Bruschettas de ovo, tomate e alcaparras

A bruschetta caracteriza-se por ser um tipo de sandes aberta que recebe toppings variados. É normalmente confecionada com fatias de pão escuro, apresentando uma códea rústica dura. O pão deve ser cortado em fatias baixas, tostado na grelha, barrado com alho fresco e azeite e temperado com uns pozinhos de sal e pimenta. A cobertura da fatia pode conter desde os ingredientes mais básicos aos mais sofisticados, mas confere sempre destaque a produtos frescos, de época.

O Foodwithameaning aceitou novamente o desafio de “Dia Um… Na Cozinha” e trouxe a esta 28ª edição deliciosas bruschettas de ovo, tomate e alcaparras, com um leve toque de chili e erva-doce.

Deliciem-se, então, com a minha proposta!

bruschettas de ovo, tomate e alcaparrasbruschettas de ovo, tomate e alcaparras

Logotipo Dia Um... Na Cozinha - Setembro 2015

Ingredientes

6 ovos
6 tomates médios bem maduros
1 cebola pequena ou 1/2 média
2 dentes de alho
1/2 malagueta pequena
alcaparras ( 2 colheres de sopa)
sal q.b.
azeite q.b.
salsa picada
moinho de pimentas
1 colher de café rasa de erva-doce moída
1 dente de alho para o pão

1. Retirei a pele aos tomates e à malagueta e triturei-os ligeiramente com a varinha mágica.
2. Fiz um refogado em azeite com a cebola e alho.
3. Adicionei o tomate e a malagueta, temperei e deixei cozinhar até secar quase completamente os sucos.
4. À parte, bati com um fouet os ovos. Temperei-os com sal, pimenta e erva doce. Adicionei-os ao preparado anterior. Misturei tudo. Fui mexendo até os ovos se encontrarem cozinhados.
5. Adicionei as alcaparras. Envolvi.
6. Coloquei o preparado numa travessa e polvilhei com salsa.Reservei.
7. Cortei o pão às fatias e levei ao forno, torrando-o de ambos os lados.Para ser mais rápido, poderá utilizar a torradeira.
8. Esfreguei o alho em cada fatia e pincelei com azeite.
9. Coloquei as fatias de pão numa travessa e preenchi-as com o preparado de ovos. Servi de imediato.

6 ovos 6 tomates médios bem maduros 1 cebola pequena ou 1/2 média 2 dentes de alho 1/2 malagueta pequena alcaparras ( 2 colheres de sopa) sal q.b. azeite q.b. salsa picada moinho de pimentas 1 colher de café rasa de erva-doce moída 1 dente de alho para o pão 1. Retirei a pele aos tomates e à malagueta e triturei-os ligeiramente com a varinha mágica. 2. Fiz um refogado em azeite com a cebola e alho. 3. Adicionei o tomate e a malagueta, temperei e deixei cozinhar até secar quase completamente os sucos. 4. À parte, bati com um fouet os ovos. Temperei-os com sal, pimenta e erva doce. Adicionei-os ao preparado anterior. Misturei tudo. Fui mexendo até os ovos se encontrarem cozinhados. 5. Adicionei as alcaparras. Envolvi. 6. Coloquei o preparado numa travessa e polvilhei com salsa.Reservei. 7. Cortei o pão às fatias e levei ao forno, torrando-o de ambos os lados.Para ser mais rápido, poderá utilizar a torradeira. 8. Esfreguei o alho em cada fatia e pincelei com azeite. 9. Coloquei as fatias de pão numa travessa e preenchi-as com o preparado de ovos. Servi de imediatobruschettas de ovo, tomate e alcaparras

Mousse de mirtilo açoriano

Quando se aproxima o final de agosto, penso em uva-da-serra, o mirtilo endémico açoriano. Com esta fruta já confecionei algumas receitas, que tenho vindo a publicar no blogue. Desta vez, experimentei utilizá-lo para fazer esta mousse. A cor vibrante da sobremesa ganhou destaque quando conjugada com estas taças brancas que adquiri nas promoções DeBorla. Ficou um mimo, não acham?

