2 anos… Happy Birthday Foodwithameaning

Pavlova de chocolate de menta e pistácios

Faz exatamente hoje dois anos que iniciei esta aventura a solo. O gosto pelos cozinhados não é todavia novo. Começou a ser ampliado com a criação e colaboração no Receitas ao Desafio, espaço compartilhado por várias cozinheiras locais, e onde tenho imenso prazer de periodicamente continuar a publicar as minhas receitas. Este espaço coletivo despoletou em mim a necessidade de criar outro blogue, desta vez mais pessoal e intimista, o foodwithameaning.

Neste meu cantinho da blogosfera, destaco o significado que as receitas têm para mim. São assim sinónimo de momentos especiais vivenciados com a família e com os amigos. Estas falam também dos locais que visito, de pessoas com quem interajo e que transformam a convivência em algo significativo. Trazem, também, estórias com personagens, tempos e espaços diversos, muitas vezes associadas a passatempos ou desafios culinários criados por outros blogues. Envolvem-se, algumas vezes, em livros ou na sétima arte, outros hobbies para além deste dos cozinhados. Revelam-se pelas palavras e pelas fotografias, sendo estas últimas sempre uma tentativa de superar as anteriores, apesar do tempo para as reportagem fotográfica ser bastante condicionado pelas prioridades familiares e profissionais e pela câmara que atualmente possuo.

O foodwithameaning é, assim, apenas um hobby contextualizado em blogue. Pretende ser uma arquivo das reações alquímicas que acontecem nesse local mágico que é a cozinha e um espaço de partilha de aromas e sabores dinamizado pelo gosto de querer aprender, inovar e registar.

O foodwithameaning existe para o mundo mas é também o papel químico das minhas vivências e um legado para os meus filhos.

Celebremos então este segundo ano de existência com esta pavlola deliciosa.

Pavlova de Chocolate de Menta e Pistácios

Pavlova de chocolate de menta e pistácios

Ingredientes para o merengue

6 claras

350 g de açúcar confeiteiro

1 pitada de sal

1 colher de sopa de amido de milho

1 colher de sopa de vinagre de vinho branco

papel vegetal

Ingredientes para o creme

200 ml de natas

4 colheres de açúcar confeiteiro

1 colher de chá de extrato de baunilha

Ingredientes para a cobertura

10 a 15 chocolates After-Eight

meia chávena de pistácios sem casa

pistácios e chocolates after-eight

hortelã

Modo de Preparação

1. Bater as claras com uma pitada de sal durante um minuto.

2. Adicionar  o açúcar e continuar a bater com a batedeira até engrossar.

3. Juntar o amido de milho e o vinagre. Bater novamente durante mais um minuto.

4. Colocar papel vegetal num tabuleiro. Verter para o centro do tabuleiro o merengue e alisar de modo a não ficar um alto no meio.

5. Pré-aquecer o forno a 150ºC e levar ao forno durante 10 minutos a 130ºC e depois mais 65 minutos a 100ºC. Nunca abrir o forno durante este tempo.

6. Deixar que a pavlova arrefeça dentro do forno.

7. Depois de fria, dispor os chocolates à volta do centro da pavlova.
8. Bater as natas, que deverão estar frescas, até estarem aguentadas. Adicionar as 4 colheres de sopa de açúcar confeiteiro e a essência de baunilha e continuar a bater até o creme estar homogéneo.
9. Com ou sem recurso a um saco de pasteleiro, colocar as natas em cima dos chocolates, deixando as pontas destes visíveis. Decorar com pistácios triturados.
10. Levar a pavlova ao frigorífico até à hora de servir.
PAVLOVA DE CHOCOLATE DE MENTA E PISTACIOS
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Palmiers salgados em jeito de entrada

Sábado passado houve aniversário na família e, consequentemente, festa. Éramos dezoito à mesa. Reuniu-se a família mais chegada, novos e velhos, menos novos e menos velhos e dois bebés lindos que foram, sem dúvida, o centro de todas as atenções. Ofereci-me para levar as entradas. Levei um pão alentejano recheado com queijos e enchidos e estes palmiers salgados, muito fáceis de fazer e versáteis no que toca ao recheio.

palmiers salgados

Ingredientes para 23 palmiers

1 base de massa folhada retangular

mostarda

ketchup

orégãos secos

1 gema de ovo

Modo de Preparação

1.Retirar a massa do frigorífico pouco antes de a utilizar. Não a devemos deixar amolecer.

