Lagostando

Acertar com o tempo de cozedura quando se trata de marisco representa muitas vezes um grande desafio. No saber definir o meio-termo entre o demasiado mole ou a consistência de “borracha” está o segredo. Como a carne de marisco é muito delicada, esta exige uma cozedura adequada e cuidada para conservar o seu sabor e textura. O nosso feriado do 25 de abril foi celebrado à mesa com um almoço totalmente dedicado ao marisco. Assim sabe bem celebrar o dia da liberdade!

Hoje trago-vos a lagosta!

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Dicas Importantes:

1. Para conseguir manter o sabor do marisco deve cozê-lo em água com sal numa proporção idêntica à agua do mar (uma colher de sopa bem cheia de sal por cada litro de água).

2. Deixe que a água levante fervura e só depois introduza o marisco.

3. Comece a contar o tempo de cozedura do marisco depois da água voltar a ferver.

4. Não deve cozer demasiado marisco de cada vez, mas em pequenas porções.

5. Pode adicionar cebola, alho,  louro, pimenta, salsa, funcho, aneto…

6. Tempo de cozedura da lagosta: 3,5 minutos de cozedura para uma lagosta de 0,5 kg, mais 2,5 minutos por cada 0,5 kg de lagosta.

 

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Ingredientes para o molho:

1 frasco grande de maionese Hellmann’s

2 colheres de sopa de Hot Chicken Wings Sauce

1 colher de sobremesa de Tabasco (mild- frasco verde)

4 colheres de sopa de ketchup

sumo de meio limão pequeno

raspa de limão

pimenta preta

1 pitada de sal

 

Preparação

Coza a lagosta de acordo com as instruções acima, verificando previamente o seu peso. Deixe arrefecer totalmente e refrigere.

Faça o molho, misturando numa tigela os ingredientes mencionados acima. Guarde no frigorífico.

Retire a lagosta e o molho do frigorífico meia hora antes de servir e corte-a  no sentido do comprimento.

Acompanhe com torradas ou tostas e com um vinho branco ou rosé bem fresquinho.

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Foodwithameaning no Montijo e em Sintra

No próximo fim de semana, eu irei estar nas lojas DeBORLA do Montijo (no sábado) e de Sintra (no domingo) para dinamizar dois workshops subordinados ao tema Fingerfood.

Irão ser partilhadas receitas de entradas.  Desenvolverei, assim, receitas diversificadas de canapés com a colaboração de participantes do workshop.

A assistência, e os transeuntes que visitarem as lojas nessas tardes, também levarão consigo ideias para colocarem em prática em momentos festivos. Serão duas, ou talvez três, horas  repletas de interação e boa disposição.

Como já vem sendo habitual, decorrerá, no final de cada workshop, uma prova de degustação para todos os participantes inscritos e para os clientes da loja que compareçam para assistir aos workshops.

Poderão inscrever-se gratuitamente nos links abaixo:

http://www.deborla.pt/dia-30-fingerfood/ (Montijo)

http://www.deborla.pt/dia-01-fingerfood/ (Sintra)

 

Foodwithameaning_Fingerfood_Montijo

 

Foodwithameaning_Fingerfood_Sintra

Barquinhas de curgete recheada

Ainda na linha de uma alimentação saudável (presunto e queijo à parte), chegam estas barquinhas de curgete. Como acompanhamento ou como prato principal, elas trazem muito sabor e cor à nossa mesa. Por cá, foram muito apreciadas, até pelos mais pequenos. Se estão a questionar se devem ou não comer as barquinhas, estejam à vontade e levem barco e recheio juntos em cada garfada.

Experimentem e depois digam da vossa justiça!

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Ingredientes

  • Courgettes pequenas
  • Azeite 
  • 1 Cebola 
  • 2 dentes de alho
  • Queijo parmesão
  • cogumelos frescos
  • presunto para saladas (marca Continente)
  • salsa
  • Oregãos
  • pimenta preta

Preparação

  1. Encha um tacho com água e deixe ferver. Tempere com sal.
  2. Corte as extremidades das curgetes e insira-as na água a ferver durante 3 minutos, escorra e passe por água fria. Reserve até arrefecerem.
  3. Corte cada curgete a meio no sentido do comprimento.
  4. Retire o miolo com uma colher de chá, formando barquinhas. Reserve.
  5. Pré aqueça o forno a 180ºC.
  6. Aqueça 2 colheres de azeite num tacho e adicione a cebola e o alho picados. Deixe refogar. Adicione o presunto e os cogumelos frescos picadinhos. Envolva-os no refogado.
  7. Junte o interior das curgetes e refogue mais um pouco. Tempere com sal, pimenta, salsa, orégãos e polvilhe com queijo parmesão ralado. Retire do lume e deixe arrefecer ligeiramente.
  8.  Recheie as curgetes com esta mistura, regue com azeite e coloque no forno.
  9. Tape a travessa com papel de alumínio e leve ao forno durante 30 minutos. Para alourar retire o papel de alumínio e deixe ficar no forno mais cerca 10 a 15 minutos.
  10. Sirva de imediato com lascas de queijo parmesão.