mousse de mirtilo açoriano_foodwithameaningmousse de mirtilo açoriano_foodwithameaning

Ingredientes para 8 doses

300 g de uva-da-serra (mirtilo açoriano)

200g de açúcar em pó

2 colheres de sopa de sumo de lima

2 claras

Acessórios

Borboleta

Preparação na Bimby

1. Pulverizar o açúcar iniciando na vel 5 até à 9.

2. Adicionar as cerejas congeladas e triturar 30seg. na vel. 5.

3. Sem retirar o preparado do copo, colocar a borboleta e bater as claras  com o sumo de lima  durante 3 minutos na velocidade 3 1/2, até que obtenha uma espuma tipo merengue.

Servir de imediato ou guardar no congelador de um dia para o outro e servir na versão gelado.

 

Preparação Tradicional

1. Colocar o açúcar em pó e a fruta congelada num copo misturador. Triturar muito bem até obter um género de papa homogénea.

2. Colocar este preparado numa tigela, adicionar duas claras e o sumo de lima e bater com a batedeira elétrica até que as claras se transformem em merengue.

Servir de imediato ou guardar no congelador de um dia para o outro e servir na versão gelado.

mousse de mirtilo açoriano_foodwithameaningmousse de mirtilo açoriano_foodwithameaning

Entrada regional à moda da ilha do Pico

No sábado passado, fomos convidados para almoçar em casa de amigos. Decidi levar uma entrada totalmente elaborada com produtos made in Ilha do Pico, que tinha trazido de férias. Conjuguei o bolo de milho com a linguiça caseira e o queijo típico da ilha. Com recurso a uma forma de bolachas, recortei o bolo em pequenas flores, sobre o qual dispus rodelas de linguiça, fritas na frigideira sem recurso a gordura, e terminei com nuvens de queijo, a fazer lembrar as nebulosidade que muitas vezes envolve a  montanha mais alta e majestosa de Portugal.

entrada regional_foodwithameaningentrada regional_foodwithameaning

Canapé Regional

Ingredientes

1 bolo de milho
fatias de queijo do Pico (marca Alfredo)
rodelas de linguiça caseira (família Garcia)

*
palitos
cortador de bolachas

Preparação

1. Cortar a linguiça em rodelas e levar a fritar de ambos os lados numa frigideira. Deixar arrefecer ligeiramente.
2. Com um cortador de bolachas em forma de flor, cortar o bolo de milho.Reservar.
3. Cortar fatias de queijo, retirar a casca e com recurso ao mesmo cortador fazer nuvens de queijo.
4. Dispor em cima das flores de bolo de milho, a rodela de linguiça. Terminar com o queijo e prender todos os ingredientes com um palito.

entrada regional_foodwithameaning

 

Os nossos amigos elogiaram a simbiose de ingredientes, e o que era para ser almoço estendeu-se languidamente pela tarde entre muita conversa, fotografias de férias e gargalhadas.
entrada regional_foodwithameaning

entrada regional_foodwithameaningentrada regional_foodwithameaningentrada regional_foodwithameaning

8 da manhã. Café e torta de amora

Acordei. Levantei-me. Dirigi-me até à máquina de café, quase de olhos fechados. Liguei-a. Escolhi a cápsula e deixei que o café escorresse lentamente para a chávena, difundindo pela cozinha um lento despertar. Pensei que estava em agosto e que possivelmente já houvessem amoras nas silvas. Pensei também que em breve iria apanhar uva-da-serra. Abri o frigorífico e retirei um frasco de compota de uva-da-serra para barrar na torrada. Enganei-me. Era efetivamente doce de amora. Devia rotular as compotas, mas nem sempre o faço. Confio na memória e limito-me a decifrar pelo exterior do frasco o conteúdo. Desta vez a estratégia não deu certo. Não fazia mal. Estamos no tempo das amoras. Iria apanhá-las para guardar este fruto de fim de verão e poder disfrutá-lo sempre que quisesse. De repente, pensei que aquele doce ficaria muito bem como recheio de uma torta. E, assim, tudo se concretizou em meia hora, ainda a tempo do café da manhã cá de casa. Para mim, toda a altura do dia podia ser o momento certo para se saborear um docinho. Cortei a torta em fatias generosas e acondicionei-as numa marmita para oferecer a amigos. A comida sabe sempre melhor quando é partilhada.