2. Não retirar a massa do papel vegetal. Desenrolar apenas, dispondo o retângulo de massa à nossa frente.

3. Numa tigela, misturar mostarda com ketchup. Primeiro colocar o ketchup e depois acertar o sabor com mostarda a gosto.

4. Pincelar a massa com este molho. Polvilhá-la com orégãos secos.

5. Cortar tiras  de massa com a largura de um dedo.

6. Enrolar cada tira dos extremos para o centro da massa, formando-se assim os caracóis dos palmiers.

7. Pincelar os palmiers com gema de ovo.

8. Levar ao forno, em tabuleiro forrado com papel vegetal, até os palmiers estarem tostados. (cerca de 15 minutos se o forno estiver previamente aquecido.

palmiers salgados

Conserva de ovos de codorniz

ovos de codorniz

ovos de codorniz

Ingredientes

ovos de coderniz

vinagre de vinho branco

massa de malagueta

1 folha de louro (facultativo)

grãos de pimenta preta

alho

Preparação da Conserva

1. Cozem-se os ovos e deixam-se arrefecer na totalidade.

2. Descascam-se (esta fase é a mais demorada e difícil, pois os ovos custam a largar a casca)

3. Num frasco esterilizado, colocam-se alhos descascados e cortados às rodelas, a preencherem o fundo do frasco, massa de malagueta a gosto (coloquei duas colheres de sopa), o louro e a pimenta.

4. Inserem-se os ovos no frasco e cobrem-se com vinagre de vinho branco. Fecha-se o frasco e guarda-se ao abrigo da claridade durante no mínimo uma semana.

Estão prontos a serem consumidos.

Cá nos Açores são um petisco.

ovos de codornizovos de codorniz

Brownies e a vontade de chocolate

brownies

Quem gosta de chocolate entende o ímpeto repentino para o seu consumo. Chego a pensar  que consumi-lo nem é dos vícios mais devastadores, mas como qualquer dependência é sempre difícil controlar os impulsos que levam à compra de um único chocolate ou de uma caixa repleta de bombons. Quantas e quantas vezes, no regresso a casa do supermercado, vou mordiscando o meu chocolate preferido enquanto conduzo. Os “entendidos” na matéria justificam o desejo por chocolate através de diferentes razões: alterações hormonais; carências emocionais; necessidade de certas substâncias no organismo constantes da composição do chocolate. Chegam a sugerir a substituição do chocolate pela alfarroba. Esta tem a aparência e o gosto do chocolate, mas é mais nutritiva e não contém lactose, glúten e açúcar. Por ser naturalmente doce, a alfarroba dispensa o uso de açúcar na fabricação e no consumo dos produtos, sem falar que também não possui cafeína.  Os especialistas chegam ainda a aconselhar a prática de exercício físico, pois afirmam que diminui a vontade de comer chocolate.

Na minha opinião, quando apetece um chocolate, apetece um chocolate e pronto. Para quê enganar o organismo com alfarroba? Devemos é preferir o chocolate negro pois, para além de ser mais saudável, sacia com menor quantidade do que o chocolate de leite ou o branco.

