Salada de lapas e polvo na despedida do verão

Este ano o verão resolveu armar-se em adolescente. Foi mal-humorado, inconstante e sempre desejoso de se ir embora. Foi a estação que tivemos. Pronto. Nos intervalos destes humores estivais e da vontade própria das águas-vivas, que teimaram em não deixar as ilhas, levadas pelas correntes, conseguiu-se apanhar uns banhos de sol e gozar-se as águas frescas do meio do atlântico. Ouvi até comentar que este ano houve uma aumento de aquisição de piscinas por parte das famílias: uma forma de se evitar as alforrecas e de se estar em ambiente controlado,  certamente  mais conveniente, entre a churrasqueira e as “frescas”.

Esta salada pertenceu a um almoço de verão e soube-nos muito bem. Poderão consultar a receita no Receitas ao Desafio.

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O primeiro dia

o primeiro dia

Lembro-me, como se fosse hoje, do meu primeiro dia na escola primária. Foi diferente e isento de novidade. Já conhecia a escola. Situava-se numa freguesia rural , pertencia ao Plano dos Centenários. Era rodeada por cerrados. Tinha um campo de futebol na frente cercado com rede alta. Era apenas constituída por quatro salas e por um pátio nas traseiras, ladeado por hortênsias e bancsias. Era o local onde os meus pais trabalhavam há vários anos, como professores, e para onde eu ia muitas vezes enquanto eles estavam em reuniões. Conhecia, por isso, todos os cantos daquele espaço. Ficava muitas vezes cá fora a brincar nos jardins. Com paus e folhas criava menus feitos em panelas imaginárias e estendia toalhas fictícias em cima dos muros. Sabia-me entreter, como ouvia comentar à senhora Albertina, única funcionária, e quem  obrigava todas as crianças a beber leite branco ,que provinha de grandes jarros de plástico e jorrava para as nossas canecas azúis e vermelhas, também de plástico. Como detestava essa hora do leite. Rara era a vez que não engendrava forma de não o beber ora distribuindo-o por algumas canecas ora trocando a minha caneca cheia com a do colega do lado. Abominava o cheiro das canecas, mesmo depois de lavadas. Era um odor entranhado e indescritível que roçava o azedo. O primeiro dia do primeiro ano não foi então novidade. Nem a professora foi elemento surpresa. Seria a minha mãe. Já o sabia. Nessa altura era permitido. Uma dualidade difícil de gerir e digerir para uma criança de seis anos.
Hoje vivi o meu primeiro dia através dos olhos da minha filha, como penso que todas as crianças vivem. Hoje pude vivenciar a ansiedade de se conhecer a professora pela primeira vez, o desejo de ver a nova sala e de identificar a carteira onde a minha filha se vai sentar, a partir da qual se vai processar muita da descoberta do mundo, de onde vão ser colocadas muitas dúvidas e criados muitos projetos e onde vão ser dispostos os livros e o material escolar comprados para operarem magia. Aprender é um ato mágico. E hoje todos os pais saíram da sala daquela escola grande descansados por saberem que os filhos e filhas estavam muito bem entregues. E todos os meninos e meninas voltaram para as suas casas com vontade de regressar. Hoje foi também o meu primeiro dia.