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A travessa vem com a assinatura DeBORLA.

A Primavera dentro de um prato

A primavera chegou e com ela veio a vontade de pratos leves, cheios de cor e de sabor. Este patê vegetariano insere-se nestas categorias todas, caracterizando-se por ser uma agradável surpresa e uma opção diferente, se o compararmos com as pastas convencionais.

Let it be Spring!

(o pratinho da foto só podia ser da loja DeBORLA, claro!)

Patê de Cenouras e Brócolos

paté de cenoura e brócolos

Ingredientes

  • 1 cenoura em juliana
  • raminhos de brócolos ( o equivalente a 2 flores)
  • 1 embalagem de queijo ricotta (200 g)
  • 100 g de queijo creme com alho e ervas
  • azeitonas recheadas com pimento a gosto
  • cebolinho
  • 2 ou 3 folhas de hortelã-pimenta
  • pimenta preta
  • 1 pitada de endro
  • 1 fio de azeite
  • sal

Preparação

1. Coze-se a cenoura em juliana e os brócolos em água e sal. Escorrem-se e deixam-se arrefecer totalmente.

2. Misturam-se os dois queijos numa tigela com recurso a uma colher.

3. Picam-se muito bem as azeitonas  com uma faca. Juntam-se aos queijos.

4. Junta-se metade dos brócolos  e mexe-se muito bem até que os brócolos se desfaçam quase totalmente.

5. Adiciona-se a cenoura cozida, metade do cebolinho e as folhas de hortelã-pimenta bem picadinhos. Mistura-se bem.

6. Tempera-se com um fio de azeite, sal, pimenta e endro a gosto.

7. Leva-se ao frigorífico.

8. Na hora de servir, decora-se com o restante cebolinho picado e um raminho de hortelã-pimenta.

3 manteigas sem lactose

A lactose é o açúcar presente no leite de origem animal e seus derivados. É um hidrato de carbono, mais especificamente um dissacarídeo, que é composto por dois monossacarídeos: a glicose e a galactose.No leite humano a lactose representa cerca de 7,2% e no leite de vaca cerca de 4,7%.

A intolerância à lactose, também conhecida como deficiência de lactase, é a incapacidade que o corpo tem de digerir lactose – um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Ela ocorre quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade necessária de da enzima lactase, cuja função é quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glucose e galactose.

Existem três tipos de intolerância à lactose: a intolerância à lactose primária, resultado do envelhecimento. É comum em pessoas de idade mais avançada; a intolerância à lactose secundária, resultado de alguma doença ou ferimento e a intolerância à lactose congénita, quando a pessoa já nasce com esta condição.

Face a este problema, muitos alérgicos e intolerantes à lactose optam por manteigas sem lactose. Eis alguns exemplos.
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Manteiga de Côco

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  • 300g de côco ralado
  • uma  pitada de sal
  • óleo de côco

Preparação

1. Coloque  o côco ralado no robot de cozinha. Utilize a velocidade máxima para picar.

2. Depois de dois minutos pare e misture o côco com uma colher.

3. Volte a picar mais dois minutos e pare para remexer o côco. Repita este processo até começar a obter uma pasta quase líquida. Dependendo da potência do Robot pode levar 10 a 20 minutos a ficar no ponto. Se tiver com dificuldade em picar o coco, pode acrescentar uma colher de sopa de óleo de côco. Assim vai obter a manteiga mais rapidamente e também ficará mais suave e fácil de barrar. Se quiser, pode colocar uma pitada de sal.

4. Guarde a manteiga em frascos, no frigorífico caso a prefira mais sólida ou no armário se quiser que fique mais suave.

Manteiga de Amêndoa

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300g de amêndoas cruas sem pele

1 colher de sopa de mel

óleo de côco

1 pitada de sal

 

Manteiga de Amendoim

300g de amendoins sem casca ao natural

1 colher de sopa de mel

óleo de côco

1 pitada de sal

 

Preparação

1. Espalhe os frutos secos num tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal

2. Toste durante 10 minutos, mexendo de vez enquanto.

3. Deixe arrefecer completamente.

4. Adicione os frutos torrados num processador de alimentos ou liquidificador e triture na velocidade máxima até se transformarem em farinha.