Hoje, aconteceu mais uma vez essa necessidade inesperada por chocolate. Não fui ao supermercado mas sim para a cozinhar e tratei da questão de forma bem simples: através destes brownies repletos de chocolate no seu interior e exterior. Adicionei-lhes alguns frutos secos e deliciei-me.

brownies

“O chocolate é um alimento feito com base na amêndoa fermentada e torrada do cacau. A sua origem remonta às civilizações pré-colombianas da América Central. A partir dos Descobrimentos, foi levado para a Europa, onde se popularizou, especialmente a partir dos séculos XVII e XVIII. Contudo, em função das necessidades climáticas para o cultivo do cacau, não é possível o seu plantio na Europa e por isso as colónias americanas de clima tropical húmido continuaram a fornecer a matéria-prima. Atualmente os maiores produtores estão na África Ocidental.
O chocolate tal como é consumido hoje é resultado de sucessivos aprimoramentos realizados desde o início da colonização da América. O produto era consumido pelos nativos na forma duma bebida quente e amarga, de uso exclusivo da nobreza. Os europeus passaram a adoçar e a misturar especiarias para adequá-lo ao seu gosto. Com o desenvolvimento dos processos industriais e técnicas culinárias, surgiu o chocolate com leite e depois na forma de um sólido. Atualmente, é encontrado em diferentes formas que vão desde o sólido, como o chocolate em pó, as barras, os ovos e os bombons, e líquido, como achocolatado ou chocolate quente. Além de ser consumido puro, é também ingrediente de um grande número de alimentos como bolos (tortas, biscoitos, etc.), mousses, sorvetes e outros doces.
Paralelamente, o chocolate passou a ser associado a determinadas festividades, como por exemplo a Páscoa. Além disso, com as descobertas científicas, foram conhecidas algumas propriedades que o relaciona, especialmente na versão amarga, à saúde humana.”
fonte

brownies
Ingredientes para os brownies

200 g chocolate amargo cortado aos pedaços

2 chávenas de farinha

1 colher de chá de fermento Royal

3 ovos grandes

1 colher de chá de aroma de baunilha

200 g de manteiga

1 chávena e meia de açúcar mascavado claro

1 chávena de nozes e amêndoas (para o interior e exterior)

manteiga para untar o tabuleiro
Preparação dos brownies

1. Pré-aquecer o forno a 200 ºC.

2. Untar um tabuleiro com manteiga e enfarinhá-lo de seguida ou revesti-lo com papel vegetal-

3. Derreter a manteiga com o chocolate em banho-maria. Deixar arrefecer.

4. Numa tigela, misturar a farinha com o fermento. Reservar.

5. Noutra tigela, bater os ovos inteiros até se obter uma mistura cremosa (cerca de 5 minutos).

6. Adicionar gradualmente o açúcar, continuando a bater até ficar com a consistência de mousse (cerca de 3 minutos)

7. Adicionar gradualmente a mistura de chocolate e a mistura de farinha com fermento. Por fim, envolva os frutos secos.

8. Colocar o preparado na forma e cozinhar cerca de 40 minutos. Deixar arrefecer na forma antes de partir em quadrados.

Apesar de tradicionalmente os brownies não receberem cobertura resolvi fazer uma ganache de chocolate. Decorei com alguns frutos secos reservados.

Ingredientes para a cobertura (ganache de chocolate)

1 tablete de chocolate de culinária

natas q.b.

Preparação da ganache

Derreti o chocolate em banho-maria e fui adicionando natas até obter a consistência de cobertura desejada.

Se quiserem consultar muitas e muitas receitas de chocolate poderão passar no Blog do Chocolate. Aí encontrarão delícias atrás de delícias confecionadas pela Isabel.

