa de servir. Regue com o molho de manteiga que ficou na frigideira, através de um coador metálico. Durante a fritura terá de ir acrescentando mais manteiga, quando vir ser necessário.

5. Antes de servir, regue o camarão frito com sumo de lima.

Obs. Este prato deve ser consumido preferencialmente quente enquanto que o camarão cozido é mais saboroso depois de refrigerado.

camarão com alho e manteiga_foodwithameaning

Queijadas de Côco

Estas queijadas são uma delícia. São mesmo as minhas eleitas. Para além de serem muito fáceis de fazer, como poderão constatar abaixo, são muito saborosas e leves. Difícil é mesmo ficarmo-nos só por uma.

Esta receita rende bastante, por isso, podem optar por utilizar metade das quantidades apresentadas. Utilizo massa folhada no exterior da queijada, mas se preferirem podem substituir por massa quebrada. Fica igualmente muito bom.

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Ingredientes

500 g de açúcar

125 g de manteiga

250 g de côco

6 ovos

2 rolos de massa folhada quadrada

1 gema para pincelar

 

queijadas de côco

Modo de Preparação

1. Mistura-se a manteiga amolecida com os ovos e bate-se bem.

2. Adicionam-se os ovos inteiros e bate-se tudo muito novamente.

3. Untam-se as forminhas de alumínio com manteiga derretida.

4. Abre-se o rolo de massa folhada e passa-se ligeiramente o rolo por toda a superfície para a uniformizar.

5. Utiliza-se uma das formas de alumínio para servir de molde ao corte dos círculos de massa folhada. Poderão também utilizar um copo para o efeito.

6. Depois de cortados, colocam-se os círculos de massa dentro de cada forma.

7. Enche-se cada forminha com o preparado até pouco mais de metade da capacidade desta.

8. Pincelam-se os bordos da massa folhada com gema de ovo.

9. Vão a cozer em forno médio durante 30 minutos ou até o topo estar ligeiramente alourado e com aspeto estaladiço.

Servem-se ainda mornas ou à temperatura ambiente.

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Um passeio na “floresta” e sopa rústica de cogumelos

Tenho a sorte de morar numa zona muito arborizada. Para construírmos a casa, nós tivemos mesmo de desbastar parte das árvores. Existem também matas nos quatro limites do nosso terreno, portanto, os passeios pedestres são um hábito mesmo de inverno.

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Seguimos os trilhos feitos pelo Homem, e por alguns animais, e respiramos o melhor da natureza.  Apesar de conhecermos quase todos  os itinerários, há sempre em todos eles um elemento surpresa. E os diferentes elementos dos nossos passeios davam para outras tantas histórias.E lá vamos os cinco. Sim cinco, porque, para além de nós quatro, levamos sempre o nosso Labrador, que segue à frente, como se fosse um detetor de minas e armadilhas, farejando tudo à passagem e desaparecendo por entre a folhagem.

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A verdade é que, retirando o pormenor de certos cães, mais ou menos ferozes, que, por vezes, encontramos no caminho, o passeio é um excelente retemperador de energias. Os miúdos adoram calcar as folhas de eucalipto e sentir-lhes o cheiro, saltar por cima de ramos caídos, espreitar por entre as árvores e parar para apreciar as flores e os líquenes selvagens. Imaginam tocas de coelhos e casas de duendes nos buracos das árvores e correm felizes à nossa frente.

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Desta vez, parámos para apreciar estes cogumelos que acabaram de servir de inspiração para esta sopa reconfortante.

Sopa Rústica de Cogumelos 

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Ingredientes

1 embalagem de mistura de cogumelos (marca continente)

1 batata doce grande

1 batata branca

1 cenoura pequena

1 cebola

água q.b.

sal

azeite

1 colher de sobremesa de natas por prato

 

Modo de Preparação

1. Num tacho, faz-se um refogado leve com cebola e azeite. Quando esta estiver translúcida, adiciona-se 2/3 do conteúdo da embalagem de cogumelos. O restante será para adicionar após o creme estar pronto. Mexe-se com uma colher de pau.

2. Junta-se a cenoura picada, a batata-doce e a batata branca aos pedaços e cobre-se tudo com água.

3. Tempera-se com sal e deixa-se cozinhar com o tacho tapado.

4. Quando cozinhado, tritura-se com a varinha-mágica. Se constatarmos que o creme está muito espesso, acrescenta-se mais um pouco de água e deixa-se levantar fervura antes de se adicionar os cogumelos reservados.

5. Coze mais 10 minutos.

6. Na momento de servir, coloca-se em cada prato de sopa uma colher de sobremesa de natas.

Obs. Esta é uma sopa que deve ser servida bem quentinha.