Ovos com tomate…memórias de verão

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Desde a minha infância que recordo este prato.
Assim que a escola acabava, em finais de Junho, começavam os preparativos para as férias de Verão. Significava pensar no que levaria no saco para uma temporada de três meses nas ilhas do Pico e do Faial, como encontraríamos a casa da avó, que ficava fechada todo o ano, porque ela morava connosco, e que sabíamos que tínhamos que começar a limpar: a arejar os colções, a lavar os lençóis, que permaneciam guardados na cómoda antiga, dobrados da mesma forma como tinham sido deixados.
Os meus pais, ambos professores, ficavam para trás, ao serviço, até finais de Julho, mas nós duas, mais tarde, nós três, seguíamos com a avó e bisavó materna de barco, numa viagem infindável, porque eram cerca de sete horas no barco Terra Alta ou no Espírito Santo, rumo à ilha do Pico. Foram vinte e tal anos da minha vida em que todos os verões havia o mesmo ritual, o que, para nós, era uma alegria porque já tínhamos os amigos de verão à nossa espera.
E começava a aventura: os banhos de mar, as festas, as visitas a parentes e as novas amizades.
Recordo que, depois de nos instalarmos, todas as vizinhas nos vinham visitar e, como já não nos viam há um ano, traziam-nos do que produziam: batatas, maçarocas de milho, que cozíamos com sementes de funcho, cebolas e alhos, ovos caseiros e tomates, estes últimos da qualidade coração de boi, como a minha avó dizia. Eram grandes, sumarentos e carnudos, ideais para a confeção deste prato, muito popular nessa época, e que eu resolvi revisitar trazendo-vos aqui esta receita que poderá já caído no esquecimento de algumas cozinheiras.

ovos com tomate_foodwithameaning

Ingredientes

8 ovos
10 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
especiarias a gosto (utilizei pimenta preta)
sal
azeite
azeitonas recheadas com pimentos (marca Flor do Pereiro)
salsa para decorar

1.Retirei a pele aos tomates e triturei-os com a varinha mágica.
2. Fiz um refogado em azeite com a cebola e alho.
3. Adicionei o tomate, temperei e deixei cozinhar até secar os sucos e estar cozido.
4. À parte, bati com um garfo os ovos. Temperei-os com sal e pimenta. Adicionei-os ao tomate. Misturei tudo.Fui mexendo até os ovos se encontrarem cozinhados.
5. Coloquei o preparado numa travessa e polvilhei com salsa.

Lembro-me de fazer sandes com as sobras do almoço de ovos com tomate e de levá-las para a costa, como se diz no Pico. À beira-mar elas ainda sabiam melhor!

E lá íamos a pé para o mar, que ficava já ali.

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Uma ótima semana!

Patrícia

Bolo de milho com figos para o lanche

bolo de milho e figos

Bolo e figos!  Outra vez? Já está a ser repetitivo! Pois, este bolo não é igual ao outro. E os figos aqui não são cozinhados. Trata-se de um petisco muito apreciado pelos habitantes do grupo central do arquipélago dos Açores. Fazer uma refeição com uns triângulos de bolo de milho acompanhando-os com figos frescos é um manjar para quem compra este fruto ou tem figueiras por perto. O ditado popular diz: quem figos comeu e água não bebeu, não sabe o que perdeu. Eu tomo a veleidade de substituir a água pelo bolo de milho tão sabiamente confecionado na ilha do Pico.

Esta sugestão de bolo de milho com figos foi um dos meus lanches de férias.

bolo de milho e figos

O bolo não foi feito por mim. Comprei-o na ilha do Pico, onde passei parte das férias, mas deixo-vos a receita tradicional açoriana do caderninho de receitas da minha avó. Quero mesmo em breve meter as mãos na massa, mas ainda não foi desta.

bolo de milho

Tradicionalmente, este bolo de milho era uma forma de as famílias terem rapidamente pão, porque não precisava de levedar. Esta mesma receita pode ser transformada em bolo do tijolo se em vez de ser cozido em forno de lenha for utilizado um prato de barro- tijolo- colocado sobre a chama de gás ou diretamente numa chapa (elétrica ou a gás)

Bolo de Milho 

Ingredientes

1 kg de farinha de milho

200 g de farinha de trigo

2 l de água

sal q.b.

Preparação

1. Num recipiente grande e resistente ao calor misture as farinhas e o sal.

2. Leva-se a água a ferver e quando ferve põe-se parte  imediatamente por cima das farinhas. Mexe-se muito bem com uma colher de pau grande para escaldar as farinhas.

Obs. A consistência deve idêntica à da massa  de pão normal.

3. Vai-se juntando aos poucos a restante água, mexendo muito bem para que não se formem grumos. Deixe a massa repousar até arrefecer.