Congro grelhado e batatas na prata…e a falta de luz

Fotografar com luz artificial tem sido um problema. Habituei-me a fotografar os pratos à luz do dia e vejo os dias a escurecer tão cedo. Por isso, o que confeciono para o jantar ou é fotografado com luz elétrica ou aguarda pelo dia seguinte, o que por vezes não é conveniente por retirar qualidades ao produto a ser fotografado. Do mesmo se têm lamentado ultimamente muitas food bloggers. Os dias são mais curtos e têm menos luz. Cada vez sinto mais nostalgia quando penso no verão, repleto de dias longos e luminosos. Porém, como as temperaturas ainda continuam amenas, os vinte graus centígrados fizeram com que os grelhados no exterior ainda acontecessem.
Desta vez, e seguindo o conselho do pescador que nos vendeu o peixe, decidimos grelhar o congro, apesar de, por cá nos Açores, este peixe ser essencialmente confecionado em caldeirada ou em alcatras.

congro grelhado com batatas na prata

Acompanhámos o peixe grelhado com batata doce e branca cozinhadas diretamente na brasa e envolvidas em papel de alumínio.
congro grelhado com batatas na prata

Ainda para acompanhar o peixe, fizemos uma salada de pimentos vermelhos grelhados à qual adicionámos cebola, repolho roxo e ervas aromáticas.

congro grelhado com batatas na prata

Por norma, nós nunca temperamos o peixe antes deste ir para a grelha, mas, desta vez, fizemos uma marinada para o congro.

Vamos então às receitas destas coisas boas!

Ingredientes para a marinada 

postas de congro abertas e sem espinhas (cerca de 1kg)

sumo de e raspa de meio limão

3 dentes de alho esmagados

tomilho fresco

1 colher de café de cominhos

pimenta branca

um copo de água

sal

Preparação da Marinada

Passa-se o peixe por água e coloca-se numa taça de vidro com tampa. Tempera-se com sal e adicionam-se os restantes ingredientes acima enumerados. Envolve-se o peixe nos temperos e guarda-se de um dia para o outro no frigorífico.

Ingredientes para o Molho para o Peixe

2 colheres de sopa de manteiga ou margarina vaqueiro

tomilho fresco

2 dentes de alho esmagados

2 colheres de azeite

1 colher de sopa de molho de soja

Preparação do molho

Levam-se todos os ingredientes numa tigela ao micro-ondas e deixa-se que ferva, vigiando para que o molho não seque nem queime.

Preparação do peixe

Quando a grelha estiver bem quente, seca-se o peixe em papel de cozinha e coloca-se com a pele virada para baixo.

Pincela-se com o molho e deixa-se grelhar. Vira-se o peixe e torna-se a pincelar com o molho.

Ingredientes para o acompanhamento de batata

batatas doces

batatas brancas

mistura de ervas aromáticas (utilizo da Margão)

sal

Preparação das batatas

Lavam-se as batatas, mas não se descascam.

Temperam-se em sal grosso e embrulham-se em papel de alumínio. Colocam-se em cima das brasas e vão-se virando até estarem ligeiramente moles ao toque.

As batatas doces foram assadas com um corte ao longo do seu comprimento.

As brancas foram assadas inteiras. A meio da cozedura, foi-lhes dado “um murr0”

Antes de servir as batatas, polvilhámo-las com mistura de ervas aromáticas.

Ingredientes para a salada de pimentos e couve roxa

2 pimentos grandes

meia couve-roxa pequena

1 cebola

ervas aromáticas

azeite

sal

Preparação da salada

Assam-se os pimentos na grelha.

Colocam-se dentro de um saco de plástico para “transpirarem”.

Raspa-se a pele aos pimentos e cortam-se às tirinhas.

Lamina-se a couve roxa e a cebola finamente.

Misturam-se os ingredientes e temperam-se com azeite, sal e ervas aromáticas.

&

Abaixo deixo dois links de caldeirada, caso queiram experimentar este peixe nesta versão.

caldeirada de congro com miolo de camarão (receita publicada pela PMT no Receitas ao Desafio)

caldeirada de peixe (receita publicada por mim no Receitas ao Desafio)

Uma excelente semana!