torta de amora_foodwithameaning

 

Torta de Amora Silvestre

Ingredientes

6 ovos

150 g de açúcar (a receita dizia 200)

200 g de farinha (a receita dizia 250g)

1 colher de café de aroma de baunilha ( não incluído na receita original)

2 colheres de chá rasas de fermento para bolos

1 frasco de compota (usei de amora silvestre)

 

Preparação

Ligar o forno a 180ºC.

Bater os 6 ovos inteiros com 150 g de açúcar  durante dois minutos.

Juntar a farinha, 200 g,  o aroma de baunilha e duas colheres de chá rasas de fermento para bolos. Bater tudo.

Forrar o tabuleiro do forno com papel vegetal. Untar o papel vegetal com manteiga e polvilhar com farinha.

Verter o preparado para o tabuleiro.

Cozer durante 15 minutos.

Desenformar de imediato para cima de uma toalha polvilhada com açúcar. Deixar arrefecer 10 minutos e rechear com o doce que se desejar.

Usar a toalha para ajudar a enrolar a torta.

Dicas:

  1. Não deixar que a torta coza demasiado. Poderá ter tendência para quebrar ao desenrolar; Quinze minutos serão aqui suficientes.
  2. Desenrolar com cuidado, apertando a torta uniformemente contra a toalha polvilhada de açúcar.

torta de amora_foodwithameaningtorta de amora_foodwithameaning

 

receita adaptada do livro básico da Bimby

Ilha de S. Jorge…Take 1

Conheço a ilha de São Jorge desde pequena, mas de todas as viagens que fiz ficou sempre por descobrir  um cantinho muito especial deste paraíso açoriano: a Fajã da Caldeira de Santo Cristo.

Desta vez a rota foi traçada e a aventura concretizou-se.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Esta fajã, possivelmente uma das mais bonitas e sem dúvida a mais famosa fajã da ilha de São Jorge, localiza-se na costa norte da ilha e foi classificada em 1984 como Reserva Natural, pelo Governo Regional dos Açores, devido à existência de amêijoas na sua lagoa denominada Lagoa da Fajã de Santo Cristo.

Mais tarde foi classificada como sítio de importância internacional ao abrigo da Convenção de Ramsar (a Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional ou Convention on Wetlands of International Importance), relativa às Zonas Húmidas de Importância Internacional como Habitat de Aves Aquáticas, graças à sua lagoa.

foodwithameaningCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Deixámos o carro na fajã dos Cubres e fizemos o percurso pedestre  de 4 quilómetros até à Fajã da Caldeira de Santo Cristo. A vista de montanha permitiu-nos apreciar cenários que remotam ao imaginário do filme Jurassic Park (dinossauros à parte); a abundância de nascentes que brotam das rochas altas e caem em forma de cascata possibilitou tomar banhos em pequenas piscinas naturais, cujas águas  descem as escarpas saltitando montanha abaixo ao encontro do mar.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Corria o ano de 1891 esta fajã contava com 111 habitantes, chegando a ser criada uma escola primária que foi encerrada quando a população diminuiu e deixou de haver alunos. No dia 14 de outubro de 1960 foi inaugurado um Posto Público de telefones e, mais tarde, uma rede eléctrica alimentada por um pequeno gerador. Também foi construído um cais no interior da lagoa para facilitar o varar dos barcos que até ali era feita até ai no calhau.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