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Rebuçados de tangerina… e o Tacto

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O aroma que emanava da raspa da tangerina fazia antever que o Olfacto seria o eleito. A adição de vinagre no tacho propagava pela cozinha um odor forte. Novamente o Olfacto prevalecia. Tão erradamente. Enquanto o açúcar se esforçava por atingir o ponto de rebuçado, o líquido borbulhante emitia calor para a mão direita da cozinheira que, com a ajuda da colher de pau, ocasionalmente mexia os ingredientes. Estava frio lá fora. Talvez o dia mais frio deste ano. Oito graus centígrados. Uma realidade quase improvável neste clima atlântico temperado. Era, sem dúvida, o dia mais acertado para a cozinheira fazer os rebuçados caseiros. Os pés desta permaneciam enregelados junto ao fogão, mas as mãos, essas, anteviam momentos quentes. Imperava a premonição  do Tacto. De seguida, veio a bolha morta e a necessidade de  colocar umas gotas do preparado numa taça com água e apertá-las com o polegar e o indicador para constatar a união dos ingredientes. O princípio do Tacto. Ao cair na água, o tinir do aspirante a rebuçado  foi a palavra mágica. A cozinheira untava agora com óleo a superfície de um prato e fazia escorrer outras tantas gotas generosas por entre os dedos das mãos. O óleo facilitaria o molde e protegeria as mãos do calor escaldante. O rebuçado era agora levantado sabiamente do prato. E dançava entre as duas mãos que o esticavam, que o enlaçavam e deslaçavam, que o atiravam ao ar para sentirem o fresco momentâneo da sua não-presença. De volta às mãos hábeis, o rebuçado era novamente puxado e mais uma vez torcido até ganhar a cor e a identidade desejadas. E as mãos sentiam. E as mãos criavam. Sempre as mãos. Sempre o Tacto.

rebuçados de tangerina_foodwithameaning

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Com este texto e receita participo no Passatempo 5 Sentidos com a Alecrim aos Molhos do blogue Limited Edition.

rebuçados de tangerina_foodwithameaning

Ingredientes 

250 g de açúcar

1 dedo acima do açúcar de água

2 colheres de sopa de vinagre branco

raspa ou casca de 1 tangerina pequena

manteiga ou óleo para untar o prato

Modo de Preparação

1. Coloca-se o açúcar num tacho, nivelando-o. Vai-se acrescentando água até um dedo acima do açúcar. Adiciona-se o vinagre e a casca da tangerina e mexe-se com uma colher de pau.

2. Leva-se a lume médio até estar a ferver de uma forma lenta e a fazer a chamada “bolha morta”, que rebenta lentamente. Não se assustem com o cheiro intenso a vinagre. Não passará para o rebuçado.

3. Enche-se com um dedo de água uma taça pequena. Retira-se um pouco do preparado e coloca-se na taça. Aperta-se com o polegar e o indicador para certificar que o preparado se está a unir, levanta-se ao ar e deixa-se cair novamente na água. Se se ouvir um tinido forte está pronto a apagar o lume. Outra forma é na própria tampa da panela colocar um pouco do preparado e verificar se ao puxar já faz fios de seda.

4. Unta-se um prato raso com manteiga ou óleo (certifiquem-se que o prato irá aguentar o calor). Retira-se as cascas de tangerina. Se preferirem utilizar a raspa, como eu fiz, só agora se adiciona ao rebuçado. Depois de estar nos pratos, o rebuçado deve arrefecer até ficar mais consistente. Unta-se uma faca em óleo e vai-se tentando mexer o rebuçado para arrefecer, sempre dos bordos para o centro, tentando aglomerar o preparado no meio do prato.

5. Unta-se as mãos com óleo e tenta-se retirar o rebuçado do prato e esticá-lo com as mãos. Convém fazer este passo com outra pessoa, também com as mãos untadas, para se irem revezando no esticar, pois o rebuçado ainda está quente e queima ligeiramente.

6. O rebuçado deve ser puxado com alguma insistência até ficar com a cor e a espessura desejadas. Poderão ser lisos ou torcidos.

7.  O rebuçado deve ser cortado de imediato antes que arrefeça totalmente. Utiliza-se a tesoura de cozinha.

8. Os rebuçados são embrulhados em papel vegetal ou em papel celofane cortado a gosto.

Quem serão os corajosos a reproduzir a receita?
Lembrem-se que se o rebuçado não acertar à primeira ou à segunda vez podem sempre tentar à terceira pois os ingredientes são pouco dispendiosos.
Adoro receitas que dão luta! Garanto-vos que esta é uma delas!
Conselho: Escolham um dia frio!
E Boa Sorte!
Patrícia