4. Fazem-se bolos de massa (acrescenta-se um pouco de farinha de trigo e amassa-se novamente com as mãos até envolver as farinhas antes de formar a bola final) e estendem-se, numa superfície polvilhada com farinha com 25 cm de diâmetro e 1,5 cm de altura – tamanho da frigideira de barro, se for para serem cozinhados no tijolo.

Obs. Passar as mãos por água antes de formar a bola ajuda a evitar que a massa se cole nas mãos).
Os bolos de milho cozem em forno de lenha – ou no prato de barro-  até estarem com bolhinhas, sinal de que estão cozido.

O bolo do tijolo tem de ser virado para cozer dos dois lados ao passo que o tradicional bolo de milho cozinhado em forno de lenha não .

bolo de milho e figos

Bolo de figos frescos… Dia Um…Na Cozinha

bolo de figos frescos

figos pingo de mel

bolo de figos frescosA nossa casa de férias na ilha do Pico tem três figueiras ainda plantadas pelo meu avô materno. São atenciosamente podadas pelo sr. João, um vizinho natural da ilha Graciosa, que toma conta, nas horas vagas, do pomar e das vinhas e trata da limpeza do espaço. Só tenho pena de nunca lá estar no tempo das anonas, das laranjas, dos marmelos, da groselha e das nêsperas. Ainda existem damasqueiros e macieiras plantados por mãos que já não vivem. Resta-nos apenas as uvas e os figos no verão. Nesta estação, nós deliciamo-nos com estes frutos. Mesmo em férias eu não resisto à atração pela cozinha. A minha mãe diz mesmo que não sabe a quem saio. Na verdade, custa-me ver alguma fruta a estragar-se, por isso, decidi aproveitar alguns figos que teriam o balde do lixo como destino. Assim, juntei o útil ao saboroso e à vontade de comemorar o primeiro aniversário da iniciativa Dia Um…Na Cozinha.

Logotipo Dia Um... Na Cozinha Setembro 2014

E como quando há festas de anos um bolo torna-se obrigatório, decidi que este de figos frescos e especiarias seria o ideal para esta comemoração.

bolo de figos frescos

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bolo de figos frescosIngredientes para o bolo

1 chávena de figos frescos- Pingo de Mel- sem pele e triturados

1 chávena de açúcar

1 1/2 chávenas de farinha

4 ovos grandes

2 colheres de sopa de manteiga

1 colher de sopa rasa de fermento para bolos

1 colher de chá rasa de gengibre em pó

1 colher de chá de canela em pó

1 cálice de Angelica (ou vinho Moscatel ou vinho do porto)

 

Ingredientes para a cobertura

125 g de açúcar

3 colheres de sopa de doce de figo

1 colher de sopa de manteiga

8 colheres de leite

 

Preparação do bolo

1. Batem-se muito bem as gemas com o açúcar e com a manteiga.

2. Adicionam-se os figos frescos triturados com a varinha-mágica. Incorpora-se com a batedeira.

3. Junta-se a canela, o gengibre, o cálice de vinho do porto e a farinha e o fermento peneirados.  Bate-se.

4. Batem-se as claras em castelo com uma pitada de sal de mesa e, com a colher de pau ou com o salazar, envolvem-se lentamente no preparado.

5. Unta-se uma forma com manteiga. Enfarinha-se.

6. Leva-se o bolo a cozer  a 200 ºC, em forno pré-aquecido, cerca de uma hora. (40 minutos passados faça o teste do palito; o tempo de cozedura depende de forno para forno)

Preparação da cobertura

1. Leva-se a caramelizar o açúcar numa frigideira ou num tacho.

2. Assim que estiver douradinho e todo dissolvido, junta-se  a manteiga e o leite. Deixa-se que o caramelo liquidifique novamente, levando a engrossar levemente o creme até este fazer ponto de estrada. Juntam-se as colheres de doce de figo, misturam-se bem no caramelo e barra-se o bolo.

bolo de figos frescos

bolo de figos frescos

Salada de búzios e lapas em férias

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Tenho o hábito de comentar as minhas férias apenas quando estou de regresso. Um atitude cautelosa para mim. Excesso de zelo para muitos. Aproveito as férias para descansar, conhecer lugares novos, revisitar outros e saborear momentos em família. A fotografia está sempre presente para registar o que pretendemos que fique retratado em película. Recordações de um verão. Memórias futuras. A fotografia ajuda-me a reconhecer a sorte que tenho por ter uma vida feliz. Relembra-me situações queridas. Alinhava pormenores fixando-os no tecido do tempo. Este é um lugar encantador: a ilha do Pico.