5. Limpe o copo e triturar novamente (numa velocidade intermédia, se usar a bimby vel.7)

6. À medida que se vai triturando a farinha, esta começa a formar uma bola de massa. Mexa e volte a triturar, até obter a consistência desejada.

7. Coloque a manteiga num frasco de vidro e armazene no frigorífico.

Notas

1. O tempo para fazer a manteiga depende do aparelho e do tipo de frutos secos que se utiliza
2. Na altura de servir a manteiga pode deixar alguns minutos fora do frigorífico pois fica mais fácil de barrar

3. Pode optar por já comprar os frutos secos torrados, ou até fritos, e salgados. Passa de imediato à fase da trituração, poupando tempo.

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Muffins de laranja e mirtilos (sem glúten)

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Estes muffins constaram das receitas que partilhei no workshop de sábado passado, que se realizou na Loja DeBORLA da Terceira.

Foram, sem dúvida, muito apreciados.

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Ingredientes

  • 3 ovos
  • 150 g de açúcar
  • 175 g de farinha para doces (da marca Schar)
  • 100 g de óleo de côco (se for intolerante à lactose; se não for, pode utilizar margarina ou manteiga)
  • 10 g (ou meia colher de sopa) de fermento sem glúten
  • 1 colher de chá de goma guar
  • Raspa de uma laranja
  • 1 pitada de sal
  • Aroma de baunilha (opcional)

Preparação

  1. Batem-se as claras em castelo. Reservam-se.
  2. Numa tigela, misturam-se com a batedeira elétrica todos os ingredientes, mas  sem bater muito, ou seja, até que estejam apenas combinados. Poderá utilizar uma vara de arames em vez da batedeira ou até mesmo uma colher de pau. Convém que o óleo de côco esteja no estado líquido, o que apenas acontece acima dos 24 ºc, para facilitar a incorporação de todos os ingredientes. Se optar pela manteiga, terá de derretê-la. O mesmo não acontece se decidir utilizar margarina.
  3. Envolva as claras na massa e distribua por formas preenchidas com forminhas de papel. Coloque uma colher de sopa de massa em cada forma, alguns mirtilos, mais uma colher de sopa de massa e no cima mais alguns mirtilos. Encha a forma até 2/3 da sua capacidade. Leve a cozer a 180ºC, em forno previamente aquecido, durante 15 a 20 minutos.

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Hoje, como gesto de agradecimento a toda a equipa da Loja DeBORLA da ilha Terceira, resolvi surpreendê-la com um modesto lanchinho.

E do forno voltaram a sair estes muffins sem glúten, mas repletos de sabor.

Equipa DeBORLA_Terceira

Cella Bar…um local de visita obrigatória na majestosa ilha do Pico

A nossa família não consegue imaginar o verão sem umas semanas na ilha do Pico. O facto de termos casa de veraneio por lá e dos miúdos adorarem as piscinas naturais, as roupas descontraídas e o pé no chinelo leva-nos a escolher o mês de julho para umas férias relaxantes na segunda maior ilha dos Açores, mas que ainda preserva a genuinidade. Num dos nossos passeios pelo extremo ocidental da ilha deparámo-nos com as curvas ousadas e incomuns do Cella Bar. É um bar, como o nome indica, mas é também um restaurante de tapas  e uma obra de arquitectura que está a encantar o mundo. Publicações nacionais e internacionais estão a destacar o trabalho de Fernando Coelho, do atelier FCC Arquitectura, Paulo Lobo, responsável pelo design interior, e ainda Paulo Neves, que gizou a escultura do exterior. O espaço foi dividido em dois: um restaurante numa casa de basalto, abandonada há vários anos e agora recuperada, e um bar numa arrojada estrutura de madeira. A ideia partiu dos sócios e amigos Filipe Paulo, 34 anos, e Fábio Matos, 36, naturais do Pico. Queriam algo que fosse moderno e orgânico, inspirado no vinho e no mar, algo que pudesse atrair turistas para este ponto remoto da ilha. O nosso dia terminou por lá. Que há melhor do que saborear um copo de vinho e umas tapas na esplanada com o cenário de montanha atrás e a ilha do Faial em frente?

(Ando desde o verão para partilhar convosco esta reportagem fotográfica repleta de boas energias. Finalmente chegou o dia.)

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