Das coisas que valorizo

A idade e os acontecimentos tristes de que vou tendo conhecimento têm-me levado a refletir sobre a vida e a sua efemeridade. A vida é esse momento estranho entre o dia do nosso nascimento e o dia da nossa morte, li algures. Como torná-la significativa, como aproveitá-la na sua complexidade  e nos seus imprevistos é quase uma ciência não exata. Com o andar dos anos aprendemos a valorizar a família, os amigos verdadeiros (dos que nos magoam aprendemos a distanciarmo-nos) e, acima de tudo, tentamos realizarmo-nos fazendo a diferença na nossa vida e quando podemos na dos outros. Acredito que sendo professora acrescento todos os dias algo aos meus alunos, mas recebo a dobrar em todos os aspectos, especialmente quando o fruto do nosso esforço se reflete em notas boas e em elogios. O reforço positivo é tão fundamental no timing certo como a repreensão.

E de pequenos grandes momentos é composta a vida. Ontem, a hora do conto da secção infantojuvenil da Biblioteca de Angra do Heroísmo recebeu um convidado muito especial, o escritor José Luís Peixoto que despretensiosamente se sentou junto de muitos miúdos e pais atentos e lhes contou uma história. Como sou fã incondicional da sua escrita, e a minha filha já se iniciou na sua leitura, com A Mãe Que Chovia, ouvimos deliciadas o escritor em discurso direto. A interação com as crianças presentes excedeu todas as expetativas e foi delicioso escutar José Luís Peixoto a incluir as sugestões das crianças para construir e complementar a história que contava. Foi muito interessante o facto de ter aproveitado as tatuagens e os piercings que transporta para construir a história. O homem “com pregos nas orelhas“, como diz a minha filhota de cinco anos contou e encantou. Foram  duas horas muito significativas para miúdos e graúdos. Seguiu-se uma sessão de autógrafos e foi maravilhoso assistir à interação do escritor com os leitores de palmo e meio (muitos ainda apenas interpretadores de imagens). Uma criança que estava à minha frente perguntou ao escritor: Quando escreve não fica cansado? Ele respondeu: Fico muitoE o que faz então?, perguntou a criança. Ele respondeu: Tenho de descansar. Muitas vezes viajo para outros sítios. Outras vezes durmo e deixo que o corpo descanse e os sonhos pensem por mim.

Quando tive oportunidade de falar com o escritor, trocámos impressões sobre as nossas vidas (ele é uma pessoa que quer saber, que se importa com o outro). Em diálogo franco falei-lhe dos livros que tinha lido e dos meus favoritos e dos aspetos da sua narrativa de que tinham mais gostado. Foi um genuíno intercâmbio de ideias e senti que não há maior prazer para um escritor do que o ser lido e compreendido. Disse-me que apesar de já ter sido professor, também de inglês, como eu, quando lhe deram a oportunidade de ser escritor a tempo inteiro agarrou este sonho com as duas mãos. Acrescentou: A profissão de professor é das tarefas mais difíceis. 

Antes de me autografar Abraço, pegou no livro e disse: Este livro está mais leve do que antes. Os livros depois de serem lidos ficam mais leves, como se deles saísse o peso que carregam.

 José Luís PeixotoJosé Luís Peixoto

E eu, se pudesse tinha ficado ali na conversa até não haver mais nada para dizermos um ao outro, como se isso fosse possível.

A antecipação da certeza…e José Luís Peixoto

É hoje. É daqui a pouco. O dia começou com contagem decrescente. A hora aproxima-se e sente-se por aqui um misto de ansiedade e de vontade de agarrar a oportunidade, de beber todas as palavras que o escritor proferirá, preciosas como as pérolas porque sempre sentidas. José Luís Peixoto, um dos meus escritores portugueses de eleição, está aqui na ilha, e na minha cidade, a promover dois dos seus livros: o livro infantil A Mãe Que Chovia, cuja apresentação decorrerá às 16.30 na secção infantojuvenil da Biblioteca de Angra do Heroísmo e Dentro do Segredo, às 21.00, no Clube de Oficiais da Base das Lajes.

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Livros de José Luís Peixoto

Já reuni os livros que tenho do autor e espero que ele mos autografe. Vai ser uma honra poder conhecê-lo.