Vista para a montanha da nossa casa de férias na ilha do Pico

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Das férias apenas mostro o que quero. Existem muitos momentos significativos que pertencem à privacidade. Quase todos eles. Mas há imensas coisas, do foro culinário, e não só, que gosto de partilhar convosco. O mar e o campo são aqui presença obrigatória e os meus Açores. Esta necessidade de proximidade do mar é sempre uma parcela das nossas férias. Dele provêm os frutos de muitas das receitas deste blogue, como é o caso desta salada de búzios e lapas, que resultou de mais uma das aventuras subaquáticas do marido: o nosso snorkeler de serviço.

Lugar da Furna- S. Roque do Pico

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Preparação

1. Colocam-se as lapas e os búzios num tacho e cobrem-se com água.

2. Deixa-se cozer cerca de 30 minutos.  Deixa-se arrefecer.

3. Escolhem-se as lapas e eliminam-se as conchas.

4. Com a ajuda da ponta de um pau de espetada metálico, ou até mesmo com um garfo ou com um palito, remove-se o interior do búzio da concha. Retira-se a película dura inicial e a tripa final do búzio, que se desprende facilmente.

5. Colocam-se os búzios e as lapas num recipiente e prepara-se o molho em cima destes.

Molho cru ou verde

azeite 3/4

vinagre 1/4

2 cebolas

4 dentes de alho

salsa

2 colheres de chá de massa de malagueta

1 colher de chá rasa de pimentão doce (colorau)

umas pedrinhas de sal

Esta salada é acompanhada com pão de trigo ou de milho.

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Tarte de noz pecã e caramelo

tarte de noz pecã

Quem gostar de tartes com bases com consistência de bolo, esta é a ideal. Aqui a massa baunilhada  e com sabor a lima combina na perfeição com o creme de caramelo onde as nozes pecã se encontram envolvidas. Recomendo.

Ingredientes para a massa

160 g de farinha

120 g de açúcar

80 g de manteiga

2 ovos  grandes

raspa de uma lima

sumo de meia lima

aroma de baunilha (duas colheres de chá)

 

Preparação da massa

1. Misturam-se todos os ingredientes com a batedeira ou com um robô de cozinha.

2. Unta-se uma tarteira com manteiga. Forra-se o fundo com um círculo de papel vegetal.

3. Espalha-se  massa na tarteira.

4. Vai a cozer, em forno pré-aquecido a 250 ºC,  durante 2o a 25 minutos (200 ºC).

 

Ingredientes para a cobertura

150 g de açúcar

8 colheres de sopa de leite

1 colher de sopa de manteiga

1 pacote de noz pecã

 

Preparação da cobertura

1. Leva-se o açúcar a caramelizar num tacho ou na frigideira

2. Adiciona-se o leite e a manteiga. Deixa-se ferver até o caramelo estar todo diluído.

3. Junta-se a noz. Mexe-se e verte-se por cima da tarte. Ajeitam-se as nozes com uma ponta de faca de forma a que fiquem todas com a face interior virada para baixo.

tarte de noz pecã

Nota.
A receita da massa pode ser feita a dobrar se a intenção for fazer um bolo. Nesse caso, para a cobertura dever-se-á utilizar 200 g de açúcar e 10 colheres de leite. A quantidade da manteiga mantém-se a mesma.