O terramoto de 1980 causou desmoronamentos em ambos os acessos da fajã, destruiu a rede telefónica que contava com seis unidades, e isolou a Caldeira de Santo Cristo do resto do mundo. Os habitantes tiveram de ser retirados por um helicóptero da Força Aérea Portuguesa. Muitos deles fixaram residência noutros pontos da ilha de São Jorge e outros emigraram. Presentemente, das cinquenta casas antigas, algumas foram restauradas, enquanto outras continuam abandonadas. Nos últimos anos têm sido construídas casas pertencentes a pessoas que cá vêm passar férias. Há poucos habitantes permanentes na fajã sendo um deles o guarda da Reserva Natural.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Com os temporais, sempre fortes nesta costa voltada a norte e o consequente mar bravo, deu-se o entulhamento do canal que ligava a lagoa ao mar. É uma lagoa de águas muito quentes e por isso frequentada por banhistas e veraneantes de toda a parte. O acesso à fajã é feito a pé ou de mota, mas, para preservar a calma do local, foi estabelecido um horário restrito de circulação dos motociclos, quase todos de quatro rodas, que transportam malas térmicas e mercearia para as casas habitadas.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

A imponente igreja desta fajã, cujo patrono é o Senhor Santo Cristo, foi benzida no dia 10 de Novembro de 1835. Desde essa altura que se transformou num local de culto onde vão devotos de toda a ilha. Vão para o pagamento de promessas e pedidos de graças.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

A Fajã de Santo Cristo é um dos locais mais recônditos da ilha de São Jorge e graças à ondulação aqui existente e ao extraordinário envolvimento paisagístico,  é considerada um santuário do bodyboard e surf, sendo procurada por praticantes da modalidade vindos de todo o mundo. Cruzámo-nos com alguns surfistas que se dirigiam para as pequenas casas de pedra, em cujos muros se viam fatos de mergulho e outro equipamento a secar.

fonte da informação históricaCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Depois do passeio obrigatório pela fajã, esperávam-nos no único restaurante do local as famosas ameijoas.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Assim que lá chegámos, fomos recebidos com muita simpatia pelo senhor Emanuel, rapaz para a minha idade, que há dezasseis anos é um dos poucos habitantes fixos da fajã, e por um moço, o Roberto, natural da ilha Terceira, que decidiu amealhar para a faculdade trabalhando como empregado de mesa durante o verão. O Roberto confessou-me que fazia um mês que não saía da fajã e que não sentia falta da civilização. O Emanuel, que se intitula “a alma da fajã”, é uma das pessoas mais cativantes que conheci nos últimos tempos. É conhecido pelas suas quadras e pensamentos espontaneamente profundos.  Quando soube que eu e o meu marido tínhamos decidido comemorar o dia em que fazíamos dezasseis anos de casados na “sua” Caldeira, forma carinhosa como se referia ao lugar da fajã, pediu permissão  para nos cantar uma canção de amor, de Roberto Carlos. Aceitámos com um misto de surpresa e comoção. O Emanuel terminou a intervenção com este pensamento, que de imediato escrevi para que pudesse ficar registado: “A água serve para matar a sede e lavar o corpo e o amor para cultivar a alma”. Fez ainda questão de nos oferecer o café e uma aguardente de ginja, feita por ele ali no lugar da fajã. Confidenciou-me que espera que a fajã mantenha sempre o espírito de lugar à parte, e de difícil acesso para que seja preservada e acarinhada. Tem consciência de que o facto de não haver linhas telefónicas fixas, de não dispor no restaurante de multibanco e de a luz elétrica provir de um gerador pode afastar algum nicho de clientela, mas sabe que a fajã também é reconhecida por ser um mundo à parte, cada vez mais procurado por pessoas que pretendem descanso e total harmonia com a natureza envolvente.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Era uma da tarde, esperávamos pela entrada no alpendre do restaurante, com ampla vista para a lagoa, quando o Emanuel nos informa que o pão fresco ainda não tinha sido entregue pelo que se não quiséssemos esperar mais um pouco, servir-nos-ia, pão de véspera. Aceitámos sem problemas. Quantas vezes em nossas casas o mesmo acontece e ninguém desespera por esse motivo. O pão de trigo e o de milho chegou na cesta, que acompanhava o prato das ameijoas, e o milagre operou-se: ninguém podia dizer que aquele era pão do dia anterior. Pairava a magia da receita secreta daquela entrada de ameijoas especiais.

Caldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São JorgeCaldeira da Fajã de Santo Cristo_ilha de São Jorge

Espero que este post tenha despertado em vós a vontade de provarem um dos ex-libris da gastronomia açoriana: a ameijoa da fajã da Caldeira, aproveitando a oportunidade para respirarem a magia presente neste lugar único do planeta.

fonte da informação histórica

Picolé de morango, lima e manjericão

Os dias quentes são sempre tempos de gelados e refrescos. As limonadas, as águas aromatizadas e os chás têm sido por isso presença habitual nas nossas mesas de almoço e de jantar. O gin também, visto muito mais como uma bebida de fim de tarde e sempre com uma saqueta de infusão de romã, como me serviu a minha amiga Lucília em sua casa no início deste verão. Fiquei fã. Qualquer dia, partilho a receita convosco.

Hoje, a sugestão recai neste picolé de morango e lima para celebrarmos a estação.

picolé de morango_foodwithameaning

sorvete de morango e lima

 

Picolé de Morango, Lima e Manjericão

  • 3 copos de chá de frutos vermelhos
  • ¼ de copo de folhas de manjericão frescas
  • 1 lima sem casca e cortada aos pedaços
  • 4 morangos
  • 4 colheres de sopa de mel ou de agave

Fazer o chá. Deixar arrefecer.

Colocar todos os ingredientes numa misturadora até se obter uma consistência suave. Coar.

Encher os recipientes de sorvete.

Levar ao congelador até solidificar.

 

Servir num dia quente de verão!

sorvete de morango e lima

 

Sumo detox de manga, chocolate e água de côco

Os sumos detox são uma combinação fácil de vários alimentos tais como frutas, verduras, sementes e raízes, especialmente escolhidos por serem ricos em fibras, vitaminas, minerais e detentores de propriedades antioxidantes e desintoxicantes.

Apesar de os sumos detox possuírem alto valor nutritivo, estes não devem substituir as refeições. Deverão ser tomados em jejum ou ao lanche. É importante que o exercício físico e uma alimentação rica e equilibrada continuem como prioridade.

Ingredientes ricos em clorofila: couve, agrião, espinafres, salsa e hortelã, etc.

Ingredientes ricos em fibras e vitaminas: maçã, laranja, limão, morango, maracujá, abacaxi, kiwi, cenoura, beterraba, etc.

Ingredientes termogénicos: gengibre; canela; cafeína; pimenta; chá verde, etc.

Ingredientes ricos em minerais, fibras e proteínas: sementes (linhaça; chia; girassol; quinoa; papoila, etc.).

Líquidos para a base do sumo: água mineral, água de coco e chás diversos.

Sumo Detox Energético de Manga, Chocolate e água de côco

workshop Supersumos_Foodwithameaning

Este sumo é ideal quer para o pré  ou o pós treino, uma vez que é rico em energia.

Ingredientes

– 1 Manga, 1 Banana, 200 ml água de côco, 1 quadrado de chocolate preto (70%), 2 a 3 avelãs ou nozes, 1 colher de sopa de farelo de trigo ou muesli.

Para preparar o sumo, triture os ingredientes num liquidificador ou num robô de cozinha. Se a água de coco ou os chás estiverem presentes na receita, elimine o uso de água. Açúcares e adoçantes também devem ser evitados.

Com este sumo detox, participo nesta edição de agosto de Dia Um…Na Cozinha, subordinada ao tema: Sumos Detox.Logotipo Dia Um... Na Cozinha Agosto2015

Um petisco açoriano…

A craca é uma formação calcária incrustada na rocha dos litorais marinhos. Existe em todas as ilhas do arquipélago dos Açores. É apanhada em mergulho de apneia, entre os três e os dez metros de profundidade, com recurso a pequenos machados metálicos, para separar a formação calcária do crustáceo da rocha de residência, onde vivem em formações do tipo colónia ou isoladamente. No âmbito da gastronomia, caracteriza-se por ser um petisco que é servido na carta de mariscos de muitos restaurantes. A sua confeção é simples e o segredo está em cozinhá-la com água do mar.

Cracas dos Açores

Cracas dos Açores

Ingredientes

Cracas, alho, pimenta malagueta, salsa e água do mar.