Presunto de mãos dadas com melão andino

Melão andino, melão coreano ou pêra melão são as designações que existem para este fruto que chegou há dias, e pela primeira vez, à minha cozinha. Quando temos um vizinho com estufas e cheio de vontade de experimentar novos frutos, tornamo-nos ansiosos quanto às novidades que poderão surgir a qualquer momento. E todos os anos, o vizinho António me surpreende com as suas colheitas biopónicas. Quando vi este fruto pela primeira vez, a minha cabeça começou a fervilhar com ideias, até que o vizinho me disse que antes de qualquer conjugação que eu devia experimentar o fruto ao natural e que esperasse uns dias até que amadurecesse por completo, isto é, até que a casca saísse como a da batata cozida quando pelada. Assim, fiz. Fiquei quatro dias a passar pela fruteira cheia de vontade de disferir um golpe certeiro mas a conter-me até que a fruta ficasse no ponto. Hoje chegou finalmente o dia.

pêra-melão com presunto

Coloquei alguns melões andinos no frigorífico duas horas antes de preparar esta entrada para refrigerarem.

Fatiei presunto transmontano e servi-o com as pequenas rodelas deste melão delicioso.

pêra-melão com presunto

Esta é uma entrada muito simples mas deveras saborosa.
pêra-melão com presunto

Sorvete de maracujá e manga sem intenção

sorvete de maracujá e manga

Quando congelei os ingredientes desta receita, estes destinavam-se a um smoothie. A intenção primeira era tê-los prontinhos no congelador para servirem o propósito de um pequeno-almoço diferente. É interessante que nestas coisas da culinária, tal como acontece na vida, tanta coisa muda de rumo de um momento para o outro. E foi a consistência dos ingredientes, depois de triturados, que me levou a pensar na condição de sorvete. Ainda bem que assim aconteceu.

 sorvete de maracujá e manga

Ingredientes

9 cubos de polpa de maracujá (sem sementes) congelada

7 cubos  manga cortada congelada

2 iogurtes de aroma de banana (um deles congelado em cuvetes)

5 maracujás para guarnecer

Preparação

Colocar todos os ingredientes no copo da Bimby (ou outro robot de cozinha), com exceção do maracujá para guarnecer, e marcar a tecla turbo até a consistência do gelado ser do nosso agrado.

Servir de imediato em taças ou pratos decorando com polpa de maracujás.

sorvete de maracujá e manga

Nota.

Nesta receita não há a adição de açúcar devido ao facto de a manga comprada estar bem madura. Poderá adoçar com uma colher de sopa de mel.

Tarteletes de Lemon Curd

Estas tarteletes foram feitas o mês passado, quando as hortênsias estavam no seu auge de beleza. Não resisti a contrastar o azul magnífico deste símbolo açoriano com o amarelo-sol do lemon curd. Em termos de sabor, a massa sablé da base, ligeiramente mais adoçada do que o habitual, combinou perfeitamente com a leve acidez do citrino.

 tarteletes de lemon curdlemon curd

hortênsias tarteletes de lemon curd

Ingredientes para a massa sablé

  • 300 g farinha
  • 150 g manteiga
  • 100 g açúcar em pó
  • 2 gemas de ovo
  • 1 pitada de sal

Preparação na Bimby

1. Coloque no copo os ingredientes e bata 15 seg/vel 6.

2. Estenda a massa com a ajuda de um rolo. Consoante a finalidade, forre uma tarteira grande ou várias formas de tarteletes e recheie a gosto e leve ao forno pré-aquecido até a massa estar dourada.

3. Deixe arrefecer e recheie com o lemon curd.

tarteletes de lemon curd

Ingredientes para o lemon curd

160 g de açúcar

2 limões

60 g de manteiga

2 ovos

Preparação na Bimby

Coloque no copo o açúcar e pulverize 20 Seg/Vel. 9

Junte as cascas de limão (só a parte amarela) e rale 15 Seg/Vel.9.

Adicione a manteiga, o sumo dos limões e marque 1Minuto/Vel.2.

Junte os ovos e misture 10 Seg/Vel.4.

De seguida, programe 7 Minutos/80ºC/Vel.2. Retire, deixe arrefecer e guarde em frascos esterilizados, no frigorífico.

Nota. A quantidade de curd desta receita é suficiente para rechear uma torta, cobrir um bolo ou um cheesecake. Rendeu dois frascos pequenos.

tarteletes de lemon curd