Preparação

Devem ser cozidas em água do mar para que mantenham o verdadeiro sabor.

Numa panela, cobrem-se as cracas de água, junta-se alho, salsa e pimenta malagueta q.b.; ferve 15 minutos. Retira-se para uma travessa e deixa-se arrefecer.

Na degustação, após remover o crustáceo do interior do habitat, o que se faz utilizando um pequeno gancho, tipo espeto, aconselha-se beber a água do interior do nicho onde se encontrava o crustáceo.

Uma delícia!

Cracas dos Açores

As cracas não são vendidas aos peso mas aos bicos. Por isso, convém escolher os crustáceos maiores. O preço difere se as comprarmos cruas ou cozidas, mas caracteriza-se por ser acessível.

Com esta receita, um petisco tipicamente açoriano, participo no passatempo do blogue Cozinha100segredos.

Bom apetite!

Gelado de iogurte e lemon curd

No verão, os gelados são presença habitual, por serem frescos e cheios de sabor. Apesar de este mês me encontrar a aproveitar dias de descanso junto da família, e de a cozinha estar, por esse motivo, a meio-gás, apeteceu-me um gelado refrescante e cremoso, que faz lembrar, segundo a minha filha, o Corneto de Limão da Olá. Para isso, contribuíram, sem dúvida, o limão e o iogurte.

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Ingredientes para o gelado

4 iogurtes naturais

2 iogurtes de aroma de limão

2 pacotes de natas

300 g de açúcar em pó

Modo de preparação

1. Numa taça, bater as natas até estarem consistentes.
2. Adicionar o açúcar em pó.
3. Juntar os iogurtes e bater tudo com a batedeira.
4. Fazer uma camada de gelado, outra de lemon curd, outra de gelado e terminar com lemon curd.

Utilizar apenas metade do lemon curd.Guardar o restante no frigorífico num frasco para utilizar como topping na altura de servir.

5. Colocar a mistura no congelador num recipiente com tampa.
Passadas duas horas, retirei o gelado do congelador e mexi-o com uma colher de pau para destruir os cristais de gelo. Voltei a colocá-lo no congelador. Repeti este procedimento novamente duas horas depois.

 

Ingredientes para o lemon curd

160 g de açúcar

2 limões

60 g de manteiga

2 ovos

Preparação na Bimby

Coloque no copo o açúcar e pulverize 20 Seg/Vel. 9

Junte as cascas de limão (só a parte amarela) e rale 15 Seg/Vel.9.

Adicione a manteiga, o sumo dos limões e marque 1Minuto/Vel.2.

Junte os ovos e misture 10 Seg/Vel.4.

De seguida, programe 7 Minutos/80ºC/Vel.2. Retire, deixe arrefecer e guarde em frascos esterilizados, no frigorífico.

gelado de limão com lemon curd

Salada de baby-leaf, salmão fumado, feta e amêndoa

Este é um exemplo de uma salada que por si só é uma refeição completa, que se enquadra em todos os contextos e ambientes. Para além disso, é de fácil preparação. Por ser muito fresca, é ideal para dias de verão, altura em que as ementas se querem rápidas e despretensiosas. Afinal, há que aproveitar uns dias de descanso, sol, campo e mar. Se esse não for o caso, esta salada é igualmente uma ótima sugestão para levar na marmita para o trabalho.

Experimentem-na e digam se a salada também vos surpreendeu!

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Salada Baby-leaf com salmão fumado, nozes e queijo feta

Ingredientes

  • Mistura de folhas para saladas (alface, rúcula, agrião, acelga…)
  • Salmão fumado
  • Gomos de laranja
  • Amêndoa torrada
  • Sementes de abóbora tostadas
  • Queijo feta
  • Orégãos

Confeção

Disponha numa saladeira a mistura de folhas para saladas. Corte pequenas tiras de salmão fumado e junte às folhas. Descasque gomos de laranja e adicione. Termine com amêndoas torradas, sementes de abóbora e cubinhos de queijo feta. Regue com azeite e sumo de lima. Polvilhe a salada com orégãos ou com raminhos de funcho fresco.